Dismorfofobia

A dismorfofobia é o medo patológico quanto à imperfeição na aparência somática, geralmente advinda da autopercepção distorcida da conscin, homem ou mulher, perante a autoimagem, devido à insatisfação crônica quanto à própria realidade íntima.

Você, leitor ou leitora, possui preocupação exacerbada quanto à aparência física? Você carece de alguma reciclagem intraconsciencial nesse quesito?

      DISMORFOFOBIA
                                     (PARAPATOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. A dismorfofobia é o medo patológico quanto à imperfeição na aparência somática, geralmente advinda da autopercepção distorcida da conscin, homem ou mulher, perante a autoimagem, devido à insatisfação crônica quanto à própria realidade íntima.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. O vocábulo dismorfo vem do idioma Latim, dimorphus, “que pode ter duas formas diferentes”, e este do idioma Grego, dímorphos, “duas formas”. Surgiu no Século XIX. O elemento de composição fobia deriva do idioma Grego, phóbos, “ação de horrorizar; amedrontar; dar medo”, através do idioma Francês, phobie.
          Sinonimologia: 1. Hipocondria da beleza. 2. Complexo de Quasímodo.
          Neologia. Os 2 vocábulos minidismorfofobia e maxidismorfofobia são neologismos técnicos da Parapatologia.
          Antonimologia: 1. Autoimagem real. 2. Autoconceito fidedigno. 3. Autestima saudável.
          Estrangeirismologia: a performance doentia da conscin dismórfica; as eating disorders; a body image disorder; a distorted selfimage; a selfperception comprometida; o efeito das skinny models na autopercepção da beleza; o conflict of mind; o Trafarium; o Recexarium; a repetição ad nauseam de comportamentos antievolutivos.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à Somatologia.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal conflitivo; os patopensenes; a patopensenidade; os subpensenes; a subpensenidade; o autopensene com predominância no sen; o materpensene da autovitimização.
          Fatologia: a preocupação imaginativa e excessiva com a aparência física causando sofrimento e prejuízo nas interrelações pessoais; a fobia quanto ao próprio corpo; a angústia perante a suposta “deformidade” corporal; a obsessão pelo corpo físico; o desassossego ocasionado ao se olhar no espelho e buscar imperfeições; a tentativa de cobrir partes do corpo almejando esconder os “defeitos”; a inadaptação quanto ao soma levando à dismorfofobia; a deturpação da autopercepção da imagem pessoal; as dietas insensatas e comportamentos punitivos sinalizando a doença; a ansiedade ante a Era da Aceleração da História propiciando a dismorfofobia e os distúrbios alimentares; a conduta da conscin dismórfica evidenciando a autodesvalorização e menos valia quanto aos trafores; a visão trafarista de si ressaltando os aspectos patológicos da personalidade; os jovens buscando no corpo físico a identidade social atuando submissamente ao modismo patológico; a autocobrança negativa e a inveja destrutiva evidenciadas na personalidade da conscin dismórfica; a dessoma prematura decorrente da dismorfofobia; o Núcleo de Doenças da Beleza do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social (LIPIS) na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ); a Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC).
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a insipiência quanto ao próprio holossoma gerando a fixação da conscin na aparência somática; os autassédios e heterassédios propiciando os bloqueios bioenergéticos oriundos da pensenidade patológica da conscin dismórfica; o desgaste energético advindo da neurose com o corpo físico; as manifestações das consciexes dublês com a paraimagem idealizada de outrem; o parafato da consciex mutante não conseguindo fixar a autoimagem na morfologia do psicossoma; as parapsicoses advindas das parafissuras inerentes à dismorfofobia.


                                           III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo fissura-punição evidenciando a disfuncionalidade da dismorfofobia; o sinergismo patológico das carências afetivas; o sinergismo recin-recéxis necessário para a autossuperação do transtorno dismórfico corporal; o sinergismo nocivo dos trafares pessoais; o sinergismo desarmonia íntima–doença somática; o sinergismo nosográfico das patologias; o sinergismo doentio da raiva com a fobia do próprio corpo; o sinergismo da fôrma holopensênica doentia.
