Militância Política

A militância política é o ato ou efeito da manifestação radical da conscin, homem ou mulher, isolada ou em grupo, em defesa de causa ou partido político.

Você, leitor ou leitora, manifesta militância política em qual formato: mini ou maxiativismo? Já exemplifica-se, enquanto agente da diplomacia política comunitária?

      MILITÂNCIA POLÍTICA
                                    (ANTIPOLITICOLOGIA)


                                           I. Conformática

          Definologia. A militância política é o ato ou efeito da manifestação radical da conscin, homem ou mulher, isolada ou em grupo, em defesa de causa ou partido político.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. O termo militar vem do idioma Latim, militare, “ser soldado; servir ao exército; militar”, de miles, “soldado; mílite”. Surgiu no Século XVI. A palavra política deriva do idioma Grego, politiké, “Ciência dos negócios do Estado; a administração pública”. Apareceu no Século XV.
          Sinonimologia: 1. Militância combatente. 2. Patoativismo político. 3. Insurgência militante. 4. Faccionismo partidário. 5. Intolerância grupal. 6. Obtusidade política. 7. Utopia política.
          Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 25 cognatos derivados do vocábulo militância: antimilitância; antimilitante; antimilitar; antimilitarismo; antimilitarista; antimilitarístico; desmilitarização; maximilitância; militança; militante; militar; militariforme; militarismo; militarista; militarístico; militarização; militarizada; militarizado; militarizar; militável; mílite; minimilitância; paramilitar; pré-militar; pró-militar.
          Neologia. As duas expressões compostas minimilitância política e maximilitância política são neologismos técnicos da Politicologia.
          Antonimologia: 1. Ativismo político cosmoético. 2. Diplomacia comunitária. 3. Insurgência diplomática; insurgência sadia. 4. Pacificação política. 5. Governabilidade sadia. 6. Megapolítica multidimensional.
          Estrangeirismologia: o corps d´armée; a bellatrix iracundia (o furor guerreiro); o bachi-buzouk interpares; a verbis ad verbera (das palavras às pancadas); o agrément baratrosférico; a magnas componere lites; a pax in bello; o modus vivendi falacioso da pax quaeritur bello.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto ao emprego da Autolucidologia frente às vivências políticas.
          Megapensenologia. Eis 3 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Legiões erram voluntariamente. Militância: desvio político. Política: direitos, deveres.
          Filosofia: o anarquismo; o autoritarismo; o budismo; o catolicismo; o clubismo; o comunismo; o islamismo; o luteranismo, o maquiavelismo; o militarismo; o nacionalismo; o nepotismo; o populismo; o protestantismo; o sionismo; o vaticanismo.


                                             II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da militância irracional; a fôrma holopensênica combatente; a subadultidade do holopensene militar; os reciclopensenes, a reciclopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; a megapensenidade crítica; a mudança criteriosa para a higiene pensênica antibelicista; a maturidade holopensênica das questões, reflexões e atos cosmoéticos.
