Entrevista Conscienciológica na Mídia

A entrevista conscienciológica na mídia é a conversação entre duas ou mais conscins, a respeito de assunto relacionado à Conscienciologia, ou ainda sobre temas gerais, sob a ótica do paradigma consciencial, em veículos midiáticos, como TV, rádio, Internet, jornal impresso, revista, entre outros, com o objetivo de realizar a tares.

Você, leitor ou leitora, já participou de entrevista conscienciológica em algum tipo de mídia? Na condição de entrevistado(a) ou de entrevistador(a)?

      ENTREVISTA             CONSCIENCIOLÓGICA                  NA    MÍDIA
                                      (COMUNICOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. A entrevista conscienciológica na mídia é a conversação entre duas ou mais conscins, a respeito de assunto relacionado à Conscienciologia, ou ainda sobre temas gerais, sob a ótica do paradigma consciencial, em veículos midiáticos, como TV, rádio, Internet, jornal impresso, revista, entre outros, com o objetivo de realizar a tares.
          Tematologia. Tema central homeostático.
          Etimologia. O termo entrevista é adaptação semântica do idioma Inglês, interview, “vista e colóquio entre pessoas em algum local combinado”, provavelmente através do idioma Francês, entrevue, de entrevoir, “avistar; entrever”, e constituído pelos vocábulos entre, derivado do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”, e vista, procedente também do idioma Latim, videre, “ver; descobrir; examinar; percrustrar; observar; empregar a vista; presenciar; ser testemunha de; experimentar”. Surgiu no Século XVII. O vocábulo consciência deriva do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e este do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Apareceu no Século XIII. O elemento de composição logia provém do idioma Grego, logos, “Ciência; Arte; tratado, exposição cabal; tratamento sitemático de 1 tema”. O termo mídia vem do idioma Inglês, media, forma reduzida de mass media, “meios de comunicação de massa”, e este do idioma Latim, media, “meios”, plural de medius, “meio; instrumento mediador; elemento intermédio”. Surgiu no Século XX.
          Sinonimologia: 1. Entrevista pró-tares na mídia. 2. Entrevista assistencial midiática. 3. Entrevista tarística midiática. 4. Colóquio midiático conscienciológico.
          Neologia. As 3 expressões compostas entrevista conscienciológica na mídia, entrevista conscienciológica na mídia grafada e entrevista conscienciológica na mídia gravada são neologismos técnicos da Comunicologia.
          Antonimologia: 1. Entrevista sensacionalista na mídia. 2. Entrevista intimidadora. 3. Entrevista manipuladora nos meios de comunicação.
          Estrangeirismologia: a interview; as entrevistas cedidas pelos experts em Conscienciologia; o timing apropriado para fazer perguntas; o strong profile comunicativo.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto às abordagens tarísticas conscienciológicas.
          Megapensenologia. Eis 6 megapensenes trivocabulares sintetizando o tema: – Comuniquemos para esclarecer. Evitemos conteúdos surpérfluos. Criemos consequências cosmoéticas. Ortocomunicação possibilita pacificação. Palavras geram consequências. Falemos verdades cordialmente.
          Coloquialismo. Eis 2 bordões conscienciológicos, para salientar a importância de expandir as ideias de ponta: – As ideias libertárias estão acima das pessoas. Tenhamos os 2 pés sobre a rocha e o mentalsoma no Cosmos.
          Citaciologia. Eis 3 citações pertinentes ao tema: – O meio exerce influência sobre os homens que não exercem influência sobre ele (Walter Waeny, 1924–2006). Quando a imprensa está livre, e todo homem, capaz de ler, tudo está bem (Thomas Jefferson, 1743–1826). A curiosidade deve manter-se viva (Eleanor Roosevelt, 1884–1962).
          Proverbiologia. Eis 2 provérbios relacionados ao tema: – Antes de sair para começar a reformar o mundo, dá 3 voltas através da tua própria casa (provérbio chinês). Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio (provérbio indiano).


