Exploração Subumana

A exploração subumana é a condição nociva de abuso, escravização, ou subjugação ao princípio consciencial subumano patrocinada pela conscin, homem ou mulher, indiferente aos preceitos da Cosmoética.

Você, leitor ou leitora, já refletiu sobre a evolução do subumano? Você usufrui do trabalho subumano? Qual o nível da retribuição pessoal prestada por você?

      EXPLORAÇÃO SUBUMANA
                                   (COSMOETICOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. A exploração subumana é a condição nociva de abuso, escravização, ou subjugação ao princípio consciencial subumano patrocinada pela conscin, homem ou mulher, indiferente aos preceitos da Cosmoética.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. O vocábulo exploração vem do idioma Latim, exploratio, “observação; exame; espionagem”. Apareceu no Século XIX. O prefixo sub deriva também do idioma Latim, sub, “sob; embaixo de; por baixo de; abaixo de”. O vocábulo humano procede do mesmo idioma Latim, humanus, “humano; próprio do Homem; amável; benigno; bondoso; erudito; civilizado; instruído nas Humanidades”. Surgiu no Século XIII.
          Sinonimologia: 1. Escravização subumana. 2. Servidão subumana. 3. Sujeição subumana. 4. Subjugação subumana. 5. Abuso subumano. 6. Espoliação subumana. 7. Tiranização subumana.
          Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 15 cognatos derivados do vocábulo exploração: explorabilidade; explorada; explorado; explorador; exploradora; explorante; explorar; exploratício; explorativo; exploratório; explorável; inexploração; inexplorada; inexplorado; inexplorável.
          Neologia. As 2 expressões compostas miniexploração subumana e maxiexploração subumana são neologismos técnicos da Cosmoeticologia.
          Antonimologia: 1. Exploração infantil. 2. Exploração humana. 3. Exploração geográfica. 4. Libertação subumana. 5. Ociosidade subumana. 6. Inexploração subumana. 7. Autonomia subumana.
          Estrangeirismologia: os hobbies anticosmoéticos; os cowboys modernos; os pets.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à Cosmoética no convívio com subumanos.
          Megapensenologia. Eis 1 megapensene trivocabular sintetizando o tema: – Subumanos: parceiros evolutivos.
          Coloquiologia. Eis 4 expressões coloquiais, em ordem alfabética, inerentes ao tema: boi de piranha; burro de carga; cavalo de batalha; bode expiatório.
          Citaciologia: – Sirvo-me de animais para instruir os homens (La Fontaine,1621–1695).
          Proverbiologia: – Se ferradura desse sorte, cavalo não puxava carroça.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da exploração; os zoopensenes; a zoopensenidade; os belicopensenes; a belicopensenidade; os patopensenes; a patopensenidade; os conviviopensenes; a conviviopensenidade; a ausência dos ortopensenes; a ausência da ortopensenidade; os arrogopensenes; a arrogopensenidade; os ludopensenes; a ludopensenidade.
          Fatologia: a exploração subumana; a zooconvivialidade patológica; a tirania do animal humano sobre o animal subumano; a indiferença às necessidades do subumano; a coisificação dos princípios conscienciais; o gigolô de animais; o filhote na vitrine dos pets; o paradigma cartesiano chancelando a ideia falaciosa de animal-máquina; o paradigma religioso chancelando a exploração do subumano; os sacrifícios religiosos de animais; a crueldade banalizada; a matança diária de milhões de animais para alimentação humana; as festas populares, públicas, privativas e religiosas regadas a cadáveres subumanos; a matança nas vésperas dos feriados; os subumanos criados industrialmente para o abate; a pecuária extensiva estimulando o desmatamento; a emissão de gás metano pela eructação e flatulência na pecuária contribuindo para o aquecimento global; o escravagismo, o racismo, o especismo, a autestigmatização da conscin humana através dos maus tratos aos subumanos; o animal de carga; o animal de corte; as cobaias de laboratório; a farmacêutica destruindo vidas subumanas em busca de solução ou cura humana; o sofrimento animal transformado em espetáculo; o subumano brinquedo de criança; o bestialismo; o adestramento embasado na dor; o casca grossa evolutivo; as excrescências tradicionais e conservantistas; a satisfação malévola; os eufemismos alienantes; a matança institucionalizada; o status moral do subumano; o subumano senciente; os comportamentos patológicos do subumano no zootel; o antropomorfismo como impedimento de perceber as necessidades do animal; o reconhecimento de trabalhos prestados; o desenvolvimento das habilidades do animal subumano; o bem-estar animal; o saldo na Ficha Evolutiva Pessoal (FEP); o holocarma; as oportunidades humanas de desenvolver a megafraternidade; a responsabilidade cosmoética; o senso de universalismo.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; o parambiente degradado; o parambiente interditado dos matadouros; a ambientex alimentada por zooenergias deletérias; as zooenergias como variável interveniente; a assimilação simpática entre subumano e humano; a assimilação antipática entre humano e subumano; a holomemória do princípio consciencial; as projeções de paraaculturação profiláticas; a Central Extrafísica da Fraternidade (CEF).