          Principiologia: o princípio do posicionamento pessoal (PPP) sobre os pensamentos disfuncionais com o fito de promover o autodesassédio.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) prevenindo a dismorfofobia.
          Teoriologia: a teoria dos valores pessoais cosmoéticos essenciais para o autenfrentamento da dismorfofobia; a teoria do descarte das inculcações relativas ao soma; a teoria da Autopensenologia; a teoria do holossoma expandindo os conceitos somáticos; a teoria da qualificação da intenção pessoal refletindo na mudança pensênica e comportamental da conscin dismórfica; a teoria da assedialidade interconsciencial; a teoria da autodesassedialidade promovendo a autossuperação quanto à dismorfofobia.
          Tecnologia: as técnicas conscienciométricas; as técnicas consciencioterápicas; a técnica da checagem holossomática; a técnica das pequenas ações; a técnica da qualificação da intenção; a técnica do enfrentamento do malestar; as técnicas bioenergéticas potencializando o autodesassédio.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Cosmoeticologia; o laboratório conscienciológico da Pensenologia; o laboratório conscienciológico da Mentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da Assistenciologia; o laboratório conscienciológico da tenepes; o laboratório conscienciológico Acoplamentarium.
          Colegiologia: o Colégio Invisível dos Recexólogos; o Colégio Invisível da Interassistenciologia; o Colégio Invisível dos Intermissivistas; o Colégio Invisível da Proexologia; o Colégio Invisível da Intrafisicologia; o Colégio Invisível dos Pesquisadores da Conscienciologia; o Colégio Invisível da Somatologia.
          Efeitologia: os efeitos profiláticos da autexposição sadia contribuindo para a diminuição das distorções autoperceptivas quanto ao soma; o efeito da racionalidade do mentalsoma sobrepairando as repercussões do psicossoma; os efeitos da baixa autestima potencializando a dismorfofobia; os efeitos da atualização do ego nas ações pessoais; os efeitos da identificação dos trafores pessoais otimizando a autopesquisa quanto à dismorfofobia; os efeitos negativos da patopensenidade na saúde somática; os efeitos das fobias; o efeito do desperdício das autopotencialidades.
          Neossinapsologia: as neossinapses adquiridas nas autopesquisas e recins quanto à reeducação emocional possibilitando o enfrentamento e a superação da dismorfofobia.
          Ciclologia: o ciclo profilático da dismorfofobia assim-desassim; a necessidade premente do ciclo de reflexões autocríticas; o ciclo reconhecer-reciclar-recomeçar evidenciando a importância da compreensão da patologia para superá-la; o ciclo rever-avaliar-modificar as condutas pessoais desadaptativas; o ciclo patológico dos vícios comportamentais dismórficos; o ciclo autocorrupção-anticosmoética; o ciclo consciencioterápico autoinvestigação-autodiagnóstico-autenfrentamento-autossuperação.
          Binomiologia: o binômio educação rígida–traumas infantis podendo ocasionar a dismorfofobia; o binômio pensamento negativo–debilidade somática; o binômio autocrítica-heterocrítica quanto ao transtorno dismórfico corporal; o binômio mente sã–corpo são; o binômio cuidados holossomáticos–saúde consciencial; o binômio conscin dismórfica–holopensene patológico; o binômio autoimagem real–autoimagem idealizada.
          Interaciologia: a interação ansiedade cognitiva–ansiedade corporal aceleradora da dismorfofobia; a interação autocosmoeticidade–coerência consciencial evidenciando a saúde holossomática; a interação soma-energossoma; a interação autocorrupção-autassédio; a interação autoconvicções–valores pessoais denotando a despriorização evolutiva da conscin dismórfica; a interação autodesassédio-autossuperação; a interação autolucidez–reciclagem intraconsciencial; a interação autopensene-holopensene.
          Crescendologia: o crescendo Patologia Social–Sociopatologia refletindo as imaturidades advindas da dimensão intrafísica.
          Trinomiologia: o trinômio aqui-agora-já aplicado na resolução da dismorfofobia.