          Fatologia: a militância política; a falência dos ideais pacifistas nos massacres políticos militantes (politicídios); a honra militante com apelo às armas; as discussões militantes radicais sobre carnaval, desportos e religião; as ditaduras políticas impondo ordem e orientação para o “crescimento democrático”; as ditaduras patrimoniais confundindo a propriedade pública com a pessoal; as ditaduras civilistas e militares nas quais o caudilhismo torna-se adaptado às sociedades de massa; a eliminação física e moral das elites político-intelectuais contrárias; os partidos institucionalizados das controvérsias e manobras partidárias; o conflito permanente nas intrigas palacianas; a estrutura da militância em setores sociais, agrários ou operários; o antagonismo bélico da guerra fria no anticomunismo estadunidense; o terrorismo de Estado dos executivos fortes (Operação Condor); o Plano Aliança Para o Progresso (1961); o racionalismo econômico (CEPAL); a causa pró-ameríndio do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN); as articulações intersindicais; a questão social do operariado; os sindicatos patronais e / ou dos empregados; as certezas absolutas anticosmoéticas publicadas; as publicações desautorizadas da imprensa panfletária; a rixa secular entre brasões familiares ainda monárquicos; a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR); a Inquisição; as Cruzadas; os templários; as guerras santas; as raízes medievais do clero secular; o obscurantismo místico dilatado (credulidade); o éthos cristão protestante; as obsessões teológicas; a competição beligerante; a rivalidade persistente; a combatividade secular; os pseudodireitos e pseudodeveres; o sonho vermelho; o sonho verde (ecológico); os episódios de contestação explícita ou implícita; o relativismo político; a disfunção política; a intolerância ideológica; a grupalidade militante; a pax romana; o egocentrismo; as comissões da Verdade Histórica; o choque das guerras de papel na Academia; as polêmicas científicas eternas sobre o pingo do i nas titulações acadêmicas; o Conselho de Curadores nas universidades federais brasileiras; a Federação das Associações em Defesa da Anistia (FADA); o Comitê de Mulheres Pró-Democracia; a assistência material, através de lutas políticas, às classes desfavorecidas (benefícios previdenciários); a desobediência civil; a objeção de consciência; o compromisso antibélico; a concórdia efetiva; as respostas pragmáticas aos problemas da geopolítica ativa; a mão visível dos consensos políticos; as dimensões conscienciológicas da cidadania pós-militante; o quietismo político útil; o entendimento conciliador reciclante; as retificações evolutivas; a recomposição grupocármica a caminho de auto e heterolibertação; o autarmistício após a Recinologia Pessoal; o bom combate interassistencial; a responsabilidade comunitária; o SIPRI (Stockholm International Peace Research Institute); a Organização das Nações Unidas (ONU); a revolução intraconsciencial pacífica; a subversão ideativa serena; a Era dos Serenões e Serenonas enquanto hipótese da megapolítica planetária; a implantação do futuro Estado Mundial; a cidadania cósmica.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; a atuação dos(as) paraurbanistas assistidos e assistentes; as comunidades extrafísicas (comunexes) do ativismo sadio, dentro das paraciências politicológicas; a Parapolítica Cosmoética intermissiva; a Geopolítica Desassediadora; a Reurbex.


                                           III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo amparador-assistido; o sinergismo patológico das carências afetivas; o sinergismo planejamento-ação na antimilitância; o sinergismo religião-fanatismo; o sinergismo do maximecanismo multidimensional; o sinergismo do grupo evolutivo; o sinergismo das reconciliações grupocármicas; o sinergismo catalítico da interassistência.
          Principiologia: o princípio da descrença; o princípio da empatia evolutiva; o princípio do aproveitamento do tempo evolutivo; o princípio do aqui-agora-já, com força de mudança; o princípio do esgotamento da politicose; o princípio do posicionamento pessoal (PPP); o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio teático ínsito ao Manual de Prioridades Pessoais (MPP); os princípios da legalidade, dos direitos e deveres cívicos.
          Codigologia: o código de Hamurabi; os códigos da vitimização grupal; os códigos socioculturais e religiosos; os códigos do poder político; o código pessoal vigente (CPV); o código pessoal de Cosmoética (CPC) e o código grupal de Cosmoética (CGC) na superação do subcérebro militante; o código da autorreeducação política; o codex subtilissimus pessoal.
          Teoriologia: a teoria das lutas subversivas com intervenção militar; a teoria das interprisões grupocármicas; a teoria do pensene; a teoria da seriéxis; a teoria da inteligência evolutiva; a teoria-líder da Conscienciologia; as teorias do Curso Intermissivo desprezadas; a teoria do paradigma consciencial esquecida.
          Tecnologia: a técnica da militância política; a técnica do antimilitarismo; a técnica da evitação do sonambulismo existencial; a técnica do intrafoco político; a técnica da desassim; a técnica da invéxis; a técnica da recéxis; a técnica das autodecisões; a técnica diária do completismo pessoal; as técnicas paradiplomáticas; a técnica da autossuperação comunitária baseada em estatísticas motivadoras.
          Voluntariologia: o voluntariado assistencial; o voluntariado cosmoético; o voluntariado tarístico nas Instituições Conscienciocêntricas (ICs).
          Laboratoriologia: o laboratório da Evoluciologia; o laboratório da Pensenologia; o laboratório da Mentalsomaticologia; o laboratório da Paraeducação; o laboratório da Paragenética; o laboratório das retrocognições; o laboratório da Despertologia; o laboratório da Cosmoeticologia; as lições fundamentais do laboratório da Cosmovisiologia.
