Flexibilidade Expressiva Interidiomática

A flexibilidade expressiva interidiomática é a capacidade de a conscin, homem ou mulher, intercalar a autexpressão oral em 2 ou mais idiomas, mantendo a fluência poliglótica com assertividade, clareza, nitidez e naturalidade no exercício da interassistência universalista.

Você, leitor ou leitora, já se posicionou perante a internacionalização da neociência Conscienciologia? Como está se empenhando no conhecimento de línguas estrangeiras para participar deste movimento com maior flexibilidade expressiva interidiomática?

      En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a                                               1
                  FLEXIBILIDADE                  EXPRESSIVA INTERIDIOMÁTICA
                                              (COMUNICOLOGIA)


                                                     I. Conformática

             Definologia. A flexibilidade expressiva interidiomática é a capacidade de a conscin, homem ou mulher, intercalar a autexpressão oral em 2 ou mais idiomas, mantendo a fluência poliglótica com assertividade, clareza, nitidez e naturalidade no exercício da interassistência universalista.
             Tematologia. Tema central homeostático.
             Etimologia. O vocábulo flexível vem do idioma Latim, flexibilis, de flexum, supino de flectere, “curvar; dobrar; vergar”. Surgiu no Século XVII. O termo flexibilidade apareceu no Século XVIII. A palavra expresso vem do idioma Latim, expressus, particípio passado de exprimere, “apertar com força; comprimir; espremer; tirar de; arrancar; reproduzir; representar; verter; traduzir; exprimir; dizer; enunciar claramente; declarar formalmente”. Os vocábulos expresso e expressivo surgiram no Século XV. O prefixo inter deriva igualmente do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de; no meio de”. O termo idioma procede do idioma Grego, idíóma, “propriedade particular, característica própria; em retórica, particularidade de estilo”. Apareceu no Século XVIII. A palavra idiomático surgiu no Século XIX.
             Sinonimologia: 1. Adaptabilidade expressiva interidiomática. 2. Flexibilidade comunicativa interidiomática. 3. Versatilidade na comutação interidiomática.
             Neologia. As 3 expressões compostas flexibilidade expressiva interidiomática, flexibilidade expressiva interidiomática básica e flexibilidade expressiva interidiomática avançada são neologismos técnicos da Comunicologia.
             Antonimologia: 1. Rigidez expressiva na interação comunicativa. 2. Imaleabilidade da expressão interidiomática. 3. Inadaptação expressiva interidiomática.
             Estrangeirismologia: o profile comunicativo; a open mind; o know-how no domínio de múltiplas línguas; a abertura para o new feeling; a ampliação do modus operandi na apreensão da mensagem falada; o modus rationandi flexível; a glasnost comunicativa na tradução cosmoética; o exemplarismo do good language learner; o Grüss dich Gott, expressão religiosa do austríaco impactante ao estrangeiro; a learning authonomy; o piacere di parlare diversas línguas; o whole pack da integração interlínguas; o upgrade da maturidade conviviológica.
             Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à comunicabilidade cosmoética.
             Megapensenologia. Eis 2 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Expressão: ressonância consciencial. Multipliquemos nossas informações.
             Proverbiologia: – Quem tem boca vai a Roma.
             Ortopensatologia. Eis 4 ortopensatas, citadas na ordem alfabética e classificadas em 2 subtítulos:
             1. “Idiomas. Quanto mais você adentra o universo do poliglotismo, mais você aplica inteligente e funcionalmente a própria língua materna”. “Se, conforme foi registrado: pelo idioma Alemão se ordena; pelo idioma Francês se expõe; e pelo idioma Italiano se aconselha; pelo idioma Português se obtém os 3 procedimentos ao mesmo tempo. Se você duvida, viva o princípio da descrença fazendo experimentos adequados”.
             2. “Poliglotismo. É muito difícil separarmos a vaidade, a autexibição e a jactância do poliglotismo”. “Pelo sotaque carregado do outro idioma, identifica-se o nível de erudição da pessoa poliglota”.
             Filosofia: a Holofilosofia do abertismo consciencial manifestando-se na aplicação das diferentes línguas. 2                                                         En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a