                                           II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da comunicabilidade interassistencial; o holopensene midiático; o holopensene pessoal da curiosidade genuína quanto ao querer saber mais e compartilhar o conhecimento; o holopensene pessoal da autorreflexão; a autopensenidade questionadora; o holopensene da fluência escrita e verbal; a ortoverbalização promovendo autorretilinearidade pensênica nos interlocutores; a exposição cosmoética da autopensenização; o holopensene empático; o abertismo pessoal às interpensenizações; os conviviopensenes; a conviviopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade.
          Fatologia: a entrevista conscienciológica na mídia; a entrevista concedida por professores de Instituições Conscienciocêntricas (ICs); o acesso a informações sobre verpons; a informação transmitida com seriedade e cosmoética; o exercício de evitar utilizar neologismos em excesso ao público leigo; o espaço para divulgação dos eventos locais, com amplitude maior; o ato de desmitificar e desdramatizar a participação em entrevistas nos meios midiáticos; o aprendizado constante dos professores entrevistados quanto ao conteúdo e desenvolvimento do estilo pessoal; o cuidado com as otimizações necessárias antes das entrevistas; a clareza e o encadeamento das perguntas no contexto das entrevistas; a aplicação dos trafores do entrevistador e do entrevistado, apesar dos trafares de ambos; o acesso aos intermissivistas; a empatia de saber ouvir para saber perguntar; a comunicação de ideias impactantes na realização da tares; a divulgação de livros sobre os temas das entrevistas, estimulando a leitura; a assistência do entrevistador na redução de ansiedade, caso demonstrada pelo entrevistado; o respeito ao entrar na casa das pessoas por meio da mídia; o exercício da espontaneidade com seriedade no programa ao vivo; o estilo pessoal de cada professor ao preparar a entrevista; o despojamento assistencial; as perguntas e respostas enquanto meio de estabelecer rapport com o público interessado; a precisão cirúrgica ao elaborar perguntas com o máximo de objetividade; os paradigmas religioso e científico-eletronótico sendo insuficientes para explicar a serialidade existencial e a multidimensionalidade; a maturidade consciencial explicitada na condução de diálogo aberto, franco e ponderado; a necessidade de esclarecimento dentro do paradigma consciencial, diante da robotização existencial; a coerência teática falando por mais de 1.000 palavras; a Conscienciologia sendo notícia enquanto Ciência explicativa da realidade energética e da autonomia do autopesquisador; a seleção dos temas mais assistenciais a serem abordados; a informação contextualizada na atualidade dos fatos.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; as informações construídas e elaboradas em conjunto com o amparo de função; as repercussões energéticas nos dias antecedentes às entrevistas; a formação do campo interassistencial de energias, antes e durante a entrevista; a Paratecnologia dos ambientes midiáticos; a sinalética energética e parapsíquica pessoal; as perguntas acessadas no período prévio à entrevista, inspiradas pelos amparadores extrafísicos; o rapport com os amparadores extrafísicos de função; a qualidade das energias transmitidas às casas e demais ambientes dos telespectadores e internautas; os acontecimentos multidimensionais antecessores das entrevistas; o campo energético interassistencial intenso formado a partir dos temas a serem abordados durante a entrevista; a paraplateia nos ambientes midiáticos; a assistência realizada na tenepes, posteriormente à entrevista; a primener ao concluir as entrevistas; as sincronicidades entre temas e fatos no período preparatório da interlocução midiática.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: a comunicação sinergística; o sinergismo equipe técnica dos ambientes midiáticos–professores da Conscienciologia–amparadores extrafísicos; o sinergismo entrevistador–entrevistado–equipe midiática–voluntários no apoio e divulgação; o sinergismo amparo extrafísico de função–inspiração comunicativa; o sinergismo força presencial–desinibição laringochacral; o sinergismo teática-verbação.