                                           III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo força bruta–força imoral; o sinergismo ignorância-necessidade; o sinergismo oportunismo–mão de obra gratuita.
          Principiologia: o princípio da inseparabilidade grupocármica; o princípio cosmoético de objetivar sempre o melhor para todos; o princípio da interprisão grupocármica; o princípio da empatia evolutiva; o princípio da autorreeducação; o princípio da economia de males; o princípio da primazia da consciência no Cosmos; o princípio do universalismo.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC); o código grupal de Cosmoética (CGC).
          Teoriologia: a teoria da fraternidade universal evolutiva; a teoria do Evolucionismo; a teoria da domesticação mútua.
          Tecnologia: a técnica da interassistencialidade evolutiva; a técnica da retribuição pessoal; a técnica da evitação do subcérebro abdominal; a técnica da eliminação das automimeses dispensáveis; a técnica da evitação da apriorismose; a técnica da recéxis; a técnica da ortopensenidade.
          Voluntariologia: o voluntariado em ONG de proteção animal.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Cosmoeticologia.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Cosmoética; o Colégio Invisível da Assistenciologia; o Colégio Invisível da Conviviologia.
          Efeitologia: o efeito evolutivo da amizade.
          Ciclologia: o ciclo erro-correção-acerto; o ciclo algoz-vítima; o ciclo ressoma-dessoma; o ciclo de reeducação das condutas pessoais; o ciclo ação-reação-reeducação.
          Enumerologia: o criacionismo; o racismo; o especismo; o escravagismo; o gersismo; o ignorantismo; o tradicionalismo; o tiranismo; o oportunismo; o espertismo.
          Binomiologia: o binômio submissão-manipulação; o binômio autopensenidade doentia–holopensene perverso; o binômio domesticação-apoderamento; o binômio subjugação-violência.
          Interaciologia: a interação humano-subumano; a interação autopensene-zoopensene; a interação ignorância-violência; a interação liderança-assistencialidade; a interação princípio consciencial evoluído–princípio consciencial não evoluído; a interação subumano fiel–humano traiçoeiro; a interação conscin preguiçosa–subumano operário.
          Crescendologia: o crescendo patológico erros sutis recorrentes–erro cronicificado; o crescendo patológico egoísmo-fascínio-aprisionamento; o crescendo patológico tácito negligência-acumpliciamento; o crescendo Ética Humana–Cosmoética.
          Trinomiologia: o trinômio subumano–pré-serenão–Serenão; o trinômio Botânica-Zoologia-Antropologia; o trinômio autassédio-autocorrupção-acriticismo; o trinômio instinto-ignorância-obtusidade; o trinômio inexperiência-irracionalidade-erro; o trinômio imaturidade-desafeição-psicopatia; o trinômio erro-autoconscietização-reciclagem; o trinômio maus hábitos–tradição–fôrma holopensênica; o trinômio interação-amizade-confiança.