          Polinomiologia: o polinômio ansiedade-mágoa-culpa-depressão podendo evidenciar o modus operandi da conscin dismórfica.
          Antagonismologia: o antagonismo saúde / doença; o antagonismo autoconceito irreal / autoconceito real; o antagonismo autovalorização pessoal / desvalorização pessoal; o antagonismofobia / destemor; o antagonismo ortopensenidade / patopensenidade; o antagonismo autoprioridades medíocres / autoprioridades inteligentes; o antagonismo vítima / algoz.
          Paradoxologia: o paradoxo da conscin esteticamente bela achar-se feia e defeituosa.
          Politicologia: a lucidocracia; a cosmoeticocracia; a assistenciocracia; a discernimentocracia; a conscienciocracia; a refutaciocracia; a proexocracia.
          Legislogia: o respeito às leis da Fisiologia Humana.
          Filiologia: a neofilia; a sociofilia; a decidofilia; a teaticofilia; a proexofilia; a conscienciofilia; a energofilia.
          Fobiologia: a dismorfofobia; a autocriticofobia; a cosmoeticofobia; a pesquisofobia; a raciocinofobia; a recinofobia; a recexofobia; a autorreflexofobia.
          Sindromologia: a síndrome da passarela; a síndrome da robotização consciencial; a síndrome da abstinência da Baratrosfera (SAB).
          Maniologia: a mania de cirurgias plásticas.
          Mitologia: o mito de Narciso; o mito da perfeição.
          Holotecologia: a somatoteca; a psicossomatoteca; a evolucioteca; a pensenoteca; a psicoteca; a cosmoeticoteca; a conscienciometroteca.
          Interdisciplinologia: a Parapatologia; a Holomaturologia; a Intencionologia; a Intraconscienciologia; a Cosmovisiologia; a Harmoniologia; a Inventariologia; a Intrafisicologia; a Energossomatologia; a Macrossomatologia; a Holofisiologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: as pessoas preocupadas excessivamente com a estética corporal; a conscin obcecada com a perfeição somática; a consréu ressomada; a isca humana inconsciente; a consciência evolutivamente tola; a consciência sugestionável.
          Masculinologia: o metrossexual; o vigoréxico; o anoréxico; o bulímico; o músico americano Michael Jackson (1958–2009); o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o evoluciente.
          Femininologia: a vigoréxica; a anoréxica; a bulímica; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a evoluciente.
          Hominologia: o Homo sapiens immaturus; o Homo sapiens intrassomaticus; o Homo sapiens autocriticus; o Homo sapiens macrossomaticus; o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens socialis; o Homo sapiens gruppalis.


                                         V. Argumentologia

          Exemplologia: minidismorfofobia = a conscin queixosa com a aparência física realizando frequentes verificações frente ao espelho; maxidismorfofobia = a conscin obcecada com a aparência física gastando milhões de dólares em cirurgias plásticas.
          Culturologia: a cultura do corpo; a cultura do holossoma; a cultura da saúde consciencial.
          Sintomatologia. No âmbito da Consciencioterapia, eis, por exemplo, 10 sintomas da dismorfofobia, dispostos na ordem alfabética:
          01. Ansiedade.
          02. Baixa autestima.
          03. Defectividade.
          04. Depressão.
          05. Hipocondria.
          06. Isolamento social.
          07. Narcisismo.
          08. Perfeccionismo.
          09. Rigidez.
          10. Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
          Terapêutica. Pelos critérios da Paraterapeuticologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 3 especialidades na área da saúde propiciadoras da reestruturação cognitiva e emocional com o objetivo de superar a dismorfofobia:
          1. Consciencioterapia.
          2. Psicologia Clínica.
          3. Psiquiatria.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a dismorfofobia, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Aberração antifisiológica: Parapatologia; Nosográfico.
