Sutileza da Decisão

A sutileza da decisão é o detalhe, minúcia, pormenor ou singularidade, observada ou percebida com agudeza mentalsomática e / ou parapsíquica, pela conscin, homem ou mulher, empenhada em discernir o elemento prioritário nos posicionamentos evolutivos autodeliberados.

Você, leitor ou leitora, vivencia a autopercuciência nas decisões? Na escala de 1 a 5, como avalia a qualidade e os resultados das escolhas relevantes feitas por você? Refletiu sobre a importância de investir na hiperacuidade quanto ao detalhe nas autodeliberações?

      SUTILEZA DA DECISÃO
                              (AUTOPERCUCIENCIOLOGIA)


                                         I. Conformática

          Definologia. A sutileza da decisão é o detalhe, minúcia, pormenor ou singularidade, observada ou percebida com agudeza mentalsomática e / ou parapsíquica, pela conscin, homem ou mulher, empenhada em discernir o elemento prioritário nos posicionamentos evolutivos autodeliberados.
          Tematologia. Tema central neutro.
          Etimologia. O termo sutil procede do idioma Latim, subtilis, “sutil; fino; delgado; tênue; miúdo; delicado; exato; escrupuloso; minucioso; simples; preciso”. Apareceu no Século XIII. A palavra sutileza surgiu no Século XVI. O vocábulo decisão provém do idioma Francês, décision, “ação de decidir; resultado dessa ação”, derivado do idioma Latim, decisio, “decrescimento; diminuição; transação; acordo; ajuste; acomodação; ação de resolver alguma questão debatida”, e este de decidere, “cair; perecer; morrer; decair; afastar-se; sucumbir; sair de”. Apareceu no Século XVI.
          Sinonimologia: 1. Argúcia decisória. 2. Hiperacuidade deliberativa. 3. Minuciosidade da decisão. 4. Perspicácia resolutiva. 5. Escolha analítica lúcida.
          Neologia. As 3 expressões compostas sutileza da decisão, minissutileza da decisão e megassutileza da decisão são neologismos técnicos da Autopercucienciologia.
          Antonimologia: 1. Inépcia decisória. 2. Impulsividade deliberativa. 3. Monovisão interpretativa. 4. Desatenção paraperceptiva. 5. Descuido reflexivo. 6. Escolha analítica equivocada. 7. Deslize consciencial.
          Estrangeirismologia: a open mind ao detalhe; o approach cognitivo; a awareness; o deficit de atenção; o upgrade paraperceptivo; a big picture; o modus operandi nas decisões; o turning point; o momentum; o right timing.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à hiperacuidade detalhista.
          Coloquiologia: o olho clínico; o ato de abrir os olhos; os olhos de águia; os olhos de lince; o ato de enxergar longe; a agulha no palheiro; o ato de ficar de orelha em pé; o ato de ficar de antena ligada; o ato de não dormir no ponto; o ato de fazer vista grossa; o ato de dourar a pílula; o ato de não dar a mínima; o ato de marcar bobeira; o piloto automático; o ato de ir direto ao ponto; o ato de escolher a dedo; o ato de tirar a limpo; o ato de fazer do fato 1 bicho de 7 cabeças.


                                           II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal da hiperacuidade decisória; o holopensene pessoal do detalhismo autocrítico; a desorganização pensênica afetando a percuciência; a ortopensenidade alinhando o ponteiro consciencial; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade, os taquipensenes; a taquipensenidade.