                                          II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal do Universalismo; o holopensene pessoal da comunicabilidade; os globopensenes; a globopensenidade; o holopensene pessoal da interassistencialidade; os interpensenes; a interpensenidade; os cosmoeticopensenes; a cosmoeticopensenidade; os grupopensenes; a grupopensenidade; os sociopensenes; a sociopensenidade; os taquipensenes; a taquipensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os traduciopensenes; a traduciopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os cosmopensenes; a cosmopensenidade; a assinatura pensênica com aporte vocal e laringochacral; os grafopensenes; a grafopensenidade; a autopensenização aberta à interação comunicativa; o holopensene pessoal da expansão da Conscienciologia.
          Fatologia: a flexibilidade expressiva interidiomática; o cuidado na tradução dos neologismos e conceitos basilares da Conscienciologia; a premência de encontrar a expressão idiomática adequada; a escolha da melhor palavra em idioma diferente; a pesquisa exaustiva em diferentes dicionários para interpretação no idioma traduzido; a múltipla tradução nas atividades profissionais; as afinidades pela informação cosmoética em língua estrangeira, produzindo empatia na comunicação entre os grupos; a intencionalidade reta de buscar entender o interlocutor, para melhor traduzir o pensamento por ele verbalmente emitido; a flexibilidade em expressar-se por meio de diferentes idiomas de modo ágil; o interesse aguçado em aprender outras línguas; as expressões de acolhimento nos diversos idiomas; as expressões características em cada língua; a facilidade em falar idiomas estrangeiros sem ou com pouco sotaque; a autexposição interassistencial; a predisponibilidade em auxiliar as consciências com dificuldades no conhecimento de outros idiomas; a relevância comunicativa da abrangência dos dicionários cerebrais pessoais; a oportunidade de assistir multiculturalmente; a ausência do domínio da comunicação de outrem sobrecarregando o próprio trabalho; o desconforto para pedir ajuda a alguém, fazer heterocrítica e expressar opinião por desconhecimento básico do idioma em questão; a omissão em posicionar-se ao se comunicar em língua estrangeira por medo de não ser entendido ou ser incorretamente interpretado; o entendimento deturpado da fala do locutor em outro idioma ocasionando resposta inadequada ou contrária à própria intenção; o prazer pelo labor mentalsomático; o trafor inato da familiaridade com outros idiomas; a capacidade do entendimento de idiomas nunca estudados; a gratidão pela oportunidade de ser útil na intercomunicação idiomática tarística; a megafraternidade sinérgica atuante no momento da assistência interidiomática; o prazer evolutivo da interassistência cosmoética; a vivência esboçante do Universalismo.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a multidimensionalização comunicativa; os parafenômenos comunicativos; o apoio técnico do amparador de função; o intercâmbio de informações com os amparadores ajudando na cosmovisão das situações; as parapercepções agudas durante a interpretação da fala e da escrita; a possibilidade de comunicação com consciexes parapsicóticas de diferentes procedências; a paragenética linguística latente; a hipótese de a flexibilidade expressiva ampliar o paracérebro e contribuir para a assimilação do conscienciês.


                                         III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo locutor-tradutor; o sinergismo da disponibilidade grupal para a intercompreensão.
          Principiologia: o princípio da interassistência; o princípio de, quanto mais se aprende idiomas, mais fácil fica aprendê-los; o princípio do Universalismo na comunicação; o princípio da evolução grupal.
          Codigologia: o código Mundial de Ética do Turismo Internacional; o código pessoal de Cosmoética (CPC) aplicado nas interpretações. En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a                                                  3
             Teoriologia: a teoria da multidimensionalidade; a teatica pedagógica para o ensino-aprendizagem de idiomas; a teoria da inteligência linguística; a teoria das relações assistenciais interidiomáticas.
             Tecnologia: a técnica da boa audição para captar as necessidades do assistido através da fala ou da escrita; a técnica da pesquisa exaustiva em múltiplos dicionários; a técnica do método audiovisual facilitando a compreensão e sentido de expressões idiomáticas contidas nas diferentes línguas faladas e escritas.
             Voluntariologia: o voluntariado de escopo internacional; o voluntariado nas atividades de tradução nas diferentes Instituições Conscienciocêntricas (ICs) contribuindo com a expansão da Neociência Conscienciologia.
             Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil (IFV) contribuindo para o alinhamento da pensenidade interidiomática.
             Colegiologia: o Colégio Invisível da Comunicologia; o Colégio Invisível da Conviviologia; o Colégio Invisível da Parapedagogiologia; o Colégio Invisível da Cosmoeticologia.
             Efeitologia: o efeito libertário da interassistência por meio da tradução; o efeito da confiança na autexpressão polidiomática; os efeitos potencializadores da cosmovisão linguística sobre a interassistencialidade; o efeito da flexibilidade expressiva interidiomática na Pré-Intermissiologia.
             Neossinapsologia: a flexibilidade cognitiva geradora de neossinapses; o reforço das neossinapses criando automaticidade idiomática; as neossinapses necessárias ao aprendizado de novos idiomas; as neossinapses favorecendo a recuperação de cons idiomáticos de retrovidas.
             Ciclologia: o ciclo proexológico aporte-retribuição.
             Enumerologia: o abertismo multicultural; o cultivo da empatia; a pronúncia límpida; a objetividade das palavras; a versatilidade expressiva; o taquipsiquismo linguístico; a inarredabilidade da Cosmoética.
             Binomiologia: o binômio poliglotismo–flexibilidade expressiva; o binômio idiotismos culturais–idiotismos idiomáticos; o binômio itinerância internacional–estudos idiomáticos; o binômio estrangeirismo-modismo.
             Interaciologia: a interação abertismo consciencial–pensenização poliglótica; a interação fonte original–tradução; a interação poliglotismo–recepção telepática; a interação idioma–condicionamento cultural; a interação vocabulário básico cotidiano–vocabulário técnico especializado.
             Crescendologia: o crescendo domínio da língua materna–domínio multilinguístico.
             Trinomiologia: o trinômio concentração-repetição-prática influenciando na correção da pronúncia durante o aprendizado de nova língua; o trinômio vontade-intencionalidade-autodisciplina; o trinômio motivação-esforço-perseverança na aquisição da proficiência multilinguística; o trinômio interesse-metas-evolução.
             Antagonismologia: o antagonismo introversão / extroversão; o antagonismo flexibilidade interidiomática / inflexibilidade interidiomática.
             Paradoxologia: o paradoxo de o idioma omniglota, o conscienciês, dispensar símbolos; o paradoxo de o silêncio verbal poder gerar ruído energético.
             Politicologia: a comunicocracia.
             Fobiologia: a neofobia.
             Sindromologia: a flexibilidade comunicativa interidiomática podendo minimizar e prevenir doenças a exemplo da síndrome de Alzheimer.
             Maniologia: a glossomania; a grafomania; a literatomania.
             Mitologia: o mito de a comunicabilidade ser apenas dom de nascença; o mito da autoimpossibilidade de falar língua estrangeira; o mito de quem fala muito se comunicar bem utilizando idioma diferente.
             Holotecologia: a teaticoteca; a comunicoteca; a logicoteca; a cognoteca; a pensenoteca; a filosofoteca; a experimentoteca; a mentalsomatoteca; a raciocinoteca; a intelectoteca; a pesquisoteca; a criticoteca; a convivioteca; a socioteca; a cosmoeticoteca. 4                                                           En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a
          Interdisciplinologia: a Comunicologia; a Multiculturologia; a Interaciologia; a Traduciologia; a Linguística; a Teaticologia; a Expansiologia; a Mentalsomatologia; a Cosmoeticologia; a Descrenciologia; a Erudiciologia; a Evoluciologia.


