Paradoxo do Autengano

O paradoxo do autengano é a condição da consciência quando opta por ludibriar a si mesma, objetivando auferir ganhos com a esquiva da realidade e o restringimento da autolucidez, sem avaliar as perdas causadas à própria evolução.

Você, leitor ou leitora, admite a improdutividade evolutiva dos autenganos? Mantém-se alerta diante de tentadoras oportunidades de autenganar-se?

      PARADOXO DO AUTENGANO
                                   (AUTOLUCIDOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O paradoxo do autengano é a condição da consciência quando opta por ludibriar a si mesma, objetivando auferir ganhos com a esquiva da realidade e o restringimento da autolucidez, sem avaliar as perdas causadas à própria evolução.
          Tematologia. Tema central neutro.
          Etimologia. O vocábulo paradoxo vem do idioma Latim, paradoxon, e este do idioma Grego, parádoksos, “estranho; bizarro; extraordinário”. Apareceu em 1563. O elemento de composição auto procede do idioma Grego, autós, “eu mesmo; por si próprio”. O termo enganar deriva do idioma Latim Vulgar, ingannare, “escarnecer; zombar; ludibriar”, e este de gannire, “latir; ganir (o cão); regougar (a raposa); chilrear (o pássaro); gorjear (as aves); murmurar; lamentar; grunhir”. As palavras enganar e engano surgiram no Século XIII.
          Sinonimologia: 1. Paradoxismo do autengano. 2. Paradoxo do autengodo. 3. Paradoxo do autembuste. 4. Paradoxo da autengambelação. 5. Paradoxo da autoburla. 6. Paradoxo do autoludíbrio.
          Neologia. As 3 expressões compostas paradoxo do autengano, paradoxo do autengano intrafísico e paradoxo do autengano extrafísico são neologismos técnicos da Autolucidologia.
          Antonimologia: 1. Autossinceridade evolutiva. 2. Autocrítica cosmoética.
          Estrangeirismologia: o ato de hacer la vista gorda.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à autoincorruptibilidade cosmoética.
          Coloquiologia: o ato de afirmar: as uvas estão verdes; o hábito de dizer: me engana que eu gosto; a opção de não querer saber; a decisão de vendar os próprios olhos.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da autotraição; os oniropensenes; a oniropensenidade; os vícios pensênicos da imaginação; a autopensenização quimérica de, ao ocultar a própria verdade de si mesmo, a estar ocultando dos outros; o fechadismo pensênico sustentando indefinidamente os autenganos.
          Fatologia: a condição paradoxal de conseguir mentir com sucesso para si mesmo; o ato paradoxal de embarcar na própria fantasia; a postura paradoxal de crer nas farsas de própria autoria; o empenho para admitir as mentiras pessoais objetivando evitar vacilos autodenunciadores; o esforço para esquecer a falsidade dos enredos autoludibriantes; a artimanha autenganosa; a seletividade da atenção e memória; a legitimização do mau comportamento com auxílio da mentira; a ficcionarização de fatos e parafatos; o encobrimento de falhas pessoais; a desconsideração de evidências autodesfavoráveis; a generalização de dados autofavoráveis; o mascaramento de vulnerabilidades e incapacidades; o ocultamento de sentimentos difíceis de enfrentar e cujas consequências se deseja evitar; o acobertamento dos autoconflitos; o relaxamento tendencioso de limites éticos; a edulcoração de interesses egoístas; a autatribuição do papel de herói e nunca de vilão; a conservação da autoimagem idealizada intacta; as tentativas de manter opinião positiva sobre si próprio a qualquer custo; a meta frustrada de sentir-se bem consigo mesmo sem fazer esforços autocosmoetificadores; a alienação quanto à própria realidade consciencial; a entrada para o acostamento evolutivo; o autengano enquanto indicador da fragilidade humana; o amadurecimento consciencial propiciando à correção gradativa de autenganos; o refinamento progressivo do senso autocrítico; a construção paulatina de senso apurado de realidade.
          Parafatologia: as autorrevelações por meio da autovivência do estado vibracional (EV); o poder das energias conscienciais (ECs) de escancarar a verdadeira consciencialidade; a autexposição irrefreável na projeção lúcida (PL); a esquiva ao autoconhecimento gerando dificuldades no desenvolvimento do autoparapsiquismo.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: sinergismo autenganador imaginação-emoção.