          Fatologia: a sutileza da decisão; a precisão da percuciência nas escolhas; o momento da astúcia evolutiva; a análise perspicaz das vivências cotidianas; o bom hábito de ver minúcias; o emprego lúcido dos atributos conscienciais; os sentidos somáticos hígidos e funcionais; o holossoma afinado; a sutileza intelectual; a autocognição retilínea; a raciocinação; a ortocognição; a acuidade quanto à minúcia; a interpretação da sutileza construída pelo decisor; a seleção cuidadosa dos pequenos sinais no todo; o autodiscernimento agudo quanto ao momento evolutivo; as singularidades evolutivas; a agudeza da inteligência evolutiva (IE) posta à prova; a valorização do subjacente; a observação quanto à sincronia dos eventos; a autanálise crítica aguda nos momentos de pressão; a percepção atenta quanto à repetição dos fatos; a autoconsciência da repercussão dos pequenos atos provocando grandes consequências; o raciocínio evolutivo agudo aplicado no momento crítico; a lucidez quanto à concessão a ser feita naquele dado momento; a minissutileza intraconsciencial afetando a decisão; o autocontrole diante de situações delicadas e difíceis; o temperamento pessoal interferindo nas escolhas; a disposição afetiva do momento; o detalhe indicador da recin; as sutilezas das autovivências submetidas à meganálise lógica; as pequenas ações com grandes resultados; as evidências confirmando a percepção; a autonegligência quanto aos sinais holossomáticos; a emoção absorvendo a atenção; o sinal de alerta; o fator confluente; o fator de contrafluxo; a intensidade e especificidade do estímulo; a sutileza técnica; o ato de valorizar o registro dos detalhes; a Cronêmica; o momento; a singularidade e implicações holocármicas; as consequências do posicionamento e a qualidade da intencionalidade; o ato de cortar o mal pela raiz; a autocrítica habitual aplicada às escolhas cotidianas; o trafor auxiliando a discriminar a sutileza; o rigor do posicionamento autocrítico cosmoético; a reflexão diária favorecendo o autodiscernimento; o trafar dificultando a autopercuciência; o mau hábito de voltar atrás nas escolhas pessoais; a sutileza sinalizando o evitável; a atenção ao detalhe sem perda do megafoco; a autocientificidade favorecendo a análise racional e sistemática.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a autodisponibilidade multidimensional; o autodespertamento para a relevância dos detalhes multidimensionais; a busca prioritária para discriminar os sinais energéticos, anímicos e parapsíquicos; o sinal extrafísico identificado e assumido; o sinal de amparabilidade; os banhos energéticos confirmadores; a sinalética aplicada às decisões; a desassimilação simpática evitando distorções cognitivas; a bagagem parapsíquica acumulada; o autodiscernimento paraperceptivo; o radar parapsíquico pessoal; a maturidade parapsíquica e a interpretação parafenomenológica da minúcia; os detalhes confluentes dos parafatos; o paramomento evidenciado; a parapercepção equivocada; a otimização dos recursos parapsíquicos; a insensibilidade energética e parapsíquica; a hipoacuidade parapsíquica no momento crítico de decisão; os pequenos incidentes sinalizando a macro PK; as sincronicidades apontando a decisão; o senso de clareza quanto ao conteúdo dos fenômenos e parafenômenos; a pensenosfera favorecendo a simulcognição; o trafor parapsíquico contribuindo na autopercuciência do detalhe; os parassentidos afinados; as múltiplas entradas de sinais parafenomenológicos.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo atenção-paratenção; o sinergismo detalhismo-perspicácia; o sinergismo minidetalhe-hiperacuidade; o sinergismo ilogismo-contrassenso; o sinergismo ortocognição-autopercuciência.
          Principiologia: o princípio da descrença (PD); o princípio da racionalidade; o princípio da ortodecisão; o princípio da reflexão; o princípio cosmoético “aconteça o melhor para todos; o princípio do “isso não é para mim”; o princípio da precaução; o princípio da recorrência; o princípio de causa e efeito.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) aplicado às decisões.
          Teoriologia: a teoria da inteligência evolutiva; a teoria da decisão; a teoria da dissonância cognitiva; a teoria da bricolagem cognitiva; a teoria do viés da autoconveniência; a teoria do modelo de ativação por contágio; a teoria da falsa memória; a teoria da sincronicidade.
          Tecnologia: a técnica do detalhismo; a técnica da sinalética energética; a técnica da autorreflexão de 5 horas; a técnica da tenepes; a técnica do registro das parapercepções; a técnica de associação de ideias; a técnica da leitura nas entrelinhas; a técnica da autoconscienciometria; a técnica da hiperacuidade quanto ao fluxo cósmico.
