Medo de Errar

O medo de errar é o estado ou condição íntima de inquietação, perturbação, ansiedade ou apreensão da conscin, homem ou mulher, prematurando a possibilidade de cometer desacertos, enganos, omissões ou incorreções nas diferentes atividades a serem realizadas no âmbito intra ou extrafísico.

O medo de errar ainda atinge você, leitor ou leitora? Qual tem sido o tamanho do encolhimento consciencial nesta vida humana?

      MEDO DE ERRAR
                                    (PARAPATOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O medo de errar é o estado ou condição íntima de inquietação, perturbação, ansiedade ou apreensão da conscin, homem ou mulher, prematurando a possibilidade de cometer desacertos, enganos, omissões ou incorreções nas diferentes atividades a serem realizadas no âmbito intra ou extrafísico.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. A palavra medo vem do idioma Latim, metus, “medo; temor; desassossego; inquietação; ansiedade; temor religioso; objeto de temor”. Surgiu no Século XIII. O termo errar provém igualmente do idioma Latim, errare, “vagar; andar sem destino; apartar-se do caminho; perder-se; errar; cometer alguma falta; enganar-se; hesitar; duvidar”. Apareceu no mesmo Século XIII.
          Sinonimologia: 1. Temor de errar. 2. Pavor de errar. 3. Receio do erro. 4. Aversão ao erro.
          Neologia. As duas expressões compostas minimedo de errar e maximedo de errar são neologismos técnicos da Parapatologia.
          Antonimologia: 1. Coragem ante o erro. 2. Bravura mediante o erro. 3. Destemor ao erro. 4. Desembaraço frente ao erro. 5. Arrojo mediante o erro. 6. Aproveitamento do erro.
          Estrangeirismologia: a falta de upgrade nas realizações pessoais; a self-sabotage; o medo de tornar-se loser; as high expectations; o medo del rechazo; a perda do timing evolutivo.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à assunção das próprias potencialidades.
          Proverbiologia: – Errar é humano. É errando que se aprende. É tudo ou nada.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal de evitação do erro; o holopensene pessoal de evitação da vulnerabilidade; o holopensene da autossobrevivência; o holopensene pessoal da parapatologia da insegurança; a incerteza pensênica estagnante; os nosopensenes; a nosopensenidade; os patopensenes; a patopensenidade; os circumpensenes; a circumpensenidade; os morbopenses; a morbopensenidade; a rigidez pensênica; as intoxicações energéticas pelas autopensenidades patológicas; a paraprofilaxia da autodepreciação através da manutenção do holopensene pessoal sadio.
          Fatologia: o medo de errar; o amedrontamento; o desejo de evitar o erro; o medo à vulnerabilidade; a ansiedade irracional ante o desconhecido; o perigo imaginário limitador; as interrogações mortificantes; a paralisação frente às dificuldades; a inação; a situação ideal almejada qual meta; a rememoração de equívocos trazendo à tona o sentimento de vergonha; os traumas mal resolvidos; o receio de falhar novamente; a autoimputação do “atestado de incompetência”
devido à interpretação equivocada das adversidades da vida como sendo indicador de incapacidades pessoais; o erro sempre interpretado como sendo fracasso; a aversão a qualquer situação de risco; a constante busca por garantias; a luta pelo pseudocontrole frente às situações críticas; o escudo pesado do perfeccionismo como forma de defesa; o temor diante da impossibilidade de medição; o acovardamento; o medo do pior acontecer; o medo de ser “pego de calças curtas”; a antecipação contínua; a dependência emocional; a falta de autocontrole; a falta de posicionamento; o ato de andar em círculos; o hábito de “ficar cozinhando” as situações envolvendo autoposicionamentos; a falta de compreensão sobre o possível a ser realizado para o momento evolutivo; a falta de pacificação íntima; a elaboração mental de planos alternativos visando a evitação do erro; a perda das oportunidades evolutivas; as interprisões grupocármicas; o erro crasso; a aprendizagem negligenciada; a reciclagem abortada; o ato de não abrir mão; o orgulho ferido; a vaidade; a exacerbação dos trafares; a autoimagem distorcida; a pusilanimidade; a autossabotagem das potencialidades; a capacidade consciencial ociosa; o entorpecimento da inteligência evolutiva (IE); a falta de confiança na delegação de tarefas; a inabilidade de lidar com a crítica; a necessidade patológica da heteraceitação; o foco no loc externo; a inabilidade de apreciar a vida; o autengano; as autotraições; a desconfiança; a labilidade emocional; a necessidade de aprender a perder; a eliminação do perfeccionismo; a evitação de conclusões precipitadas e aprioristas; a substituição do orgulho e da vaidade pela interassistencialidade diante da crítica; a eliminação das crenças equivocadas sobre si mesmo; as desdramatizações; o autodestravamento; o ato de rir dos próprios erros; a aceitação natural do erro; a assunção das potencialidades; a apropriação da força consciencial; o ato de centrar-se no positivo; a fixação em objetivos realistas; a recomposição grupocármica; a valorização das oportunidades evolutivas; a retomada da proéxis; a aceleração da História Pessoal; a imperturbabilidade; a autonomia evolutiva.