          Principiologia: o princípio da descrença (PD); o princípio da insustentabilidade da mentira; o princípio de ninguém conseguir esconder-se para sempre da verdade sobre si mesmo; o princípio da indisfarçabilidade das ECs; o princípio evolutivo da autossinceridade; o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio de evitação do estupro evolutivo.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) na eliminação de autenganos.
          Teoriologia: a teoria da dissonância cognitiva; as teorias da Psicologia da Desonestidade.
          Tecnologia: a técnica da glasnost; a técnica da recin; a técnica do detalhismo aplicado à autopesquisa; as técnicas conscienciométricas; as técnicas energéticas; as técnicas projetivas; a técnica da Impactoterapia Cosmoética; a técnica da Cosmoética Destrutiva.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Pensenologia.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Cosmoética.
          Efeitologia: os efeitos inebriantes das afirmações autenganosas; o efeito bola de neve da persistência no autengano; os efeitos maléficos do autengano na própria vida pública e privada; os efeitos contagiantes da desonestidade; o efeito dominó das ações desonestas; o efeito socialmente corrosivo de pequenas transgressões; o efeito da honestidade na construção do senso de moralidade social.
          Neossinapsologia: a formação de neossinapses da autocrítica cosmoética.
          Ciclologia: o ciclo da mentira; o ciclo ilusão-desilusão.
          Enumerologia: a cegueira intencional; o solilóquio autengambelador; o apedeutismo protetor; o autoperdoamento desmedido; a conduta irracional; o equívoco reiterado; a autocrítica incipiente. A autodefesa paliativa; a autodificuldade inatacada; a autointenção opacificada; a autaspiração irrealizável; a autodecepção recorrente; a autodesconhecimento persistente; a autoinsegurança cronicificada.
          Binomiologia: o binômio juízo míope–atos descomedidos; o binômio inadmissão de trafor–fuga à responsabilidade; o binômio inadmissão de trafar–fuga à reciclagem; o binômio insinceridade autocrítica–fábula autobiográfica; o binômio sinceridade autocrítica–autoincorruptibilidade cosmoética; o binômio preguiça mental–autocorrupção; o binômio inteligência evolutiva (IE)–autenticidade cosmoética.
          Interaciologia: a interação autengano na intraconsciencialidade–hipocrisia na interconsciencialidade; a interação senso autocrítico afinado–autossinceridade cosmoética.
          Crescendologia: o crescendo autengano-melin-melex.
          Trinomiologia: o trinômio acriticidade-irracionalidade-autengano; o trinômio subcerebralidade-autassedialidade-autocorruptibilidade; o trinômio autocorruptor maximizar trafores–minimizar trafares–ignorar trafais; o trinômio autocorrupção–autoincoerência–mal estar íntimo; o trinômio autavaliação superficial–autoconhecimento precário–autojulgamento infundado; o trinômio regressivo autoconceito idealizado–autoimagem distorcida–autestima baixa; o trinômio autocoerência–autoconfiança–autoestima saudável.
          Polinomiologia: o polinômio distorção perceptiva–distorção parapsíquica–distorção cognitiva–distorção mnemônica; as autodenúncias no polinômio postura-olhar-voz-gesto.
          Antagonismologia: o antagonismo dileção pelo autengano / apreço pela autolucidez; o antagonismo autengano insuspeito / autengano óbvio; o antagonismo autengano consolador / autofranqueza esclarecedora; o antagonismo autoimagem fantasiada / autoconceito realista; o antagonismo realidade / aparência; o antagonismo autoverdade / autoficção; o antagonismo vida real / vida imaginária.
          Paradoxologia: o paradoxo do autengano; o paradoxo da consciência escolher enganar-se; o paradoxo da consciência acreditar na própria mentira; o paradoxo de se trapacear no jogo solitário de paciência; o paradoxo da consciência imatura preferir mascarar a própria realidade a encarar a verdade passível de aprimoramento; o paradoxo da lealdade somente ao próprio egão ser deslealdade à própria consciência; o paradoxo de ser preferível a dura realidade a mais bela ilusão; o paradoxo da consciência temerosa de si mesmo.
          Legislogia: a lei do menor esforço evoltuivo.
          Fobiologia: a neofobia; a criticofobia.
          Sindromologia: a síndrome da mentira; a síndrome do infantilismo; a síndrome de Poliana; a síndrome de Cassandra; a síndrome da autossantificação.
          Maniologia: a apriorismomania; a megalomania; a tabacomania; a toxicomania; a hedonomania; a dromomania; a riscomania.
          Mitologia: a automitificação.