          Principiologia: a recomendação do princípio da descrença (PD) ao esclarecer sobre as informações não constituírem dogmas; o princípio do ganha-ganha; o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio do aproveitamento máximo do tempo; o princípio do posicionamento pessoal (PPP); o princípio tarístico do autesclarecimento; os segmentos sociais e parassociais interessados nos princípios da Conscienciologia; o princípio de pensar antes de falar; o princípio da retilinearidade da autopensenização; o princípio da interassistencialidade; o princípio da liberdade de expressão; o princípio de utilizar menos neologismos em mídias de maior alcance.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC); o código grupal de Cosmoética (CGC); o código de ética dos profissionais de Comunicação; o código de ética dos jornalistas; o Código Brasileiro de Telecomunicações; os Códigos Internacionais de Comunicação.
          Teoriologia: as teorias jornalísticas sobre entrevista; as teorias de comunicação de massas; a teoria da intercomunicação cibernética; a teoria da tares policármica; a teoria da tridotação consciencial; a teoria do acesso aos intermissivistas; a teoria da interprisão grupocármica; a teoria da argumentação cosmoética.
          Tecnologia: a técnica do estado vibracional; a técnica da formação do campo bioenergético interassistencial; a técnica do bom humor para a descontração e ambientação dos entrevistados; as técnicas para a transmissão objetiva da informação desassediadora; a técnica de adequar a pessoa, o local, a hora, o conteúdo e a forma para a comunicação interassistencial; a técnica da elaboração da pauta para entrevistas; a técnica da desassim; a técnica do 5W+H (who, what, when, where, why, how); as tecnologias dos estúdios de rádio, televisão, Internet e redações dos jornais; as técnicas diplomáticas e paradiplomáticas; a técnica da vigilância quanto à manipulação consciencial espúria; a técnica de aproveitamento máximo do tempo em ambientes midiáticos; a técnica prática da escansão–apresentação pública.
          Voluntariologia: o voluntariado na área de comunicação do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); o voluntariado na Associação Internacional de Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS), enquanto exercício de interassistência comunicativa; o voluntariado na docência conscienciológica proporcionando a tares policármica nos veículos midiáticos; a parceria entre os voluntários das ICs na produção de entrevistas conscienciológicas veiculadas nas várias mídias.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Comunicologia; o laboratório conscienciológico da Pensenologia; o laboratório conscienciológico do estado vibracional; o laboratório conscienciológico da Paratecnologia; o laboratório conscienciológico da autorganização; o laboratório conscienciológico da Cosmoeticologia; o laboratório conscienciológico do cosmograma; o laboratório conscienciológico da tenepes.
          Colegiologia: o Colégio Invisível dos Comunicólogos; o Colégio Invisível da Cosmoeticologia; o Colégio Invisível da Interassistenciologia; o Colégio Invisível da Paradiplomacia; o Colégio Invisível da Parapoliticologia; o Colégio Invisível da Conviviologia; o Colégio Invisível dos Tenepessistas.
          Efeitologia: o efeito de priorizar a assistência tarística policármica; o efeito halo das comunicações; o efeito da qualificação de entrevistadores e entrevistados no resultado tarístico; o efeito do desenvolvimento laringochacral; o efeito de gerar reflexões inovadoras; o efeito de superar dificuldades quanto à autoimagem; o efeito de acessar intermissivistas em diferentes locais; o efeito das divulgações verponológicas; o efeito das palavras-chave direcionando o acesso às informações magnas; o efeito intimista do contato olhos nos olhos; o efeito da ampliação da tares através da empatia durante as entrevistas; os efeitos autopersuasivos das experimentações pessoais; os efeitos homeostáticos da ortopensenização na fluência verbal.