          Polinomiologia: o polinômio ignorância–automimese–tradicionalismo–idiotismo cultural; o polinômio ignorância-preconceito-intolerância-violência; o polinômio aproximação-empatia-amizade-interassistência; o polinômio tarefa-habilidade-talento-excelência.
          Antagonismologia: o antagonismo senso de propriedade / senso de cuidado; o antagonismo reprodução cosmoética / criador mercantilista; o antagonismo guarda responsável / exploração desmedida; o antagonismo humano remunerado / subumano explorado; o antagonismo animal almofada / animal sobrecarregado; o antagonismo propriedade / consciência.
          Paradoxologia: o paradoxo protetor-explorador; o paradoxo festa humana–velório subumano.
          Politicologia: a tibieza das políticas públicas; a zoocracia; a tiranocracia; a democracia; a meritocracia.
          Legislogia: a lei dos crimes ambientais; a lei do mais forte; a lei do menor esforço; a lei do gersismo; a ausência dos direitos trabalhistas; a lei de causa e efeito; a lei da interassistencialidade; as leis dos direitos dos animais; as leis da Bioética; as leis da Cosmoética; as leis da empatia; a lei da evolução consciencial inevitável; as leis holocármicas; a lei da interdependência entre os princípios conscienciais; a Declaração Universal dos Direitos dos Animais; a Declaração Universal dos Direitos Humanos; a lei tolerante aos sacrifícios animais avalizada pelas religiões.
          Filiologia: a biofilia; a zoofilia; a conviviofilia; a conscienciofilia; a eticofilia; a cosmoeticofilia; a assistenciofilia.
          Fobiologia: a zoofobia; a equinofobia; a coleciofobia; a agrizoofobia; a cinofobia; a ailurofobia; a xenofobia.
          Sindromologia: a síndrome da ectopia afetiva (SEA); a síndrome do infantilismo; a síndrome de Ninrode.
          Maniologia: a zoomania; a egomania.
          Mitologia: o mito da posse de consciências; o mito do subumano ser recurso natural explorável; o mito do criacionismo; o mito do antropocentrismo; o mito do paraíso perdido; o mito da ação sem retorno.
          Holotecologia: a evolucioteca; a ecoteca; a zooteca; a convivioteca; a recexoteca; a eticoteca; a cosmoeticoteca.
          Interdisciplinologia: a Cosmoeticologia; a Conviviologia; a Etologia; a Zoologia; a Evoluciologia; a Parapatologia; a Autodiscernimentologia; a Antropologia; a Errologia; a Parassociologia; a Assistenciologia; a Holomaturologia; a Parazoologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: o subumano operário; a consciênçula; a consréu ressomada; a conscin baratrosférica; a isca humana inconsciente; o ser social; os devas.
          Masculinologia: o antissubumano; o pré-serenão vulgar; o predador humano; o homem cruel; o aproveitador; o bélico; o malévolo; o algoz; o alienado; o comodista; o indiferente.
          Femininologia: a antissubumana; a pré-serenona vulgar; a predadora humana; a mulher cruel; a aproveitadora; a bélica; a malévola; a algoz; a alienada; a comodista; a indiferente.
          Hominologia: o Homo sapiens barathrosphericus; o Homo sapiens animalis; o Homo sapiens incautus; o Homo sapiens tyrannicus; o Homo sapiens acriticus; o Homo sapiens antissubumanus; o Homo sapiens crudelis; o Homo sapiens evolutiologus.


                                         V. Argumentologia

         Exemplologia: miniexploração subumana = as abelhas detectoras de bombas e drogas; maxiexploração subumana = a criação e abate de animais visando o lucro comercial.
         Culturologia: os idiotismos culturais; a cultura da impunidade; a cultura do “sempre foi assim”; a cultura da Evoluciologia; a cultura do “animal foi feito para isso”; a cultura do comodismo; a cultura do “tenho coisas mais importantes para me ocupar”.