          Voluntariologia: as consequências das escolhas individuais e grupais repercutindo na proéxis do voluntariado conscienciológico.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Mentalsomática; o laboratório conscienciológico da sinalética energética e parapsíquica; o laboratório conscienciológico da Cosmoética.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Evoluciologia.
          Efeitologia: o efeito do posicionamento pessoal na proéxis; o efeito da autoparaperceptividade aguda na identificação do detalhe; o efeito das distorções perceptivas nas decisões; o efeito do circunlóquio; o efeito da paralógica na interpretação dos parafatos; o efeito das descompensações energéticas nas escolhas; o efeito da Cosmoética na liberação das interprisões grupocármicas; o efeito da autodisponibilidade assistencial; o efeito cascata das escolhas pessoais nos grupos de convivência; o efeito da decisão grupal na maxiproéxis.
          Neossinapsologia: as neossinapses parafenomenológicas; as neossinapses decorrentes do exercício da paracognição; as neossinapses geradas pelos alertas conscienciais vindos do energossoma; as neossinapses projetivas.
          Ciclologia: o ciclo virtuoso ortocognição-ortodecisão; o ciclo experiência passada–momento presente; o ciclo vicioso autodescentragem–dispersão consciencial; o ciclo autorreflexão-autodiscernimento.
          Enumerologia: o elemento sutil indicador; o elemento sutil relevante; o elemento sutil esclarecedor; o elemento sutil convergente; o elemento sutil integrador; o elemento sutil catalisador; o elemento sutil retificador.
          Binomiologia: o binômio sinal-investigação; o binômio sinal-confirmação; o binômio minúcia-decisão; o binômio sutileza-hiperacuidade; o binômio exame-ponderação; o binômio exaustividade-êxito; o binômio raciocínio vicioso–raciocínio virtuoso; o binômio múltiplas alternativas-escolha única; o binômio atributos mentais–percepções extrassensoriais.
          Interaciologia: a interação cérebro sadio–atributos mentais; a interação cérebro-paracérebro; a interação faculdades mentais–faculdades parapsíquicas–contexto evolutivo; a interação viés perceptivo–diretriz decisória; a interação análise-cientificidade; a interação sensações–faculdades mentais–parapercepções; a interação sinal–conteúdo do parafenômeno; a interação parassinal–saldo da paravivência; a interação análise-síntese; a interação tempo cronológico–tempo evolutivo.
          Crescendologia: o crescendo agudeza perceptiva–agudeza paraperceptiva; o crescendo detalhe isolado–detalhe conjunto; o crescendo rastrear-descobrir; o crescendo investigar-deduzir; o crescendo autorganização cognitiva–coerência interpretativa; o crescendo varejismo-atacadismo; o crescendo autoconsciência multidimensional intermitente–autoconsciência multidimensional fixada; o crescendo soltura holochacral eventual–soltura holochacral sustentada; o crescendo autopesquisa conscienciométrica–autopercuciência intraconsciencial.
          Trinomiologia: o trinômio detalhe-vivência-evidência; o trinômio minúcia-argúcia-exatidão; o trinômio sublucidez–equívoco–desvio proexológico; o trinômio concentração mental–atenção fixada–hiperacuidade; o trinômio prioridade-flexibilidade-proéxis; o trinômio taquipsiquismo-parapsiquismo-decisão; o trinômio sentidos somáticos–atributos mentais–percepções extrassensoriais; o trinômio Voliciologia-Intencionologia-Determinologia.
          Polinomiologia: o polinômio sensação-percepção-memória-holomemória; o polinômio continuum percuciência-autopercuciência-parapercuciência-autoparapercuciência.
          Antagonismologia: o antagonismo sutileza na decisão / sutileza da decisão; o antagonismo detalhismo / cosmovisão detalhista; o antagonismo detalhe rudimentar / discernimento avançado.
          Paradoxologia: o paradoxo do posicionamento imediato não significar atitude decidofílica; a condição paradoxal do detalhe insignificante poder causar consequências significativas; a condição paradoxal do descuido ocasional poder transformar-se em solução providencial.
          Politicologia: a lucidocracia; a cognocracia; a decidocracia.
          Legislogia: a lei da observância rigorosa; a lei do maior esforço aplicada à hiperacuidade; a lei de ação e reação; a lei da retribuição; a lei do maior esforço aplicada à sutileza; a lei da economia de males; a lei da economia de bens.