          02. Antianatomia humana: Paranatomia; Nosográfico.
          03. Autorreflexão de 5 horas: Autoconscienciometrologia; Homeostático.
          04. Baratrosfera: Extrafisicologia; Nosográfico.
          05. Beleza: Psicossomatologia; Neutro.
          06. Coleira do ego: Egologia; Neutro.
          07. Conscin não intermissivista: Interassistenciologia; Neutro.
          08. Conscin-trafar: Grupocarmologia; Nosográfico.
          09. Egocentrismo: Egologia; Neutro.
          10. Máscara social: Parapatologia; Neutro.
          11. Megaidiotismo cultural: Parapatologia; Nosográfico.
          12. Melin: Parapatologia; Nosográfico.
          13. Porão consciencial: Intrafisicologia; Nosográfico.
          14. Psicopatia: Parapatologia; Nosográfico.
          15. Vaidade: Psicossomatologia; Nosográfico.
   A DISMORFOFOBIA EVIDENCIA INSATISFAÇÃO CRÔNICA
  DA CONSCIÊNCIA DIANTE DA REALIDADE INTRACONSCIENCIAL, DENOTANDO AUTOPESSIMISMO, ACRITICIDADE E INSIPIÊNCIA FRENTE À REALIDADE MULTIDIMENSIONAL.
          Questionologia. Você, leitor ou leitora, possui preocupação exacerbada quanto à aparência física? Você carece de alguma reciclagem intraconsciencial nesse quesito?
             Bibliografia Específica:
             01. Assumpção, Evaldo; Dismorfofobia e o Complexo de Quasímodo; Artigo; Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; Revista; Trimestral; Vol. 3; N. 22; São Paulo; SP; 2007; páginas 183 a 187.
             02. Beck, Aaron T.; Freeman, Arthur; & Davis, Denise D.; Colaboradores; Terapia Cognitiva dos Transtornos da Personalidade (Cognitive Therapy of Personality Disorders); revisor Cristiano Nabuco de Abreu; trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese; 342 p.; 16 caps.; 415 refs.; 25 x 17,5 cm; br.; Artmed; Porto Alegre, RS; 2005; páginas 31 a 57.
             03. Folha de São Paulo; Redação; Doença Mental leva a Abuso de Plásticas; Reportagem; Jornal; Diário; Ano 90; N. 29; Seção: Equilíbrio e Saúde; São Paulo, SP; 26.11.10; página 13.
             04. Gazeta do Povo; Redação; Manequim 38; Reportagem; Jornal; Diário; Ano 88; N. 28.114; Seção: Moda; Curitiba, PR; 22.10.06; primeira página (chamada).
             05. Herscovici, Cecile Rausch; Anorexia Nervosa e Bulimia: Ameaças à Autonomia (Anorexia Nerviosa y Bulimia); trad. Francisco Franke Settineri; 184 p.; 9 caps.; alf.; 23 x 16 cm; enc.; Artes Médicas; Porto Alegre, RS; 1997; páginas 21, 41, 109 e 171.
             06. Machado, César Iria; Auto-Imagem e suas Repercussões na Grupalidade; Artigo; Anais da III Jornada de Saúde da Consciência; Foz do Iguaçu; PR; 20.09.03; Journal of Conscientiology; Revista; Trimestral; Vol. 5; N. 20-S; International Academy of Consciousness (IAC); Londres; 2003; páginas 27 a 40.
             07. Novaes, Joana V.; Com que Corpo eu vou?; 214 p.; 50 refs.; alf.; 21 x 14 cm; enc.; Pallas; Rio de Janeiro, RJ; 2009; páginas 30 a 50.
             08. Vieira, Waldo; Conscienciograma: Técnica de Avaliação da Consciência Integral; revisor Alexander Steiner; 344 p.; 150 abrevs.; 106 assuntos das folhas de avaliação; 3 E-mails; 11 enus.; 100 folhas de avaliação; 1 foto; 2.000 itens; 1 microbiografia; 100 qualidades da consciência; 100 títulos das folhas de avaliação; 1 website; glos. 282 termos; 7 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1996; páginas 52 a 71.
             09. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 219 a 226.
             10. Zero Hora; Redação; Obsessão Estética; Tabloide; Jornal; Diário; Ano 39; N. 13.734; Caderno: Vida; 2 ilus.; 1 tab.; Porto Alegre, RS; 29.03.03; página 8.
                                                                                                                        L. Z.