          Neossinapsologia: as neossinapses viabilizadas a partir do acesso às verpons; as neossinapses oriundas da comunicação cosmoética; a criação das neossinapses próprias das deslavagens subcerebrais; a formação de neossinapses nas conversas revigorantes intelectuais; as neossinapses geradas pela observação da coerência de entrevistados e entrevistadores; as neossinapses geradas pelo acesso ao paradigma consciencial.
          Ciclologia: o ciclo entrevista cosmoética–reflexão–recins; o ciclo-neoideia-autorreflexão–neoideia; o ciclo dos debates cosmoéticos; o ciclo perguntas–respostas–novas perguntas; o ciclo iniciativa-acabativa; o ciclo experimental da evolução pessoal; o ciclo sadio da comunicação coronochacra-frontochacra-laringochacra; o ciclo autopesquisa–pesquisa do tema–apresentação na mídia.
          Enumerologia: a entrevista conscienciológica em jornais escritos; a entrevista conscienciológica em revistas; a entrevista conscienciológica em sites da Internet; a entrevista conscienciológica em rádios; a entrevista conscienciológica na televisão aberta; a entrevista conscienciológica na televisão por assinatura; a entrevista conscienciológica em emissoras de televisão comunitárias.
          Binomiologia: o binômio entrevistador-entrevistado; o binômio comunicador-ouvinte; o binômio comunicador-telespectador; o binômio comunicador-internauta; o binômio informação ao vivo–informação reprisada; o binômio divulgar ideias–divulgar livros; o binômio pensenizar antes–expor depois; o binômio recebimento-retribuição orientando as metas evolutivas coletivas; o binômio autolucidez–expressão cosmoética; o binômio sabedoria conquistada–assistência ampliada; o binômio Memoriologia–fluência verbal; o binômio familiaridade aos ambientes midiáticos–comunicação assistencial precisa; o binômio autolucidez-autocoerência; o binômio exemplarismo pessoal–autoridade moral ao expressar ideias; o binômio informação-esclarecimento; o acesso aos intermissivistas pelo binômio verpon-neoideias.
          Interaciologia: a interação entrevistador-entrevistado-telespectador; a interação entrevistador–equipe midiática; a interação intencionalidade–interassistencialidade–amparo extrafísico; a interação plateia-paraplateia; a interação público interno–público externo; a interação esforço pessoal–rendimento evolutivo grupal; a interação autocosmoética-autocoerência; a interação experiência pessoal–tranquilidade íntima; a interação autodiscernimento-ponderação; a interação naturalidade-espontaneidade; a interação pergunta-resposta; a interatividade entre emissores e receptores promovida pela Internet; a interação social favorecida pelo domínio da comunicação interassistencial.
          Crescendologia: o crescendo evolutivo da interassistencialidade; o crescendo autocrítica–superação do perfeccionismo–priorização assistencial; o crescendo assistência egocármica–assistência grupocármica–assistência policármica; o crescendo informações básicasverpons; o crescendo assistência anônima–assistência pública; o crescendo alfabetização midiática–autocrítica–midiática; o crescendo zona de conforto–autenfrentamento; o crescendo idealizar-realizar; o crescendo gerado pela expansão da cosmovisão pessoal; o crescendo das supercomunicações na vida moderna.
          Trinomiologia: o trinômio interassistencial acolhimento-orientação-encaminhamento; o trinômio trafor–exemplarismo–força presencial; o trinômio avaliar-informar-esclarecer; o trinômio introdução-argumentação-conclusão; o trinômio pergunta desassediadora–resposta esclarecedora–recin; o trinômio abertismo consciencial–hiperacuidade assistencial–produtividade comunicativa; o trinômio clareza-objetividade-realismo; o trinômio intensidade–velocidade–ritmo verbal; a otimização da comunicação interassistencial pelo trinômio tema–preparo pessoalamparo de função.