          Parafatologia: os bloqueios à autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a autolimitação parapsíquica; a heterassedialidade; os autotravões multiexistenciais; a visão trafarista dificultando a conexão com o amparo extrafísico; as raízes holobiográficas pessoais; o afastamento da parabiografia; o desperdício de energias conscienciais (ECs); a necessidade da mobilização básica das energias (MBE), ampliadora da lucidez para autenfrentamentos sadios; o desenvolvimento da sinalética energética e parapsíquica pessoal.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo patológico estagnação–regressão evolutiva; o sinergismo autoimperdoamento-heteroperdoamento; o sinergismo coragem-discernimento; o sinergismo refletir sobre o passado–enfrentar o presente.
          Principiologia: o princípio do posicionamento pessoal (PPP); o princípio de aprender com os erros.
          Voluntariologia: o voluntariado conscienciocêntrico enquanto celeiro de atividades reciclogênicas; o voluntário conscin-cobaia.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico das Autorretrocogniciologia.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Cosmoeticologia; o Colégio Invisível da Pensenologia.
          Efeitologia: os efeitos da pusilanimidade no comportamento pessoal; os efeitos paralisantes do medo de errar; o efeito da ausência de respeito aos próprios limites; o efeito das cobranças exageradas a si mesmo e às demais conscins; o efeito danoso da competitividade; o efeito da procrastinação por jamais achar algo estar bom o suficiente para iniciar a ação; o efeito da omissão deficitária gerada pelo medo de errar; os efeitos somáticos das autocobranças excessivas; o efeito halo dos acertos pessoais.
          Neossinapsologia: as retrossinapses cristalizadas dificultando as neossinapses.
          Ciclologia: o ciclo erro-correção-acerto; o ciclo de fugas e evitações; o ciclo das oportunidades evolutivas desperdiçadas; o ciclo medo-recuo-frustração; o ciclo medo de errar–start da precaução; o ciclo reparatório.
          Enumerologia: a ansiedade crônica; o frio na barriga; a insegurança íntima; a autocrítica exacerbada; o sentimento catastrófico; a autassedialidade; a autagressão.
          Binomiologia: o binômio patológico medo–antecipação disfuncional; o binômio medo-acovardamento; o binômio aversão ao risco–busca pelo controle; o binômio incompléxis-melin; o binômio patológico neofobia-decidofobia; o binômio autaceitação-acerto; o binômio distorções cognitivas–autocrenças sabotadoras; o binômio busca por aceitação–imaturidade; o binômio crise-oportunidade; o binômio compromisso evolutivo–responsabilidade maxiproexológica.
          Interaciologia: a interação dor-medo; a interação medo-vergonha; a interação ansiosismo-mitificação; a interação medo-insegurança; a interação pusilanimidade-paralisia-incompléxis; a interação Ficha Evolutiva Pessoal (FEP)–Errologia Pessoal.
          Crescendologia: o crescendo patológico abatimento consciencial–abandono proexológico; o crescendo ansiedade-erro; o crescendo reabilitador erro–retratação.
          Trinomiologia: o trinômio preocupação-insegurança-medo; o trinômio vulnerabilidade-medo-rigidez; o trinômio medo de passar vergonha–procrastinação–perda do timing da ação; o trinômio dificuldade em lidar com imprevistos–pavor do desconhecido–inflexibilidade.
          Antagonismologia: o antagonismo enfrentamento / fuga; o antagonismo loc interno / loc externo; o antagonismo vontade de acertar / medo de errar; o antagonismo controle / ausência de autocontrole; o antagonismo vida sem medo / medo da vida; o antagonismo miserabilidade pessoal / maturidade consciencial; o antagonismo prevalência dos medos / singularidade da coragem.
          Paradoxologia: o paradoxo de o medo de errar induzir ao erro; o paradoxo do medo do sucesso; o paradoxo da necessidade do controle e falta de autocontrole.
          Politicologia: a egocracia; a fobiocracia; a autocracia; a corruptocracia; a autopesquisocracia.
          Legislogia: a lei do maior esforço em não repetir os erros seculares; a lei de Murphy.
          Fobiologia: a decidofobia; a criticofobia; a autopesquisofobia; a conviviofobia; a autocriticofobia; a parapsicofobia; a neofobia; a reciclofobia; a fobia social.
