Retribuição Grafoassistencial

A retribuição grafoassistencial é o ato ou efeito de a conscin, homem ou mulher, corresponder de maneira abnegada, comprometida e teática aos aportes bibliográficos e conscienciográficos recebidos, através da escrita tarística pessoal.

Você, leitor ou leitora, considera-se minipeça ativa nos processos assistenciais de escrita na Conscienciologia? É mais receptivo(a), retributivo(a) ou contributivo(a)

      RETRIBUIÇÃO GRAFOASSISTENCIAL
                                     (TARISTICOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. A retribuição grafoassistencial é o ato ou efeito de a conscin, homem ou mulher, corresponder de maneira abnegada, comprometida e teática aos aportes bibliográficos e conscienciográficos recebidos, através da escrita tarística pessoal.
          Tematologia. Tema central homeostático.
          Etimologia. O vocábulo retribuição vem do idioma Latim, retributio, “retribuição; recompensa”, de retribuere, “dar em troca; remunerar; retribuir; recompensar”. Surgiu no Século XV. O elemento de composição grafo deriva do idioma Grego, grápho, “escrever; inscrever”. O termo assistência procede do idioma Latim, assistentia, “ajuda; socorro”, e este de assistens ou adsistens, particípio presente de assistere ou adsistere, “estar ou conservar-se de pé junto a; estar presente; comparecer; assistir em juízo; assistir à cabeceira; estar ao pé do leito; estar à porta de alguém”. Apareceu no Século XVI.
          Sinonimologia: 1. Correspondência grafoassistencial. 2. Retribuição pela escrita tarística.
          Neologia. As 3 expressões compostas retribuição grafoassistencial, retribuição grafoassistencial básica e retribuição grafoassistencial avançada são neologismos técnicos da Taristicologia.
          Antonimologia: 1. Recepção grafoassistencial. 2. Recebimento grafotarístico. 3. Usufruto conscienciográfico.
          Estrangeirismologia: o Verbetarium qualificado pela intencionalidade retributiva.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à tarefa do esclarecimento grupocármica.
          Megapensenologia. Eis megapensene trivocabular relacionado ao tema: – Retribuição: gratidão teática.
          Ortopensatologia: – “Conscienciografologia. – “Quer retribuir a fartura de oportunidades que recebeu em sua existência?” Escreva sem esmorecimento, colocando o seu ego a serviço da interassistência mentalsomática”.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da gratidão evolutiva; o holopensene pessoal da Mentalsomatologia; a cota retributiva de autoortopensenização evolutiva pela escrita; os liberopensenes; a liberopensenidade; os grupopensenes; a grupopensenidade; os enciclopensenes; a enciclopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os grafopensenes; a dedicação à grafopensenidade retributiva aos compassageiros pesquisadores, atuais e pretéritos; a autopensenização conscienciográfica abrangente e destemida, pautada na autorganização, intenção e vontade de assistir.
          Fatologia: a retribuição grafoassistencial; o retorno multiplicado ao conhecimento autoconsciencial haurido; a horizontalidade eficiente da interassistência na escrita; a assunção da corresponsabilidade grafotarística grupal; as contas-correntes ego e grupocármicas; o antielitismo na disseminação do conhecimento; as autorreflexões gratulatórias; a escrita libertária consolidando o agradecimento aos grandes filósofos, intelectuais e pensadores da Humanidade; o reconhecimento dos megaaportes conscienciográficos recebidos; a elucidação quanto ao valor das obras conscienciológicas na autevolução; a visão maxiproéxica; os pioneiros tratados conscienciológicos; a interassistência pelas ideias fraternas; o aprendizado interpares; o interexemplarismo evolutivo; a integração interconsciencial pela tares; o interauxílio reciclogênico; a superação da intercompetitividade; a intercooperação pesquisística; o interesclarecimento de ponta; a interestimulação polímata; a interdisciplinaridade erigida em conjunto; a intervalorização dos avanços evolutivos individuais; a intercomplementação cosmovisiológica; a interdependência megagescônica grupal (Neoenciclopediologia); a contínua produção escrita neoparadigmática; a autoinserção na dinâmica esclarecedora grupocármica; a autochecagem das possibilidades contributivas; o singularíssimo extrato neoideativo das autovivências; as peças pessoais no puzzle da Tudologia; a linha pessoal de pesquisa; a rede associativa de neoideias; as autorrecins publicadas estimulando reciclagens grupais; a escrita paradiplomática; a qualificação da tares a partir da gratitude sincera; o formato conscienciográfico mais afim ao perfil e momento evolutivo; o período intrafísico proporcionando a concretude e difusão das ideias intermissivas pela escrita; a satisfação íntima pela coparticipação na construção megacognitiva conscienciológica; a Enciclopédia da Conscienciologia oportunizando diariamente a retribuição tarística multidimensional; o aporte autoconscienciográfico expondo a gratidão pessoal à Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI); o senso de retribuição assistencial enquanto primeiro passo à autocontribuição tarística megapriorizada, ininterrupta e altruísta.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a intenção de grafoassistir predispondo à amparabilidade intelectual; as energias consciencias (ECs) qualificadas pela abnegação assistencial; os autodesassédios mentaissomáticos decorrentes das leituras conscienciológicas; o exemplarismo tarístico às consciexes intermissivistas; o campo homeostático e assistencial nas sessões autoconscienciográficas; as energias conscienciais elucidativas do agente tarístico dirigidas aos públicos-alvo vinculados à escrita; os paravínculos das retroamizades ambientadas na intelectualidade eletronótica, passíveis de reciclagens paradigmáticas; as parachegas dos amparadores durante a escrita retributiva; as eventuais pressões extrafísicas na gesconografia capazes de expor o caráter assistencial da atividade; o paradever do intermissivista em haurir, qualificar e distribuir neoideias libertárias.