          Colegiologia: o Colégio Invisível dos Politicólogos; o Colégio Invisível da Desassediologia; o Colégio Invisível da Parapoliticologia; o Colégio Invisível da Paradireitologia; o Colégio Invisível da Conscienciologia; o Colégio Invisível da Holomaturidade.
          Efeitologia: o efeito da manipulação política; o efeito corrosivo dos patopensenes; o efeito ilusório da vida militante; o efeito manada; os efeitos das interprisões grupocármicas; o efeito patológico do desequilíbrio das ECs; o efeito ressonante antimilitância, com repercussões rápidas e inesperadas; o efeito do peso, autoridade e influência da Igreja revelada (cristã) contra a Filosofia, a Ciência e a racionalidade científica.
          Neossinapsologia: a rede sináptica subdesenvolvida; as neossinapses antimilitância desencadeando recins e recéxis; as neossinapses insurgentes, pesquisísticas e experimentais.
          Ciclologia: o ciclo das interprisões algoz-vítima; o ciclo prévio das desordens familiares; o ciclo reparatório; o ciclo permanente análise-síntese; o ciclo recéxis-recin; o ciclo virtuoso da automutação sadia; o ciclo erros-acertos-reciclagens-autorretratações; o ciclo evolutivo tacon-tares; o ciclo multiexistencial pessoal (CMP) da atividade pacifista.
          Enumerologia: o realizar recompositor (Experimentologia); o polemizar instigador (Descrenciologia); o disputar fraterno (Neoconviviologia); o harmonizar amplificado (Grupocarmologia); o interassistir esclarecedor (Taristicologia); o mediar evolutivo (Paradiplomaciologia); o sobrepairar assertivo (Pacifismologia), em distintas conjunções políticas na vida humana.
          Binomiologia: o binômio léxico militante-militar; o binômio político demolatria-democracia; o binômio dependência-tirania; o binômio regime militar–repressão autoritária; o binômio credulidade-robéxis; o binômio admiração-discordância; o binômio fatuística-parafatuística; o binômio querer-agir, no ativismo cosmoético.
          Interaciologia: a interação da Ficha Evolutiva Pessoal (FEP) com a amparabilidade, na antimilitância política; a interação autoconvívio sadio–heteroconvivência saudável na Política; a interação política nacional–política internacional; a interação grupocarma-maxiproéxis.
          Crescendologia: o crescendo tradição-renovação; o crescendo erro-correção; o crescendo retificação-ratificação; o crescendo evolutivo cronêmico Socin Patológica–Estado Mundial; o crescendo perdão-libertação; o crescendo guerra-paz; o crescendo Política-Parapolítica.
          Trinomiologia: o trinômio militante forças armadas–partido político–religião; o trinômio crença-ideologia-sistema; o trinômio combatente robéxis-incompléxis-melex; o trinômio peso-autoridade-influência; o trinômio autoconsciente maturidade-discernimento-perdão; o trinômio fatores de incentivo–neomeios–oportunidades reciclantes; o trinômio etológico passado-presente-futuro; o trinômio manifestar-opinar-contribuir; o trinômio dúvidas-equívocos-acertos.
          Polinomiologia: o polinômio subcerebralidade–paixão–intolerância–luta política.
          Antagonismologia: o antagonismo militância política / consciência política; o antagonismo ser / ter da vida política; o antagonismo crença / razão; o antagonismo das lutas de classe; o antagonismo varejismo / atacadismo; o antagonismo viver evolutivo / viver antievolutivo.
          Paradoxologia: o paradoxo da revolução intraconsciencial ser subversão ideológica pacífica; o paradoxo da Cosmoética Destrutiva; o paradoxo da consciência apolítica.
          Politicologia: a conscienciocracia; a bobocracia; a cerberocracia; a genuflexocracia; a assediocracia; a trafarocracia; a belicosocracia; a baratrosferocracia.
          Legislogia: as leis em defesa dos direitos, garantias individuais e coletivas; a lei da ficha limpa; a lei do maior esforço; a lei da interassistencialidade; a lei da interdependência evolutiva; a lei da empatia; a lei da espiral evolutiva; a lei do retorno; as leis da ação e reação.