          Holotecologia: a psicossomatoteca; a consciencioterapeuticoteca; a patopensenoteca; a oniricoteca; a imagisticoteca; a criticoteca; a recexoteca.
          Interdisciplinologia: a Autolucidologia; a Paradoxologia; a Autenganologia; a Autassediologia; Autocriticologia; a Psicossomatologia; a Errologia; a Parapatologia; a Reeducaciologia; a Cosmoeticologia.


                                           IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin lúcida; a isca humana lúcida; o ser desperto; o ser interassistencial; a conscin enciclopedista; a consciência autassediada; a consréu autenganada.
          Masculinologia: o pré-serenão vulgar; o mentiroso; o autenganado; o autoiludido; o autoficcionista; o autocorrupto.
          Femininologia: a pré-serenona vulgar; a mentirosa; a autoenganada; a autoiludida; a autoficcionista; a autocorrupta.
          Hominologia: o Homo sapiens inconsciens; o Homo sapiens incautus; o Homo sapiens immaturus; o Homo sapiens ilogicus; o Homo sapiens alienatus; o Homo sapiens delirans; o Homo sapiens obsidiatus.


                                         V. Argumentologia

          Exemplologia: paradoxo do autengano intrafísico = o agravamento da toxicomania do menor devido à recusa dos responsáveis em enxergar as evidências do vício; paradoxo do autengano extrafísico = a estagnação evolutiva da consciex parapsicótica pós-dessomática devido à negação das evidências da própria dessoma.
          Culturologia: a leniência autocorruptora na cultura do engano.
          Inconsciência. A capacidade da mente de ludibriar a si mesma, de modo inconsciente, é verificada, por exemplo, em 6 condições somáticas listadas alfabeticamente:
          1. Alucinação: a percepção sem objeto.
          2. Doença autoimune: a parte do organismo interpretada como inimiga.
          3. Efeito placebo: a eficácia terapêutica de agente farmacológico neutro.
          4. Falsa memória: o preenchimento fantasioso de lacunas mnemônicas.
          5. Ilusão de ótica: a apreensão visual errônea.
          6. Sonho: a vivência onírica considerada real.
          Autengano. A consciência também é capaz de ludibriar-se. Eis, em ordem alfabética, 25 condições ilusórias, autenganosas, promotoras de inações prejudiciais a autevolução, exemplificativas do paradoxo do autengano:
          01. Pseudabertismo. O autoludíbrio da escuta de apenas heteroconsiderações desejadas: impede revisões conceituais; perpetua transposições precipitadas e feedbacks desperdiçados.
          02. Pseudacerto. O autoludíbrio da inadmissão teimosa dos próprios erros: impede correções e recomposições interconscienciais; perpetua endividamentos grupocármicos.
          03. Pseudafeto. O autoludíbrio da idealização apaixonada do ser amado: impede adaptações e concessões mútuas; perpetua frustrações, rupturas e carências afetivas.
          04. Pseudamparabilidade. O autoludíbrio do recebimento incondicional de amparo extrafísico: impede autoqualificações cosmoéticas contínuas; perpetua automimeses dispensáveis.
          05. Pseudassistência. O autoludíbrio da superproteção na anuência com erros alheios: impede abordagens tarísticas oportunas; perpetua omissões deficitárias e incorreções banalizadas.
          06. Pseudautodomínio. O autoludíbrio do autodomínio de compulsão patológica: impede procedimentos antiadicção; perpetua danos somáticos e degenerações conscienciais.
          07. Pseudobjetividade. O autoludíbrio da concepção do mundo intrafísico como sendo o único: impede sensibilizações parapsíquicas; perpetua amauroses multidimensionais.
          08. Pseudoconsciencialidade. O autoludíbrio da autoidentificação com máscaras sociais: impede comportamentos autocoerentes; perpetua inautenticidades e conflitos íntimos.
          09. Pseudocura. O autoludíbrio da busca incessante por heterocuradores: impede esforços holossomáticos autocurativos; perpetua dependências e sensações de autoimpotência.
          10. Pseudofidedignidade. O autoludíbrio da credibilidade excessiva da automemória: impede registros disciplinados; perpetua esquecimentos, distorções e imprecisões.
          11. Pseudofidelidade. O autoludíbrio da negação de sinais de deslealdade: impede demandas por explicitações e autoprevenções; perpetua desconfortos, vitimizações e vinganças.