                                            III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo interdisciplinar entre nichos pesquisísticos individuais; o sinergismo equipins-equipexes; o sinergismo intercooperativo maxiproéxico; o sinergismo minipeça-maximecanismo; o sinergismo neoconhecimento-neorresponsabilidade; o sinergismo cosmoético criatividade-assistenciopensenidade; o sinergismo reconhecimento-lucidez; o sinergismo autoparapsiquismo assistencial–ortografopensenidade; o sinergismo esclarecimento pessoal–esclarecimento grupal.
          Principiologia: o princípio da descrença (PD); o princípio da autocura; o princípio da responsabilidade interassistencial; o princípio da intercomplementariedade cognitiva; o princípio de toda consciência ter algo a escrever, e muito a ler; a reformulação tarística dos princípios conviviológicos pessoais; o princípio de considerar empréstimo as achegas intelectivas hauridas.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC); as cláusulas gesconográficas no CPC das conscins intermissivistas.
          Teoriologia: a postura recompositória diante da teoria das interprisões grupocármicas; a teática grupal da interdesassedialidade mentalsomática; a teoria da solidariedade interassistencial multidimensional; a teoria dos aportes existenciais.
          Tecnologia: a técnica da autorreflexão de 5 horas; a técnica dos 50 verbetes; a técnica da troca de papéis; a técnica do mapeamento atributológico grupocármico; a técnica da autoinclusão verbetográfica; a técnica da evocação positiva do passado; a intenção retributiva qualificando as técnicas conscienciográficas pessoais; as técnicas de recomposição grupocármica.
          Voluntariologia: os voluntários da tares multidimensional.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Conscienciografologia; o trio de laboratórios conscienciológicos mentaissomáticos (Holociclo, Holoteca e Tertuliarium).
          Efeitologia: o efeito bumerangue do esclarecimento evolutivo; o efeito cascata do exemplarismo pessoal; os efeitos libertadores do esclarecimento evolutivo; os efeitos antiassistenciais do medo de expor-se multidimensionalmente através da escrita; o efeito “bola de neve” das retribuições grafotarísticas; os efeitos grupocármicos da produtividade gesconográfica pessoal.
          Neossinapsologia: as neossinapses hauridas na leitura de obras conscienciológicas; a distribuição irrestrita das neossinapses evolutivas pessoais na forma de gescons.
          Ciclologia: o ciclo autopesquisa-resultados-publicações; o ciclo amparando-amparador.
          Binomiologia: a autolocalização discernida no binômio recepção-doação; o binômio débito-crédito; o binômio traços grupais–possibilidade grafotarística; o binômio vivenciar-repartir.
          Interaciologia: a interação retribuição-retratação; a interação gratitude-amparabilidade; a interação cooperação-evolução; a interação engajamento-integração.
          Crescendologia: o crescendo da autoconscientização assistencial retributiva; o crescendo saldo gesconográfico deficitário–saldo gesconográfico superavitário; o crescendo da autoconfiança neoideativa; as autodoações ao crescendo do Tesauro da Conscienciologia; o crescendo autopesquisa engavetada–autopesquisa publicada; o crescendo recebimento-retribuição-contribuição; o crescendo egocarma-grupocarma-policarma; o crescendo verponológico casuística bibliográfica (Cosmogramologia)–autacervo paracasuístico (Parapsiquismologia).
          Trinomiologia: o trinômio autopesquisa-heteropesquisa-multipesquisa.
          Polinomiologia: os múltiplos formatos conscienciográficos no polinômio artigo-periódico-verbete-livro-manual-glossário-tratado-léxico-enciclopédia; o polinômio autorreflexão-compreensão-gratidão-compromisso-iniciativa-sustentação.
          Antagonismologia: o antagonismo soberba / gratidão; o antagonismo estocar / distribuir; o antagonismo colher / semear; o antagonismo competência / competição; o antagonismo dependência / interdependência; o antagonismo egoísmo / altruísmo.
          Paradoxologia: o paradoxo de a conscin retribuidora lúcida não esperar retribuições; o paradoxo de dedicar a liberdade pessoal à maior liberdade dos compassageiros evolutivos.
          Politicologia: a interassistenciocracia; a proexocracia; a holomaturocracia; a autoconscienciocracia; a desassediocracia; a retribuiciocracia; a cognocracia (Cognópolis).
          Legislogia: a lei do maior esforço aplicada à identificação das contribuições gesconográficas fundamentais à elucidação evolutiva pessoal na atual ressoma.
          Filiologia: a neofilia; a comunicofilia; a enciclopediofilia; a laborfilia; a fraternofilia.
          Sindromologia: a produção improdutiva na síndrome de Amiel.
          Holotecologia: a amparoteca; a elencoteca; a encicloteca; a experimentoteca; a gregarioteca; a ideoteca; a paradireitoteca; neologisticoteca; a proexoteca; a traforoteca.
          Interdisciplinologia: a Taristicologia; a Recomposiciologia; a Intercompreensiologia; a Anticonflitologia; a Autocoerenciologia; a Intencionologia; a Discordanciologia; a Conviviologia; a Paradireitologia; a Maxiproexologia; a Enciclopediologia; a Parailuminismologia.