         Taxologia. Sob a ótica da Intrafisicologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 10 diferentes áreas de exploração do princípio consciencial subumano:
         01. Alimentação: a criação intensiva; o aparecimento da fazenda-fábrica; o abate sistemático; o animal de produção.
         02. Cobaiagem: a vivissecção; os testes toxicológicos da indústrica farmacêutica, cosmética e de produtos de limpeza; os experimentos comportamentais e de aprendizado; os experimentos armamentistas; os experimentos espaciais; os testes de colisão; os experimentos educacionais.
         03. Comércio: o comércio ilegal ou biopirataria de subumanos, terceira maior atividade criminosa brasileira, depois de armas e drogas; a venda de animais fomentando os criadouros e a indústria pet.
         04. Entretenimento: a crueldade humana expressa na promoção da rinha de galo, canário e canguru; o rodeio, a vaquejada; a tourada; o zoológico; o circo; o oceanário; a corrida de cavalos; a corrida de cães; a farra do boi.
         05. Esporte: o polo; o hipismo; o safári; a fazenda de caça; a caça amadora; a pesca esportiva.
         06. Guerra: o subumano-bomba; a arma-biológica; o cavalo de guerra; o cão de guerra; a elefantarquia.
         07. Religião: os sacrifícios de subumanos nas seitas sincréticas.
         08. Segurança: o animal vigia; o animal policial; o cão farejador de drogas, bombas e minas terrestres; o cão de resgate; o golfinho detector de minas marítimas.
         09. Transporte: o animal de tração e de carga.
         10. Vestuário: as peles; o couro; a lã; as penas; o marfim; a seda.
         Tração. Mesmo sendo a força de trabalho do animal de tração de grande importância econômica, ambiental e social, o bem-estar desses animais ainda é desconsiderado.
         Operário. O cavalo, subumano herbívoro, presta serviços à Humanidade desde tempos antigos mas trabalha, em pleno Século XXI, em condições precárias.
         Equino. Eis, em ordem alfabética, 20 condições de trabalho mais comuns inerentes ao operário equino puxador de carroças nas cidades brasileiras:
         01. Açoite constante com chicotes.
         02. Alimentação realizada em lixões.
         03. Arreios, cintas, peias, bridão inadequados.
         04. Asfalto quente inapropriado ao casco.
         05. Ausência de profilaxia e terapêutica médica.
         06. Carga excessiva.
         07. Circulação em ruas centrais de intenso trânsito.
         08. Claudicação.
         09. Descanso em locais inadequados.
         10. Desidratação.
         11. Desmaio em plena atividade.
         12. Desproteção das intempéries.
         13. Ferimentos à vista.
          14. Ferragem inadequada ou ausente.
          15. Horário prolongado de trabalho.
          16. Prenhez.
          17. Saúde comprometida.
          18. Subnutrição.
          19. Sujeição a altas temperaturas.
          20. Venda quando sem utilidade a matadouros clandestinos.
          Condutores. Eis, em ordem alfabética, 10 características identificadas na população de condutores de carroças:
          01. Ausência do senso de proteção animal.
          02. Ausência do senso de retribuição ao animal.
          03. Condução das carroças por menores de idade.
          04. Desconhecimento do correto manejo animal.
          05. Falta de recursos para atender às necessidades do animal.
          06. Ignorância das regras de trânsito.
          07. Necessidades básicas não atendidas.
          08. População de precária renda.
          09. Única atividade rentável.
          10. Uso de violência contra o animal.
          Evolução. Segundo a Cosmoeticologia, quanto maior a evolução consciencial, maior a assistência e respeito pelo nível evolutivo alheio.


                                            VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a exploração subumana, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Antissubumanidade: Evoluciologia; Nosográfico.