          12. Pseudogenialidade. O autoludíbrio do hiperdimensionamento da inteligência pessoal: impede intercâmbios instrutivos enriquecedores; perpetua arrogâncias e monovisões.
          13. Pseudo-harmonia. O autoludíbrio da inevitabilidade da concórdia absoluta: impede empenhos reconciliatórios; perpetua desavenças e desafeições.
          14. Pseudoinocência. O autoludíbrio da heteroculpabilização pelos problemas pessoais: impede autorresponsabilizações; perpetua queixumes, clamores injustos e autoparalizações.
          15. Pseudomotivação. O autoludíbrio do adiamento infindável do ínicio de ortocondutas (próxima segunda feira): impede renovações existenciais; perpetua insatisfações íntimas.
          16. Pseudoparapercepção. O autoludíbrio da indubitabilidade das autoparapercepções: impede parainvestigatições pormenorizadas; perpetua interpretações errôneas de parafatos.
          17. Pseudoperenidade. O autoludíbrio da recusa em pensar na própria morte biológica: impede reflexões, preparações e desapegos; perpetua obnubilações pós-dessomáticas.
          18. Pseudossabedoria. O autoludíbrio da totalidade da autocognição em área específica: impede posturas educativas rotineiras; perpetua ignorâncias e incompreensões ignoradas.
          19. Pseudossantidade. O autoludíbrio da infalibilidade das intenções e atos pessoais: impede ponderações autocríticas minuciosas; perpetua o ciclo ressomático autoficção-melex.
          20. Pseudossaúde. O autoludíbrio do corpo fechado às enfermidades: impede intervenções terapêuticas apropriadas; perpetua descasos com sintomas, leviandades e autocídios lentos.
          21. Pseudossegurança. O autoludíbrio da autoproteção de amuletos: impede profilaxias e autodefesas efetivas; perpetua autossujeições a acidentes evitáveis.
          22. Pseudossobrevida. O autoludíbrio do tempo ilimitado para a consecução da proéxis: impede antecipações e priorizações de ortopráxis; perpetua postergações e incompletudes.
          23. Pseudossuperação. O autoludíbrio da ultrapassagem fácil e rápida de dificuldades pessoais: impede esforços recinológicos reiterados; perpetua patologias conscienciais.
          24. Pseudoverdade. O autoludíbrio da acomodação às certezas dogmáticas: impede exercitações intelectivas inauditas; perpetua apriorismos e autodeliberações anacrônicas.
          25. Pseudovitória. O autoludíbrio da conquista alcançada por meios espúrios: impede investimentos em autocapacitações sadias; perpetua incompetências e deturpações de valores.
          Imaturidade. Enganar-se pode ser útil quando a realidade ultrapassa a capacidade da consciência de suportar equilibradamente a verdade, porém utilizar tal recurso é demonstração de imaturidade consciencial.
          Abordagem. Nesse caso, a conduta cosmoética pode ser não desmascarar a consciência iludida, principalmente quando não se possui habilidade para diagnosticar o momento adequado, abordá-la de maneira eficaz e ajudá-la a recompor-se.
          Autopesquisa. O autoconhecimento é árduo desafio solitário. Entretanto, somente com a identificação de traços e comportamentos prejudiciais a si próprio, aliada ao reconhecimento de talentos e forças pessoais, é permitido se descobrir, planejar e atuar em prol das mudanças próevolutivas. Do contrário, o autodesconhecimento conserva autenganos e mantém tudo como está, ou seja, congela as imaturidades pessoais.
          Maturidade. Conhecer-se e enfrentar-se conduz a consciência à maturidade evolutiva capaz de sustentar a transparência cosmoética consigo própria e com os outros.
          Terapeuticologia. Sob a ótica da Holomaturologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 6 conquistas conscienciais passíveis de auxiliar na mitigação dos autenganos:
          1. Autabertismo. O despojamento para aceitar e avaliar detalhamente as heterocríticas recebidas possibilitando a explicitação de possíveis autenganos.
          2. Autoconscientização. A autolucidez quanto à tendência aos autenganos implantando a autovigilância.
          3. Autocontrole. A resistência às tentações de autengodo, mesmo as aparentemente insignificantes, fortalecendo a autoconfiança.
          4. Autocosmoética. O lembrete das ortodeliberações (CPC) criando defesas contra afrouxamentos autocorruptores.
          5. Autoflexibilidade. A disposição para rever refletidamente as convicções pessoais, de modo inesperado e radical, permitindo checagens autocríticas antienganos.