                                           IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin autora cosmoética; as equipexes técnicas da escrita; a conscin enciclopedista; a conscin parapesquisadora-escritora; os públicos leitores; a conscin revisora; as consciências taristicamente assistíveis; a conscin grafoproexista; a conscin maxiproexista; a conscin responsável; as consciexes vinculadas a linhas filosóficas e intelectuais anacrônicas.
          Masculinologia: o reeducador; o agente retrocognitor; o intermissivista; o cognopolita; o exemplarista; o intelectual; o autor publicado; o revisor; o tertuliano; o teletertuliano; o paratertuliano; o paraintermissivista; o verbetólogo; o verbetógrafo; o neoenciclopedista; o pangrafista.
          Femininologia: a reeducadora; a agente retrocognitora; a intermissivista; a cognopolita; a exemplarista; a intelectual; a autora publicada; a revisora; a tertuliana; a teletertuliana; a paratertuliana; a paraintermissivista; a verbetóloga; a verbetógrafa; a neoenciclopedista; a pangrafista.
         Hominologia: o Homo sapiens comparticipans; o Homo sapiens graphopensenicus; o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens gratus; o Homo sapiens coadjutor; o Homo sapiens interparis; o Homo sapiens philologus; o Homo sapiens encyclopaedicus; o Homo sapiens benevolens; o Homo sapiens scriptor; o Homo sapiens libertarius.