          Polinomiologia: o polinômio artigo-entrevista-verbete-livro-megagescon; o polinômio estudo teórico–vivência prática–assistência informativa–estímulo à autopesquisa; o polinômio emissão-transmissão-recepção-feedback; as mensagens implícitas no polinômio postura-olhar-voz-gesto; o polinômio olhar-face-discurso-ECs; o polinômio cenário correto–tempo preciso–atuação competente–mensagem relevante; o enriquecimento das divulgações conscienciológicas pelo polinômio polimatia–cultura geral–dicionário cerebral–fluência tarística.
          Antagonismologia: o antagonismo poder da mídia antiética / poder da mídia cosmoética; o antagonismo voz monótona / voz modulada; o antagonismo comunicação esclarecedora / superexposição egocêntrica; o antagonismo renovação / tradição; o antagonismo informador de verpons / impositor de ideias; o antagonismo introversão / extroversão; o antagonismo informar / manipular; o antagonismo argumentação fatuística / achismo; o antagonismo colóquio / solilóquio; o antagonismo espectador da vida / protagonista da vida.
          Paradoxologia: o paradoxo de o comunicólogo interassistencial ser o primeiro a ser assistido; o paradoxo entrevista breve–assistência atacadista; o paradoxo de a mídia informar e também poder manipular; o paradoxo de a comunicação ter função social e ser regida pelo lucro empresarial; o paradoxo da cosmovisão simplificadora.
          Politicologia: a democracia comunicativa pautando a liberdade de imprensa; a argumentocracia; a cosmoeticocracia; a tares enquanto expressão da lucidocracia.
          Legislogia: as leis das comunicações; a lei da causa e efeito atuando na responsabilidade pelas informações transmitidas nas várias mídias; a lei da empatia; a lei do maior esforço na manutenção da autocoerência; a lei da convivialidade sadia.
          Filiologia: a comunicofilia; a assistenciofilia; a neofilia; a cognofilia; a raciocinofilia; a sociofilia; a verbofilia; a pesquisofilia; a interaciofilia; a linguisticofilia; a midiofilia; a interassistenciofilia; a reeducaciofilia.
          Fobiologia: a comunicofobia; a neofobia; a criticofobia; a autopesquisofobia; a sociofobia; a webfobia.
          Sindromologia: a síndrome do ansiosismo em ambientes midiáticos; a síndrome do perfeccionismo relacionada à autoimagem; a síndrome da dispersão consciencial; a síndrome da robotização existencial; a profilaxia da síndrome da insegurança impedindo a autexposição.
          Maniologia: a mania de estar na mídia; a mania de consultar as redes sociais e sites de notícias em busca das informações recentes; a infomania.
          Mitologia: o mito de toda informação midiática ser verdadeira; o mito da neutralidade jornalística; a superação do mito da perfeição; o mito de Hermes relacionado à comunicação.
          Holotecologia: a midiateca; a comunicoteca; a pensenoteca; a experimentoteca; a criticoteca; a fatoteca; a socioteca; a convivioteca; a prioroteca; a assistencioteca; a mentalsomatoteca; a argumentoteca; a cosmoeticoteca.
          Interdisciplinologia: a Comunicologia; a Midiologia; a Ortopensenologia; a Descrenciologia; a Grafopensenologia; a Conviviologia; a Intrafisicologia; a Infocomunicologia; a Autocoerenciologia; a Reeducaciologia; a Interassistenciologia; a Taristicologia; a Cosmovisiologia; a Linguística; a Coloquiologia; a Cosmoeticologia; a Evoluciologia.


                                           IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin entrevistadora; a conscin entrevistada; a personalidade bem falante; a conscin loquaz; a conscin comunicadora; a conscin lúcida; a isca humana lúcida; o ser desperto; o ser interassistencial; a conscin enciclopedista; a conscin autodidata.