          6. Autorresponsabilidade. A compreensão das consequências evolutivas das autoburlas, para si e para os demais, motivando a autossinceridade cosmoética.


                                           VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o paradoxo do autengano, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Acriticismo: Parapatologia; Nosográfico.
          02. Alucinação: Parapercepciologia; Nosográfico.
          03. Apreço pela autolucidez: Autolucidologia; Homeostático.
          04. Autassédio: Parapatologia; Nosográfico.
          05. Autoficção: Autassediologia; Nosográfico.
          06. Autofuga: Psicossomatologia; Nosográfico.
          07. Engano parapsíquico: Autenganologia; Nosográfico.
          08. Ignorância ignorada: Autenganologia; Nosográfico.
          09. Mundo imaginário: Imagisticologia; Nosográfico.
          10. Negocinho evolutivo: Evoluciologia; Nosográfico.
          11. Paradoxo da autodissimulação: Cosmoeticologia; Nosográfico.
          12. Paradoxo da esperteza: Cosmoeticologia; Nosográfico.
          13. Ponto cego: Autopesquisologia; Nosográfico.
          14. Pseudo-harmonia: Harmoniologia; Neutro.
          15. Pseudossuperação: Autenganologia; Nosográfico. URGE MINIMIZAR AUTENGANOS. AÇÕES AUTEVOLUTIVAS
  EFETIVAS PROVÊM DA CONSTATAÇÃO DO VERDADEIRO
 AUTOGABARITO (CAPACIDADES, LIMITES E POTENCIAIS),
 CONJUGADA À AVALIAÇÃO REALISTA DOS CONTEXTOS.
            Questionologia. Você, leitor ou leitora, admite a improdutividade evolutiva dos autenganos? Mantém-se alerta diante de tentadoras oportunidades de autenganar-se?
            Bibliografia Específica:
            1. Ariely, Dan; Por qué mentimos... En Especial a nosotros mismos: la Ciencia del Engaño puesta al descubierto (The (Honest) Truth about dishonesty); trad. Joan Soler Chic; 260 p.; 10 caps.; 3 citações; 5 enus.; 2 esquemas; 2 ilus.; 66 refs.; 3 tabs.; 4 testes; alf.; 23 x 15 cm; br.; Ariel; Buenos Aires; República Argentina; 2012; páginas 28 a 31, 43 a 48, 85 a 88, 94, 95, 125, 126, 129 a 169, 211 a 226.
            2. Giannetti, Eduardo; Auto-Engano; rev. Cecília Ramos; & Ana Paula Castellani; 270 p.; 4 caps.; 279 refs.; 21 x 14 cm; br.; Companhia das Letras; São Paulo, SP; 1997; páginas 9 a 56; 117 a 156.
            3. Martins, Ítalo; Paradoxo do Auto-Engano; Artigo; Conscientia; Revista; Trimestral; Vol. 5; N. 2; 12 enus.; 21 refs.; Foz do Iguaçu, PR; Abril/Junho, 2001; páginas 54 a 68.
            4. Mcraney, David; Você Não é tão Esperto quanto pensa: 48 Maneiras de se Autoiludir (You are not so Smart); trad. Marcelo Barbão; 252 p.; 48 caps.; 6 ilus.; 214 refs.; 23 x 15,5; br.; Leya; São Paulo, SP; 2012; páginas 9 a 232.
            5. Smith, David Livingstone; Mentirosos Inatos; Viver Mente & Cérebro; Revista; Mensário; Ano XIV; N. 153; 1 ilus.; 5 fotos; 5 refs.; São Paulo, SP; Outubro, 2005; páginas 30 a 37.
            6. Vieira, Waldo; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 413 caps.; 403 abrevs.; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 25 pinacografias; 103 musicografias; 24 discografias; 20 cenografias; 240 filmes; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3ª Ed.; Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas 869.
            7. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 479 caps.; 139 abrevs.; 12 E-mails; 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus.; 1 microbiografia; 25 tabs.; 4 websites; glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.665 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; páginas 532, 546 a 552, 559 a 562, 995, 996.
            8. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; página 472.
            9. Watts, Duncan J.; Tudo é Óbvio desde que Você saiba a Resposta (Como o Senso Comum nos Engana)
(Everything is Obvious); trad. Letícia Della Giacoma de França; 328 p.; 10 caps.; 2 esquemas; 3 gráfs.; alf.; 23 x 15,5 cm; br.; Paz & Terra; São Paulo, SP; 2011; páginas 19 a 40.
                                                                                                                        A. L.