          02. Biofilia: Intrafisicologia; Neutro.
          03. Canis lupus: Cinologia; Neutro.
          04. Carga da convivialidade: Conviviologia; Neutro.
          05. Consciênçula: Conscienciometrologia; Nosográfico.
          06. Conscin frutariana: Intrafisicologia; Homeostático.
          07. Desbarbarização da Humanidade: Reeducaciologia; Homeostático.
          08. Evoluciologia: Pensenologia; Homeostático.
          09. Idiotismo cultural: Parassociologia; Nosográfico.
          10. Interprisiologia: Grupocarmologia; Nosográfico.
          11. Megacontradição: Contradiciologia; Neutro.
          12. Possessividade: Parapatologia; Nosográfico.
          13. Senso universalista: Cosmoeticologia; Homeostático.
          14. Subumano-terapeuta: Interassistenciologia; Homeostático.
          15. Vida ecológica: Intrafisicologia; Homeostático.
    O TRABALHO REALIZADO PELOS SUBUMANOS, DESDE
   TEMPOS IMEMORIAIS, PODERIA TER LHES GARANTIDO
 MELHORES CONDIÇÕES EVOLUTIVAS, A PARTIR DE ATITUDES HUMANAS DE RECONHECIMENTO E RETRIBUIÇÃO.
            Questionologia. Você, leitor ou leitora, já refletiu sobre a evolução do subumano? Você usufrui do trabalho subumano? Qual o nível da retribuição pessoal prestada por você?
            Bibliografia Específica:
            01. Aragão, Maria José; Civilização Animal: A Etologia numa Perspectiva Evolutiva e Antropológica; pref. José Antonio Weykamp da Cruz; 206 p.; 17 caps.; 25 fotos; 1 ilus.; 21 x 14 cm; br.; União Sul-Americana de Estudos da Biodiversidade; Pelotas, RS; 2006; páginas 29 a 37 e 173 a 176.
            02. Chuahy, Rafaella; Manifesto pelos Direitos dos Animais; 252 p.; 21 caps.; 2 ilus.; 98 refs.; 21 x 14 cm; br.; Record; Rio de Janeiro, RJ; 2009; páginas 34 a 47 e 75 a 103.
            03. Feijó, Anamaria; Utilização de Animais na Investigação e Docência: Uma Reflexão Ética Necessária; 146 p.; 8 caps.; 1 ilus.; 149 refs.; 21 x 14 cm; br.; Edipucrs; Porto Alegre, RS; 2005; páginas 88 a 95.
            04. Jordão, L.; Faleiros, R.; & Neto, H.; Animais de Trabalho e Aspectos Éticos envolvidos: Revisão Crítica; Artigo; Acta Veterinaria Brasilica; Revista; V. 5; N. 1; Mossoró, RN; 2011; páginas 33 a 40.
            05. Naconecy, Carlos M.; Ética & Animais: Um Guia de Argumentação Filosófica; 234 p.; 8 caps.; 67 refs.; 21 x 14 cm; br.; Edipucrs; Porto Alegre, RS; 2006; páginas 88 a 111.
            06. Pepperberg, Irene M.; Alex e eu (Alex and Me); trad. Márcia Frazão; 236 p.; 9 caps.; 22 fotos; 2 ilus.; 21 x 14 cm; br.; Record; Rio de Janeiro, RJ; 2009; páginas 215 a 225.
            07. Prada, Irvênia; A Alma dos Animais; 64 p.; 9 caps.; 3 fotos; 7 ilus.; 18 x 13 cm; br.; Mantiqueira; Campos do Jordão, SP; 1997; páginas 46 a 58.
            08. Singer, Peter; Libertação Animal (Animal Liberation); trad. Marly Winckler; revisora Rita Leal Paixão; 358 p.; 6 caps.; 25 fotos; alf.; 23 x 15 x 6 cm; br.; 4ª Ed. rev.; Lugano Editora; Porto Alegre, RS; 2004; páginas 108 a 177.
            09. Vieira, Waldo; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 413 caps.; 403 abrevs.; 20 cenografias; 24 discografias; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 240 filmes; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 103 musicografias; 25 pinacografias; 240 sinopses; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas 307, 560, 561, 689, 690, 692 a 694, 713 e 888 a 890.
            10. Idem; Projeções da Consciência: Diário de Experiências fora do Corpo Físico; 212 p.; glos. 24 termos; alf.; 21 x 14 cm; br.; 3ª Ed.; Livraria e Editora Universalista; Londrina, PR; 1989; páginas 44 a 47.
                                                                                                                  M. O. K.