          Masculinologia: o comunicólogo; o entrevistador; o professor de Conscienciologia entrevistado; o acoplamentista; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico; o atacadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o macrossômata; o conviviólogo; o coerenciólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epicon lúcido; o escritor; o jornalista; o apresentador; o editor; o assessor de comunicação; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o inversor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o parapercepciologista; o pesquisador; o interlocutor; o leitor; o espectador; o radiouvinte; o telespectador; o internauta; o projetor consciente; o sistemata; o tertuliano; o verbetólogo; o voluntário; o tocador de obra; o homem de ação.
          Femininologia: a comunicóloga; a entrevistadora; a professora de Conscienciologia entrevistada; a acoplamentista; a agente retrocognitora; a amparadora intrafísica; a atacadista consciencial; a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a completista; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a macrossômata; a convivióloga; a coerencióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epicon lúcida; a escritora; a jornalista; a apresentadora; a editora; a assessora de comunicação; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a inversora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a parapercepciologista; a pesquisadora; a interlocutora; a leitora; a espectadora; a radiouvinte; a telespectadora; a internauta; a projetora consciente; a sistemata; a tertuliana; a verbetóloga; a voluntária; a tocadora de obra; a mulher de ação.
         Hominologia: o Homo sapiens communicator; o Homo sapiens midiaticus; o Homo sapiens reeducator; o Homo sapiens intellectualis; o Homo sapiens assistens; o Homo sapiens cosmovisiologus; o Homo sapiens autocriticus; o Homo sapiens cosmoethicus; o Homo sapiens intermissivista; o Homo sapiens colloquialis; o Homo sapiens lucidus.


                                        V. Argumentologia

         Exemplologia: entrevista conscienciológica na mídia grafada = a publicada em jornais e revistas; entrevista conscienciológica na mídia gravada = a transmitida na mídia televisiva e disponível para acesso em sites na Internet.
         Culturologia: a cultura da autenticidade pautando as relações conscienciais comunicativas; a cultura da transparência; o contraste com a cultura do entretenimento; a cultura de massa; a cultura midiática; a cultura da Comunicologia Tarística; a cultura do debate; a cultura da interlocução; o descarte da cultura inútil; a cultura da autorreflexão; a cultura da autocrítica; a cultura do exemplarismo cosmoético.
         Taxologia. Segundo a Tematicologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 50 temas conscienciológicos passíveis de serem abordados em entrevistas na mídia:
         01. Amizades evolutivas.
         02. Amparadores.
         03. Assistenciologia através da projeção consciente.
         04. Autenticidade consciencial.
         05. Autocoerência.
         06. Autocura através da reconciliação.
         07. Autodefesa energética.
         08. Autorganização.
         09. Biblioteca pessoal.
         10. Bioenergias e qualidade de vida.
         11. Bom humor enquanto ferramenta evolutiva.
         12. Clarividência.
         13. Código pessoal de Cosmoética.
         14. Comunicação interassistencial.
         15. Crianças-consciências multimilenares.
         16. Desenvolvimento da vontade.
         17. Desenvolvimento do parapsiquismo.
         18. Desenvolvimento do projetor consciente.
         19. Drogadição e assédio interconsciencial.
         20. Dupla evolutiva e casamento convencional.
         21. Empreendedorismo evolutivo.
         22. É possível antecipar informações do futuro?
         23. Experiência de quase morte (EQM).
         24. Hiperatividade eficaz.
         25. História do parapsiquismo.
         26. Influência das emoções no cotidiano.
         27. Inteligência evolutiva (IE).
         28. Interações energéticas entre pessoas e ambientes.
         29. Interassistencialidade.
         30. Maturidade desde a juventude.
          31. Morrer é mudar de dimensão.
          32. Pacificação íntima.
          33. Paracirurgia e ectoplasmia.
          34. Pensamentos, sentimentos e energias.
          35. Posicionamento cosmoético.
          36. Programação existencial.
          37. Projeção consciente e reeducação consciencial.
          38. Renovação consciencial.
          39. Retrocognições.
          40. Reurbanizações extrafísicas.
          41. Robotização existencial.
          42. Saúde consciencial.
          43. Senso de fraternismo e universalismo.
          44. Síndrome do estrangeiro.
          45. Superdotação da consciência.
          46. Talentos evolutivos.
          47. Tarefa da consoloção e tarefa do esclarecimento.
          48. Técnicas interassistenciais.
          49. Tenepes.
          50. Tridotação consciencial.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a entrevista conscienciológica na mídia, indicados para expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Categoria de comunicação: Comunicologia; Neutro.