          Filiologia: a autofilia; a autexperimentofilia; a neofilia; a cosmoeticofilia; a criticofilia; a sociofilia; a gregariofilia; a parapsicofilia.
          Fobiologia: a militofobia; a decidofobia.
          Sindromologia: a síndrome do lema “a luta continua”; a síndrome de Godot; a síndrome da dispersividade pessoal; a síndrome da robotização consciencial; a síndrome da despriorização existencial; a síndrome da ectopia efetiva (SEA); a síndrome da abstinência da Baratrosfera (SAB); a síndrome da Maria vai com as outras.
          Maniologia: a egomania; a fracassomania; a interprisiomania.
          Mitologia: o mito da perfeição política; o mito da estratégia superior; o mito da guerra santa; o mito dos guerrilheiros santos; o mito do realismo mágico militante; os mitos coletivos errados; o mito de evoluir sem errar; o mito da ditadura “branda”.
          Holotecologia: a autocriticoteca; a argumentoteca; a pensenoteca; a pesquisoteca; a autexperimentoteca; a fatoteca; a encicloteca; a pacificoteca; a parapsicoteca.
          Interdisciplinologia: a Antipoliticologia; a Parapatologia; a Belicosologia; a Subcerebrologia; a Conviviologia; a Teaticologia; a Cogniciologia; a Interassistenciologia; a Cosmoevoluciologia; a Maxirrecinologia; a Reeducaciologia; a Pacifismologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin beligerante; a consciência harmonizada; a conscin interassistencial; a consciência reeducada; a conscin pacificada.
          Masculinologia: o mercenário; o hoplômaco; o fanático; o combatente; o dissidente; o rival; o buscador-borboleta; o militar-militante brasileiro Nelson Werneck Sodré (1911–1999); o mediador; o sobrepairador; o recompositor; o pacificador; o homem de ação; o político assistencial.
          Femininologia: a mercenária; a hoplômaca; a fanática; a combatente; a dissidente; a rival; a buscadora-borboleta; a soldado Medeiros, Maria Quitéria de Jesus Medeiros (1792–1853), patrona do quadro complementar de oficiais do Exército Brasileiro; a mediadora; a sobrepairadora; a recompositora; a pacificadora; a mulher de ação; a política assistencial.
          Hominologia: o Homo sapiens politicus; o Homo sapiens parapoliticologus; o Homo sapiens experimentatus; o Homo sapiens revolutionator; o Homo sapiens priorologicus; o Homo sapiens publicus; o Homo sapiens cosmoethicista; o Homo sapiens paradiplomata.


                                          V. Argumentologia

          Exemplologia: minimilitância política = a realizada na instantaneidade do momento com base na emoção subcerebral exaltada; maximilitância política = a realizada devido à matriz mental enraizada na agressividade e falta de lucidez, possivelmente repetida vida após vida.
          Culturologia: as culturas medievalescas; as culturas políticas em valores e costumes seculares; os conceitos culturais militantes da negritude (a Civilização africana perante a dominação ocidental) e do quietismo político (a Índia sob o Império colonial inglês); o Ano Internacional da Cultura da Paz (UNESCO, 2000); a cultura da maturidade integradora; a cultura do esclarecimento interpares; o núcleo transcultural da Politicologia.
          Interprisão. Segundo hipótese de pesquisa da Interprisiologia, há interprisões persistentes na seriéxis, mantidas pela pensenidade anticosmoética e o revezamento de papéis militantes (algoz / vítima) em distintos grupos revolucionários, vida após vida humana.
          Ectopia. Os grupos de militância política, em geral, plenos de personalidades interprisioneiras, apresentam atuação deslocada e emocional pois sentem-se assistenciais na “luta pelos fracos e oprimidos”. Nesta forma, aceitam a premissa de os fins justificarem os meios, logo, se a minoria “prejudica” a maioria, então, elimina-se esta minoria e tudo se resolve.
          Psicossoma. A exacerbação emocional exalta a subcerebralidade do bicho humano ainda inconsciente, pois lutar de peito aberto contra exércitos é suicídio (antissomaticidade militante).