          Sindromologia: a síndrome da apriorismose; a síndrome de burnout; a síndrome da mediocrização; a síndrome da pré-derrota; a síndrome do ansiosismo; a síndrome da fadiga crônica; a síndrome do primeiro lugar.
          Maniologia: a mania de antecipar a desaprovação; a mania da elaboração de planos mentais diversos; a mania de nunca se sentir bom o suficiente; a fracassomania; a mania de querer ser perfeito; a mania de estabelecer objetivos pessoais excessivamente elevados.
          Mitologia: o mito da perfeição; o mito de somente o alcance do primeiro lugar possuir valor.
          Holotecologia: a recexoteca.
          Interdisciplinologia: a Parapatologia; a Subcerebrologia; a Psicossomatologia; a Autopesquisologia; a Conscienciometrologia; a Consciencioterapia; a Experimentologia; a Conviviologia; a Retrocogniciologia; a Extrafisicologia; a Parapercepciologia; a Autodesassediologia; a Interassistenciologia.


                                          IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin insegura; a consciência autoculpada; a pessoa acuada; a consciênçula; a conscin imatura; a conscin riscofóbica.
          Masculinologia: o apriorista; o medroso, o fóbico; o ansioso; o inseguro; o desconfiado; o orgulhoso; o arrogante; o perfeccionista; o controlador; o indeciso; o centralizador; o murista; o procrastinador; o evoluciente; o antepassado de si mesmo; o algoz de si mesmo; o autocastrado; o assediado; o assediador; o vampiro energético; o compassageiro evolutivo; o pré-serenão vulgar.
          Femininologia: a apriorista; a medrosa, a fóbica; a ansiosa; a insegura; a desconfiada; a orgulhosa; a arrogante; a perfeccionista; a controladora; a indecisa; a centralizadora; a murista; a procrastinadora; a evoluciente; a antepassada de si mesma; a algoz de si mesma; a autocastrada; a assediada; a assediadora; a vampira energética; a compassageira evolutiva; a pré-serenona vulgar.
          Hominologia: o Homo sapiens anxius; o Homo sapiens pathopensenicus; o Homo sapiens autassediatus; o Homo sapiens autassediator; o Homo sapiens egocentricus; o Homo sapiens retromimeticus; o Homo sapiens materialis.


                                       V. Argumentologia

          Exemplologia: minimedo de errar = a inquietação íntima gerada pela necessidade de mudança na escolha profissional; maximedo de errar = a apreensão e ansiedade frente à consecução da proéxis.
          Culturologia: a cultura do medo; a cultura patológica da irreflexão; a cultura da postergação; a cultura da incoerência; a cultura da incerteza; a cultura da autovitimização; a cultura patológica da indisciplina autopensênica; a cultura de premiar somente os melhores.
          Somatologia. Sob a perspectiva da Fisiologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 17 reações somáticas e emocionais provindas do medo de errar:
          01. Agressividade.
          02. Ansiedade.
          03. Diarreia.
          04. Dificuldade para se concentrar.
          05. Espasmos e tremores.
          06. Fadiga.
          07. Falta de ar.
          08. Frio na barriga.
          09. Infecções urinárias.
          10. Inquietação.
          11. Irritabilidade.
          12. Náusea.
          13. Nervosismo.
          14. Ondas de calor.
          15. Taquicardia.
          16. Tensão muscular.
          17. Tontura.
          Etiologia. Sob a ótica da Passadologia, algumas circunstâncias da vida atual ou de vidas pregressas podem estar na raiz dos temores e fobias. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, duas prováveis causas dos transtornos:
          1. Acontecimentos traumatizantes: as humilhações; as desaprovações; o erro cometido comprometendo a vida humana; o erro cometido prejudicando outras consciências; as omissões na vida atual gerando problemas crônicos.
          2. Aprendizagem social (imitação de modelos): as inseguranças e fobias dos pais, familiares e pessoas significativas.
          Taxologia. Eis, em ordem alfabética, 18 exemplos de medos passíveis de se fazerem presentes nas manifestações da conscin com medo de errar:
          01. Medo da autexposição.
          02. Medo da crítica.
          03. Medo da desaprovação.
          04. Medo da mudança.
          05. Medo da perda.
          06. Medo da realidade.
          07. Medo da rejeição.
          08. Medo da responsabilidade.
          09. Medo de endividar-se.
          10. Medo de envelhecer.
          11. Medo de não ser considerado.
          12. Medo de não ser digno.
          13. Medo de ser avaliado.
          14. Medo de tomar decisões.
          15. Medo do diferente.
          16. Medo do novo.
          17. Medo do ridículo.
          18. Medo do sucesso.
          Caracterologia. Segundo a Experimentologia, o medo de errar, tem como mecanismo desencadeador a vergonha. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, 7 consequências do medo de errar:
          1. Desconexão: o desgaste energético e a desconexão com os amparadores, gerados pela busca incessante de controle das situações, dificultando a forma sadia de pensar sobre as escolhas.