          Filiologia: a decidofilia; a raciocinofilia; a autocriticofilia; a cosmoeticofilia.
          Fobiologia: a autocriticofobia; a errofobia; a decidofobia.
          Sindromologia: a síndrome da dispersão consciencial; a síndrome da bússola consciencial danificada; a síndrome da personalidade obsessiva-compulsiva.
          Maniologia: a mania do perfeccionismo.
          Holotecologia: a decidoteca; a parapsicoteca; a raciocinoteca; a discernimentoteca; a sinaleticoteca; a fenomenoteca; a energoteca.
          Interdisciplinologia: a Autopercucienciologia; a Decidologia; a Conscienciometrologia; a Autodiscernimentologia; a Atributologia; a Autoparapercepciologia; a Holomaturologia.


                                          IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin autodecisora; a conscin atenta; a conscin superatenta; a conscin atilada; a conscin taquipsíquica; a conscin cerebrona; a conscin antenada; a conscin hiperlúcida; a conscin minuciosa; a conscin autocrítica; a conscin detalhista; a conscin dispersa; a conscin disciplinada; a conscin parapsíquica.
          Masculinologia: o atacadista consciencial; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o inversor existencial; o reciclante existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o parapercepciologista; o pesquisador; o projetor consciente; o tertuliano; o sistemata; o verbetólogo; o voluntário; o tocador de obra; o homem de ação; o cosmoeticista.
          Femininologia: a atacadista consciencial; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a convivióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epicon lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a inversora existencial; a reciclante existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a parapercepciologista; a pesquisadora; a projetora consciente; a tertuliana; a sistemata; a verbetóloga; a voluntária; a tocadora de obra; a mulher de ação; a cosmoeticista.
          Hominologia: o Homo sapiens decisor; o Homo sapiens rationabilis; o Homo sapiens scientificus; o Homo sapiens autolucidus; o Homo sapiens atilator; o Homo sapiens orthopensenicus; o Homo sapiens autoperquisitor; o Homo sapiens cosmovisiologus.


                                        V. Argumentologia

          Exemplologia: minissutileza da decisão = a singularidade observada pela conscin expert na sondagem autocrítica dos pormenores para as autodeliberações, contudo limitada pela visão intrafísica materiológica; megassutileza da decisão = a singularidade observada pela conscin expert na sondagem autocrítica dos pormenores para as autodeliberações, empregando o parapsiquismo na visão multidimensional e cosmovisiológica.
          Culturologia: a cultura do detalhismo; a cultura da autopercuciência decisória; a cultura de antidispersividade; a cultura da focalização evolutiva; a cultura da autocriticidade; a cultura da autorganização pensênica; a cultura do emprego do parapsiquismo lúcido; a cultura das priorizações evolutivas; a cultura da Cosmoética decisória; a cultura da Evoluciologia.
          Hiperacuidade. Segundo a Binomiologia, eis, em ordem alfabética, 34 exemplos de categorias de binômios qualificadores e potencializadores da hiperacuidade detalhista no contexto das decisões evolutivas:
          01. Altruísmo: o binômio heterocompreensão-autabnegação.
          02. Amparabilidade: o binômio cognição solidária–atmosfera assistencial.
          03. Análise factual: o binômio autopensenidade retilínea–exatidão analítica.
          04. Associação de ideias: o binômio informações entrecruzadas–sincronismo dos fatos.
          05. Atenção: o binômio atenção voluntária–discernimento sensorial.
          06. Autocoerência: o binômio interesses convergentes–megafoco proexológico.
          07. Autodiagnóstico: o binômio autanálise realista–heteranálise complementar.
          08. Consequência: o binômio deliberação individual–reverberação coletiva.
          09. Continuísmo: o binômio coesão de esforços–persistência evolutiva.
          10. Cosmovisão: o binômio visão ampla–ação pontual.
          11. Cronologia: o binômio singularidade cronêmica–precisão deliberativa.
          12. Determinação: o binômio antivitimização–autorresponsabilização.
          13. Eutimia: o binômio pressão externa–tranquilidade íntima.
          14. Fôrma holopensênica: o binômio energias gravitantes–fator evocativo.
          15. Imaginação: o binômio engenhosidade mental–solução pragmática.
          16. Intelecção: o binômio raciocínio lógico–interpretação paralógica.
          17. Intenção: o binômio propósito cosmoético–conduta libertadora.
          18. Interassistência: o binômio minipeça lúcida–maximecanismo interassistencial.
          19. Juízo crítico: o binômio ajuizamento pessoal–análise fria dos fatos e parafatos.
          20. Localização: o binômio local-chave–momento evolutivo.
          21. Materpensene atrator: o binômio força moral–exemplarismo.
          22. Memória: o binômio fragmento mnemônico–raciocínio holomnemônico.
          23. Orientação: o binômio bússola intraconsciencial–ajuste proexológico.
          24. Paraimaginação: o binômio inspiração ideativa–captação telepática.
          25. Parângulo: o binômio ângulo de observação–neodetalhes.
          26. Parapercepção: o binômio autoconfiança parapsíquica–sustentação energética.
          27. Pensenosfera: o binômio pensenosfera pessoal–sincronicidades.
          28. Projetabilidade: o binômio vivência projetiva–confrontação.
          29. Raciocinação: o binômio mente atilada–parapercepto depurado.
          30. Retromemória: o binômio erradicar erros passados–firmar acertos atuais.
          31. Seriexialidade: o binômio retrotraços conscienciais–reciclopensenidade.
          32. Sinalética: o binômio prenúncio do acontecimento–autoconfirmação.
          33. Taquirritmia: o binômio autoponderação–análise taquipsíquica.
          34. Volição: o binômio autodeterminação refletida–autodefinição prioritária.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a sutileza da decisão, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Atenção dividida: Mentalsomatologia; Homeostático.
          02. Atilamento: Atilamentologia; Homeostático.
          03. Autodiscernimento: Holomaturologia; Homeostático.
          04. Detalhismo: Experimentologia; Homeostático.
          05. Distorção cognitiva: Parapatologia; Nosográfico.
          06. Equívoco: Parapatologia; Nosográfico.
          07. Fator ambíguo: Ambiguologia; Neutro.
          08. Hipostasia: Hermeneuticologia; Nosográfico.
          09. Localização: Proxêmica; Neutro.
          10. Nuança: Experimentologia; Neutro.
          11. Olho clínico: Autodiscernimentologia; Neutro.
          12. Parapercepto: Parapercepciologia; Neutro.
          13. Recurso parapsíquico: Parapercepciologia; Neutro.
              14. Resolução prioritária: Autopriorologia; Homeostático.
              15. Sinalizador evolutivo: Evoluciologia; Homeostático.
 O MEGADESAFIO DA SUTILEZA DECISÓRIA É A CONSCIN
 LÚCIDA EMPREGAR A AUTOPERCUCIÊNCIA, SELECIONAR
     O DETALHE RELEVANTE NO CONTEXTO MULTIDIMENSIONAL, SEM PERDER O MEGAFOCO EVOLUTIVO.
              Questionologia. Você, leitor ou leitora, vivencia a autopercuciência nas decisões? Na escala de 1 a 5, como avalia a qualidade e os resultados das escolhas relevantes feitas por você? Refletiu sobre a importância de investir na hiperacuidade quanto ao detalhe nas autodeliberações?