          02. Comunicação interassistencial: Comunicologia; Homeostático.
          03. Conhecimento conscienciológico: Autocogniciologia; Homeostático.
          04. Conversa revigorante: Coloquiologia; Homeostático.
          05. Desinibição laringochacral: Comunicologia; Neutro.
          06. Entrevista evolutiva: Conviviologia; Neutro.
          07. Holocoerência individual: Autocoerenciologia; Homeostático.
          08. Holopensene midiático: Holopensenologia; Neutro.
          09. Intrepidez sadia: Temperamentologia; Homeostático.
          10. Megatares: Autopriorologia; Homeostático.
          11. Midiograma: Midiologia; Neutro.
          12. Palavra: Comunicologia; Neutro.
          13. Pergunta desassediadora: Desassediologia; Homeostático.
          14. Público-alvo conscienciológico: Comunicologia; Neutro.
          15. Técnica da escansão: Comunicologia; Neutro.
  TRANSMITIR INFORMAÇÕES SOBRE A CONSCIENCIOLOGIA NAS DIVERSAS MÍDIAS ORIENTADAS PELO PRINCÍPIO DA DESCRENÇA, É PARTICIPAR DA TARES POLICÁRMICA A PARTIR DO UNIVERSALISMO E COSMOÉTICA.
          Questionologia. Você, leitor ou leitora, já participou de entrevista conscienciológica em algum tipo de mídia? Na condição de entrevistado(a) ou de entrevistador(a)?
              Bibliografia Específica:
              01. Almeida, Julio; Qualificação Autoral: Aprofundamento na Escrita Conscienciológica; pref. Rosemary Salles; revisores Gisélle Razera; et al.; 312 p.; 9 seções; 60 caps.; 23 E-mails; 210 enus.; 64 estrangeirismos; 1 foto; 1 microbiografia; 1 tab.; 20 websites; glos. 170 termos; 25 filmes; 308 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 64, 72, 73, 84, 160 a 167, 177 e 179.
              02. Benjamin, Alfred; A Entrevista de Ajuda (The Helping Interview); Série Textos de Psicologia; revisora Estela dos Santos Abreu; trad. Urias Corrêa Arantes; 208 p.; 7 caps.; 1 E-mail; 54 refs.; 21 x 14 cm; br.; 13ª Ed.; Editora WMF Martins; São Paulo, SP; 2011; páginas 75 a 82 e 91 a 121.
              03. Cripa, Marcos; Entrevista Ética; Série Trilhas; 128 p.; 11 caps.; 11 entrevistas; 1 microbiografia; 21 x 14 cm; br.; Editora EDUC; São Paulo, SP; 1998; páginas 25 a 31, 34 a 36, 58 a 61, 94 e 101 a 105.
              04. Lage, Nilson; Teoria e Técnica do Texto Jornalístico; 188 p.; 11 caps.; 50 citações; 1 E-mail; 174 estrangeirismos; 4 gráfs.; 4 ilus.; 1 microbiografia; 17 websites; 14 tabs.; 95 refs.; 23 x 16 cm; br.; Elsevier Editora; Rio de Janeiro, RJ; 2005; páginas 37 a 50, 129 a 138 e 161 a 181.
              05. Mcluan, Marshall; Os Meios como Extensões do Homem (Understanding Media: The Extensions of Man); trad. Décio Pignatari; 408 p.; 2 seções; 33 caps.; 1 E-mail; 1 microbiografia; 19,5 x 13 cm; br.; 15ª reimpressão; Editora Cultrix; São Paulo, SP; 2007; páginas 21 a 58 e 334 a 378.