          Consequências. A atuação político-partidária emocional gera, pelo menos, duas consequências, relacionadas em ordem alfabética:
          1. Ampliação. Novos comprometimentos com as consciências convencidas, induzidas ou seduzidas tanto pelas propostas quanto pelas ideias defendidas (aderentes e satélites militantes).
          2. Interprisão. Reforço dos comprometimentos junto ao grupocarma multiexistencial, resultante das ações políticas erradas.
          Cultos. Nesta problemática geram-se cultos políticos carcerários, multimilenares, embasados na ideia (pen do pensene). Cultos, porque se baseam na fé cega; políticos, pois são atos politológicos; carcerários, visto indicarem a interprisão vivida.
          Ativismo. Importa na ação antimilitante concretizar-se o ativismo político cosmoético através de agentes políticos comunitários (consciências diplomáticas disponíveis).
          Interassistenciologia. Conforme a Interassistenciologia, a superação da militância política, pelo estudo e vivência, instala-se com eliminação de retroequívocos combatentes, avançando do belicismo subcerebral às tarefas recompositoras.
          Terapeuticologia. Eis, por exemplo, na ordem lógica, 7 posturas técnicas capazes de transcender o simples interesse, pessoal ou grupal, para produzir a insurgência recompositora:
          1. Voliciolina. A vontade granítica redirecionada às metas da recomposição política.
          2. Lucidez. As neoformas reciclantes e antiprisioneiras orientadas pela lucidez.
          3. Cosmoética. O conceito de autorrendição cosmoética incondicional.
          4. Teática. A pré-reflexão dos atos para a melhoria da Ficha Evolutiva Pessoal.
          5. Maxiconvergência. A maximização de recursos para sanear a cultura da Perdologia.
          6. Experimentação. Os saberes experienciados na construção de produmetria útil.
          7. Base histórica. A ratificação, no tempo, do princípio da prioridade compulsória (PPC).
          08. Solucionática. A exposição de soluções ao invés de problemas.
          09. Ortopensenidade. A maturidade ortopensênica explicitada nos fatos e parafatos.
          10. Acabativa. O completismo das ações relevantes intencionadas.
          11. Diplomacia silente. O agir ativo para depois calar em anonimato sincero.


                                           VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a militância política, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Agente comunitário multidimensional: Interassistenciologia; Homeostático.
          02. Benemérito urbano: Conviviologia; Homeostático.
          03. Brainwashington: Parassociologia; Nosográfico.
          04. Consciência política: Politicologia; Neutro.
          05. Exemplologia: Parapedagogiologia; Neutro.
          06. Geopolítica desassediadora: Consciencioterapia; Neutro.
          07. Hibernação política: Politicologia; Nosográfico.
          08. Hipocrisia política: Parapatologia; Nosográfico.
          09. Honra ectópica: Cosmoeticologia; Nosográfico.
          10. Irracionalidade religiosa: Parapatologia; Nosográfico.
          11. Obtusidade política: Politicologia; Nosográfico.
          12. Política pública errada: Antipoliticologia; Nosográfico.
            13. Reciclogenia: Autorrecexologia; Homeostático.
            14. Reeducação para a paz: Pacifismologia; Homeostático.
            15. Revolução conscienciológica: Evoluciologia; Homeostático.
    NA MILITÂNCIA POLÍTICA CONCRETIZAM-SE ATIVISMOS
   ANTICOSMOÉTICOS, FUNDAMENTO DA DESASSISTÊNCIA
  À COMUNIDADE. A SITUAÇÃO PODE SER MUDADA PELA
 AÇÃO EXEMPLAR DE AGENTES POLÍTICOS DIPLOMATAS.
            Questionologia. Você, leitor ou leitora, manifesta militância política em qual formato: mini ou maxiativismo? Já exemplifica-se, enquanto agente da diplomacia política comunitária?
            Bibliografia Específica:
            01. Bobbio, Norberto; A Teoria das Formas de Governo na História do Pensamento Político (La Teoria delle Forme di Governo nella Storia Del Pensiero Político); pref. Celso Lafer; trad. Sérgio Bath; 180 p.; 14 caps.; 185 enus.; 1 microbiografia; 2 tabs.; 1 nota para edição brasileira; 67 notas bibliográficas; 26 x 13 cm; enc.; 10ª Ed.; Editora UnB; Brasília, DF; 1997; páginas 173 a 179.