              Filmografia Específica:
              1. Falando com os Mortos. Titulo Original: Living with the Dead. País: EUA. Data: 2002. Duração: 142 min. Gênero: Suspense. Idade (censura): 14 anos. Idioma: Inglês. Cor: Colorido. Legendado: Inglês; & Português (em DVD). Direção: Stephen Gyllenhaal. Elenco: Ted Danson; Mary Steenburgen; Diane Ladd; Michael Moriarty; Connor Widdows; Joy Coghill; Jay Brazeau; Queen Latifah; Maggie Blue O’Hara; Jack Palance; Reece Thompson; Neil Denis; Erci Brecker; & Kavan Smith. Produção: Preston Fischer. Desenho de Produção: Brent Thomas. Direção de Arte: Roxanne Methot. Roteiro: John Pielmeier, inspirado em Livro de James Van Praagh. Fotografia: Jeff Jur. Música: Normand Corbeil. Figurino: Trish Keating. Edição: Neil Mandelberg. Efeitos Especiais: Toybox; & Gajdecki Visual Effects. Companhia: CBS Television; Once Upon A Time Films; & Gaslight Pictures. Distribuidora: Alpha Filmes. Sinopse: Filme de suspense inspirado na história do médium mundialmente conhecido, James Van Praagh (Ted Danson). Quando criança, James foi atormentado por visões e conversas com mortos, mais tarde, já adulto, se une à polícia para descobrir os crimes de determinado serial killer. O fato reativou as visões e percepções extrassensoriais de James atormentando-o, inclusive causando transtornos para a vida da cidade.
              Bibliografia Específica:
              1. Halliman, Joseph T.; Por que cometemos Erros? Como olhamos sem Ver, esquecemos as Coisas em Segundos, e temos Absoluta Certeza de estarmos bem acima da Média (Why you make Mistakes? How we look without Seeing forget Things in Seconds, and are all Pretty Sure we are way above Average); revisoras Silvana Marli; & Laís Eugênia Marques; trad. Renato Marques; 288 p.; 13 caps.; 9 enus.; 3 fotos; 17 ilus.; 1 mapa; 1 microbiografia; 1 website; alf.; 23 x 16 cm; br.; Editora Globo; São Paulo, SP; 2010; páginas 104, 105 e 109 a 117.
              2. Morel, Christian; Erros Radicais e Decisões Absurdas: Uma Reflexão sobre a Estrutura das Decisões (Les Descions Absurdes); trad. Mônica Baña Alvarez; 238 p.; 26 enus.; 22 tabs.; 53 refs.; alf.; 19 x 13 cm; br.; Editora Campus; Rio de Janeiro, RJ; 2003; páginas 59 a 121.
              3. Pavesi, Pedro; et al.; La Decision: Su Teoria y Práctica, Aplicaciones Conceptuales; 496 p.; 22 tabs.; 58 refs.; alf.; 23 x 16 cm; br.; Grupo Editorial Norma; Buenos Aires; Republica Argentina; 2004; páginas 11 a 93.
              4. Stein, Lilian Milnistsky; et al.; Falsas Memórias: Fundamentos Científicos e suas Aplicações Clínicas e Jurídicas; pref. C. J. Brainerd; IX + 264 p.; 3 partes; 12 caps.; 29 enus.; 5 esquemas; 1 gráf.; 7 ilus.; 1 organograma; 7 tabs.; 342 refs.; alf.; 23 x 16 cm; br.; Editora Artmed; São Paulo, SP; 2010; páginas 23, 92, 95, 106, 118 e 121.
              5. Vieira, Waldo; Conscienciograma: Técnica de Avaliação da Consciência Integral; revisor Alexander Steiner; 344 p.; 150 abrevs.; 106 assuntos das folhas de avaliação; 3 E-mails; 11 enus.; 100 folhas de avaliação; 1 foto; 1 microbiografia; 100 qualidades da consciência; 2.000 questionamentos; 100 títulos das folhas de avaliação; 1 website; glos. 282 termos; 7 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1996; páginas 106, 107, 114 a 117, 184, 185 e 198 a 201.
              6. Idem; 200 Teáticas da Conscienciologia: Especialidades e Subcampos; revisores Alexander Steiner; et al.; 260 p.; 200 caps.; 15 E-mails; 8 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 2 websites; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; páginas 77, 116 e 127.
              7. Idem; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; revisores Alexander Steiner; et al.; 1.232 p.; 18 seções; 525 caps.; 150 abrevs.; 16 E-mails; 1.156 enus.; 1 escala; 1 foto; 3 gráfs.; 42 ilus.; 1 microbiografia; 1 sinopse; 2 tabs.; 2 websites; glos. 300 termos; 1.907 refs.; alf.; geo.; ono.; 28 x 21 x 7 cm; enc.; 4ª Ed. rev. e aum.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1999; páginas 798 e 799.
                                                                                                                  M. M. S.