              06. Medina, Cremilda; Entrevista: O Diálogo Possível; Série Princípios; 96 p.; 15 caps.; 1 E-mail; glos. 17 termos; 18 x 12 cm; br.; 5ª Ed.; Editora Ática; São Paulo, SP; 2008; páginas 5 a 38, 70 a 73, 82 a 87 e 91 a 93.
              07. Mühlhaus, Carla; Por trás da Entrevista; apres. Heloisa Buarque de Hollanda; 320 p.; 12 caps.; 1 blog; 11 entrevistas; 1 microbiografia; 1 website; 22,5 x 15,5 cm; br.; Editora Record; Rio de Janeiro, RJ; 2007; páginas 15 a 43, 50 a 70, 106 a 112, 119 a 135, 188 a 218, 220 a 243 e 296 a 320.
              08. Musskopf, Tony; Autenticidade Consciencial; pref. Kátia Arakaki; revisores Claudio Lima; et al.; 376 p.; 6 seções; 107 caps.; 71 abrevs.; 22 E-mails; 155 enus.; 81 estrangeirismos; 1 microbiografia; 1 questionário da autenticidade consciencial com 10 perguntas e 10 respostas; 3 tabs.; 19 websites; glos. 237 termos; glos. 11 termos (neológico especializado); 6 filmes; 508 refs.; 1 anexo; alf.; geo.; ono.; 23,5 x 16,5 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2012; páginas 125, 126, 238, 239 e 258.
              09. Oyama, Thaís; A Arte de Entrevistar Bem; 102 p.; 7 caps.; 1 E-mail; 8 ilus.; 1 microbiografia; 21 refs.; 21 x 14 cm; br.; 2ª Ed.; Editora Contexto; São Paulo, SP; 2011; páginas 7 a 32 e 49 a 57.
              10. Seno, Ana; Comunicação Evolutiva nas Interações Conscienciais; pref. Málu Balona; revisores Equipe de Revisores da Editares; 342 p.; 4 seções; 29 caps.; 36 citações; 1 diagrama; 22 E-mails; 70 enus.; 2 esquemas; 2 fluxogramas; 1 foto; 4 ilus.; 1 microbiografia; 1 planilha; 9 tabs.; 20 websites; glos. 181 termos; 17 filmes; 183 refs.; 2 apênds.; 23 x 16 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2013; páginas 131 a 210 e 219 a 232.
              11. Teles, Mabel; Profilaxia das Manipulações Conscienciais; colaboradores Eduardo Ferreira; & Ivo Valente; pref. Flavia Guzzi; revisores Ana Flávia Magalhães; et al.; 346 p.; 6 seções; 44 caps.; 1 cronologia; 22 E-mails; 223 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 32 perguntas; 2 tabs.; 10 websites; glos. 182 termos; 10 filmes; 344 refs.; 1 apênd.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas 32 a 89, 92 a 162 e 238 a 263.
              12. Vieira, Waldo; Manual dos Megapensenes Trivocabulares; revisores Adriana Lopes; Antonio Pitaguari; & Lourdes Pinheiro; 378 p.; 3 seções; 49 citações; 85 elementos linguísticos; 18 E-mails; 110 enus.; 200 fórmulas; 2 fotos; 14 ilus.; 1 microbiografia; 2 pontoações; 1 técnica; 4.672 temas; 53 variáveis; 1 verbete enciclopédico; 16 websites; glos. 12.576 termos (megapensenes trivocabulares); 9 refs.; 1 anexo; 27,5 x 21 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2009; páginas 147, 268 e 343.
              13. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 88, 118, 124, 125, 128, 135, 265, 271, 275, 276, 291, 307, 340, 620, 627 e 630.
                                                                                                                    E. M. P.