            02. Châtelet, François; Duhamel, Olivier; & Pisier-Kouchner, Evelyne; História das Idéias Políticas (Histoire des Idées Politiques); trad. Carlos Nelson Coutinho; 400 p.; 10 caps.; 32 subcaps.; 92 citações; 320 enus.; 6 esquemas; 3 microbiografias; 260 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Jorge Zahar Editor; Rio de Janeiro, RJ; 1985; páginas 13 a 36 e 370 a 394.
            03. Dreifuss, René Armand; A Época das Perplexidades: Mundialização, Globalização e Planetarização Novos Desafios; 350 p.; 4 seções; 8 caps.; 30 subcaps.; 6 citações; 1 tab.; 1 website; 634 notas bibliográficas; 158 refs.; 23 x 16 cm; br.; 4ª Ed.; Vozes; Petrópolis, RJ; 2001; páginas 321 a 340.
            04. Guimarães, Tania; Politologia e Cosmoética; Artigo; Anais 2003-2010 do Colégio Invisível da Cosmoeticologia; VII Encontro do Colégio Invisível da Cosmoeticologia; Natal, RN; 06-08.10.06; 14 enus.; 3 filmes; 11 refs.; alf.; 30 x 21 x 3,5 cm; enc.; Foz do Iguaçu, PR; Abril, 2011; páginas 329 a 344.
            05. Macedo, Edir; & Oliveira, Carlos; Plano de Poder: Deus, os Cristãos e a Política; 126 p.; 10 caps.; 5 enus.; 2 fotos; 1 website; 3 refs.; 21 x 13,5 cm; br.; Thomas Nelson Brasil; Rio de Janeiro, RJ; 2008; páginas 11 a 22 e 93 a 122.
            06. Martins Filho, João Roberto; Movimento Estudantil e Ditadura Militar: 1964-1968; pref. Caio Navarro de Toledo; revisoras Maria Clarice C. Villa; & Alexandra Cardoso de Almeida; 216 p.; 5 caps.; 35 subcaps.; 5 enus.; 54 fotos; 14 ilus.; 1 microbiografia; 12 tabs.; 55 notas; 92 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Papirus; Campinas, SP; 1987; páginas 15 a 65 e 203 a 205.
            07. Mitchell, Peter; & Schoeffel, John; Orgs.; Para Entender o Poder: O Melhor de Noan Chomsky (Understanding Power: The Indispensable Chomsky); trad.; Eduardo Francisco Alves; 546 p.; 10 caps.; 139 subcaps.; 1 foto; alf.; 23 x 16 x 3 cm; br.; Bertrand Brasil; Rio de Janeiro, RJ; 2005; páginas 66 a 77, 193 a 237 e 485 a 536.
            08. Razera, Graça; & Razera, Giselle; A Proéxis de Bertoni: Um Exemplo de Automotivação; Artigo; Conscientia; Revista; Trimestral; Vol. 7; N. 2; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; Abril-Junho, 2003; páginas 54 a 69.
            09. Reich, Wilhelm; Escuta, Zé Ninguém (Rede an den Kleinen Mann); trad. Maria de Fátima Bivar; 112 p.; 8 citações; 1 microbiografia; 21 x 14 cm; br.; 8ª Ed.; Livraria Martins Fontes; São Paulo, SP; Maio, 1977; páginas 21 a 23 e 104 a 111.
            10. Rodrigues, Edgard; Os Libertários: Idéias e Experiências Anárquicas; 302 p.; 25 caps.; 68 enus.; 152 refs.; 21 x 14 cm; br.; Vozes; Petrópolis, RJ; Julho, 1988; páginas 11 a 23.
            11. Salles, Rosemary; Consciência em Revolução; pref. Waldo Vieira; revisores Cristina Arakaki; et al.; 216 p.; 3 seções; 24 caps.; 30 E-mails; 1 entrevista; 1 enu.; 1 foto; 1 microbiografia; 13 websites; glos. 153 termos; 29 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2003; páginas 33 a 84 e 162.
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                                                                                                                    T. G.