          2. Embotamento: o impedimento da manifestação dos atributos conscienciais já desenvolvidos, pela impercepção de insights, impedimento da leitura de situações e inovações.
          3. Incapacidade: o baixo nível de autocontrole e autoconhecimento, gerados pela interpretação equivocada das adversidades da vida como sendo indicadores da própria incapacidade.
          4. Insegurança: a incerteza íntima do próprio potencial e insegurança, fomentando postura defensiva perante a vida, geradas pela percepção nebulosa da força consciencial.
          5. Paralisação: o controle excessivo pela necessidade de corresponder às expectativas dos outros e o receio de ser criticado, mantendo a conscin fora da linha de atuação dos compromissos multidimensionais assumidos.
          6. Perfeccionismo: a busca constante por fazer tudo muito bem feito e querer ser sempre o melhor, pela crença de poder minimizar ou evitar o sentimento de culpa, julgamento e vergonha.
          7. Vulnerabilidade: a aversão ao risco e à vulnerabilidade, pelo sentimento de onipotência como se tudo pudesse ser estudado, pensado, organizado e controlado.
          Terapeuticologia. Pelos critérios da Paraterapeuticologia, a cura do medo de errar tem início quando a conscin aprofunda a autopesquisa, identificando e assumindo própria força consciencial, ou seja, a bagagem, a experiência anterior, a autovivência, a força assistencial já desenvolvida, atualizando a autoimagem, ressignificando o erro e principalmente entendendo no contexto multidimensional e seriexológico o fato de quase tudo ser reparável, mutável, incontrolável. As vivências oportunizadas são ferramentas valiosas para a evolução.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o medo de errar, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Angústia humana: Parapatologia; Nosográfico.
          02. Anorexia decisória: Decidologia; Nosográfico.
          03. Ansiedade social: Parapatologia; Nosográfico.
          04. Antagonismo loc interno / loc externo: Holomaturologia; Neutro.
          05. Autassédio: Parapatologia; Nosográfico.
          06. Autobloqueio: Autassediologia; Nosográfico.
          07. Conscin controladora: Parapatologia; Nosográfico.
          08. Conscin perfeccionista: Parapatologia; Nosográfico.
          09. Decidofobia: Parapatologia; Nosográfico.
           10.    Medo: Subcerebrologia; Nosográfico.
           11.    Pesquisa do erro: Autopesquisologia; Homeostático.
           12.    Repercussão do medo: Parapatologia; Nosográfico.
           13.    Síndrome da pré-derrota: Parapatologia; Nosográfico.
           14.    Vontade de acertar: Voliciologia; Homeostático.
           15.    Tríade da erronia: Parapatologia; Nosográfico.
 O MEDO DE ERRAR TRAZ A PERDA DO TIMING EVOLUTIVO, PELA AUTOPARALISAÇÃO ATUANDO COMO BLOQUEADOR EVOLUTIVO E ENCOLHIMENTO CONSCIENCIAL.
    EVOLUIR EXIGE AUTOPOSICIONAMENTO COSMOÉTICO.
           Questionologia. O medo de errar ainda atinge você, leitor ou leitora? Qual tem sido o tamanho do encolhimento consciencial nesta vida humana?
           Bibliografia Específica:
           1. Brown, Brené; A Coragem de Ser Imperfeito (Daring Greatly); revisores Clarissa Peixoto; et al.; trad. Joel Macedo; 206 p.; 13 partes; 7 caps.; 14 notas; 76 refs.; 10 webgrafias; 16 x 23 cm; br.; Sextante; Rio de Janeiro, RJ; 2013; páginas 9 a 126.
           2. Seno, Ana; Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais; pref. Málu Balona; revisores Equipe de Revisores da Editares; 342 p.; 4 seções; 29 caps.; 36 citações; 1 diagrama; 22 E-mails; 70 enus.; 2 esquemas; 2 fluxogramas; 1 foto; 4 ilus.; 1 microbiografia; 1 planilha; 9 tabs.; 20 websites; glos. 181 termos; 17 filmes; 183 refs.; 2 apênds.; 23 x 16 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2013; páginas 77 a 127.
           3. Machado, Cesar; Proatividade Evolutiva sob a Ótica da Autoconsciencioterapia; pref. Tony Musskopf; revisores Equipe de Revisores da Editares; 440 p.; 7 seções; 53 caps.; 69 abrevs.; 2 diagramas; 21 E-mails; 309 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 14 tabs.; 20 websites; glos. 213 termos; 6 infografias; 10 filmes; 406 refs.; alf.; geo.; 23 x 16 x 3 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014, páginas 91 a 96.
                                                                                                                     D. Z. G.