                                        V. Argumentologia

         Exemplologia: retribuição grafoassistencial básica = o primeiro artigo ou verbete neoenciclopédico pessoal; retribuição grafoassistencial avançada = a megagescon pessoal publicada.
         Culturologia: a cultura da gratidão; a cultura da Parapercepciologia Intelectual; a cultura da valorização dos aportes; a cultura da produtividade intelectual interassistencial; a cultura da intercompreensão; a cultura do continuísmo construtivo; a cultura da Revezamentologia Evolutiva; a cultura da autopesquisa contínua; a cultura da Reeducaciologia; a cultura do aproveitamento evolutivo da intrafisicalidade.
         Parassociologia. Pela Grupocarmologia, o senso retributivo aplicado à conscienciografia transcende o âmbito da autolocalização proexológica e grupal momentânea, englobando a oportuna assistência aos relevantes autores e pensadores pretéritos, em bases multidimensionais.
         Parapúblico. Dentro da Casuisticologia, grandes movimentos intelectivos, ao modo do Iluminismo europeu do Século XVIII, foram responsáveis por avanços cognitivos generalizados.
         Megagescon. A Encyclopédie francesa, ou Dictionnaire Raisonné des Sciences, des Arts et des Métiers, obra de referência da época, contou com dezenas de colaboradores, os quais podem ser tomados a conta de importantes grafoassistentes grupocármicos do passado, eventualmente passíveis de retribuição atual, considerando o alcance multidimensional da tares.
         Cosmoeticologia. O conhecimento humano é estruturado paulatinamente, e assim o foi através dos séculos, notadamente a partir das obras escritas. O filósofo escritor de ontem pode ser o intermissivista pangrafista de amanhã. Neocognição: retroconhecimento megaqualificado.
         Holomaturologia. Toda consciência é eterna semperaprendente frente à megacognição evolutiva, instruindo-se e ensinando incessantemente. Contudo, pelo viés da Conscienciometrologia, podem ser elencados, em ordem lógica, 3 principais estágios e respectivas características quanto ao posicionamento preponderante da conscin frente à grafotares:
         1. Recepção: mais assistida; condição predominantemente centrípeta (Egocarmologia; Autorrecinologia).
         2. Retribuição: ambivalente; bidirecional ou mais equilibrada entre aportes ideativos recebidos e autoproduzidos (Grupocarmologia; Sinergismologia).
         3. Contribuição: mais assistente; assentamento íntimo da conduta padrão tarística e parapsíquica; condição predominantemente centrífuga (Policarmologia; Neoverponologia).
         Horizontalidade. Pelo viés da Intercooperaciologia, na convivialidade grupal impera relativa similitude atributológica, expondo o caráter funcional do esclarecimento interpares nas reciclagens individuais e coletivas, através do detalhismo e da exaustividade fomentadas e realimentadas a cada neoaporte pesquisístico grafado.
         Cosmovisiologia. Toda verpon ou constructo evolutivo é expansivo, large, capaz de impactar e gerar fragmentos neoideativos a serem explorados em análises especializadas, generalistas e multidisciplinares, constituindo amplo espectro neotemático abordável nas retribuições cognitivas pessoais. Trabalho não falta. Escrita é ação. Caneta: minirrecurso megassistencial.


                                                    VI. Acabativa

            Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a retribuição grafoassistencial, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
            01. Amizade multiexistencial: Maxifraternologia; Neutro.
            02. Autoqualificação neoenciclopediografológica: Neoenciclopediografologia; Homeostático.
            03. Competitividade grupocármica: Competiciologia; Nosográfico.
            04. Demanda tarística: Grupocarmologia; Neutro.
            05. Divisão do trabalho: Experimentologia; Neutro.
            06. Esclarecimento interpares: Interassistenciologia; Homeostático.
            07. Escrita paradiplomática: Paradiplomaciologia; Homeostático.
            08. Grafoassistenciologia: Policarmologia; Homeostático.
            09. Gratidão intelectual: Retribuiciologia; Homeostático.
            10. Interação Paciologia-Enciclopediologia: Reurbexologia; Homeostático.
            11. Minipeça neoenciclopédica: Enciclopediologia; Homeostático.
            12. Ortointencionalidade grafoassistencial: Grafoassistenciologia; Homeostático.
            13. Retribuiciologia: Proexologia; Homeostático.
            14. Saldo gesconográfico: Autogesconologia; Neutro.
            15. Técnica dos 50 verbetes: Verbetografologia; Homeostático.
  A RETRIBUIÇÃO GRAFOASSISTENCIAL FOMENTA O SENTIMENTO DE GRATIDÃO E DENOTA O POSICIONAMENTO
   TEÁTICO DO PESQUISADOR FRENTE À OPORTUNIDADE
  INTRAFÍSICA DE COLABORAR COM AS RECINS GRUPAIS.
            Questionologia. Você, leitor ou leitora, considera-se minipeça ativa nos processos assistenciais de escrita na Conscienciologia? É mais receptivo(a), retributivo(a) ou contributivo(a)
frente ao esclarecimento conscienciográfico?
            Bibliografia Específica:
            1. Vieira, Waldo; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vol. II; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas léxicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; página 1.465.
                                                                                                              M. P. C.