                                           IV. Perfilologia

          Elencologia: o ser interassistencial; a conscin lúcida; a isca humana lúcida.
          Masculinologia: o pré-serenão; o poliglota; o intérprete; o tradutor; o profissional de turismo; o diplomata; o imigrante; o estrangeiro; o nativo; o conviviólogo; o proexista; o reciclante existencial; o compassageiro evolutivo; o intermissivista; o conscienciólogo; o atacadista consciencial; o evoluciente; o exemplarista; o duplista; o duplólogo; o pesquisador; o tenepessista; o verbetólogo; o verbetógrafo; o tertuliano; o teletertuliano.
          Femininologia: a pré-serenona; a poliglota; a intérprete; a tradutora; a profissional de turismo; a diplomata; a imigrante; a estrangeira; a nativa; a convivióloga; a proexista; a reciclante existencial; a compassageira evolutiva; a intermissivista; a consciencióloga; a atacadista consciencial; a evoluciente; a exemplarista; a duplista; a duplóloga; a pesquisadora; a tenepessista; a verbetóloga; a verbetógrafa; a tertuliana; a teletertuliana.
          Hominologia: o Homo sapiens flexibilis; o Homo sapiens polyglotticus; o Homo sapiens multiculturalis; o Homo sapiens communicator; o Homo sapiens cosmoethicus; o Homo sapiens autolucidus; o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens convivens; o Homo sapiens multidimensionalis.


                                        V. Argumentologia

          Exemplologia: flexibilidade expressiva interidiomática básica = aquela da conscin caloura no domínio de idiomas, além da língua natal, capaz de se comunicar sobre assuntos específicos sem exigência de profundidade; flexibilidade expressiva interidiomática avançada = a demonstrada pela conscin conhecedora de vários idiomas, capaz de se comunicar com público diversificado com profunda amplitude temática.
          Culturologia: a multiculturalidade multidimensional; a multiculturalidade da comunicabilidade interconsciencial evoluída; a cultura da liberdade cosmoética; a cultura da semperaprendência; a cultura da versatilidade comunicativa parapsíquica; a cultura da Priorologia; a cultura da polimatia; o conformismo cultural; a cultura da autorreflexão interpretativa.
          Traforologia. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, 9 posturas características da comunicação assertiva interidiomática, por vezes naturais no idioma de origem, porém difíceis de serem mantidas em línguas estrangeiras:
          1. Autenticidade. Falar com elegância, naturalidade e espontaneidade.
          2. Autoconfiança. Apresentar autossegurança na comunicação.
          3. Autocontrole. Controlar a ansiedade durante a interlocução.
          4. Clareza. Expressar claramente pensamentos, opiniões e sentimentos.
          5. Coerência. Integrar a expressão corporal à fala.
          6. Modéstia. Dizer “não entendi” e pedir esclarecimentos em caso de dúvida.
          7. Ponderação. Ser comedido na comunicação.
          8. Tranquilidade. Expressar-se de maneira objetiva superando os receios de errar.
          9. Transparência. Estabelecer comunicação visual. En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a                                                                        5


                                                      VI. Acabativa

             Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a flexibilidade expressiva interidiomática, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
             01. Abertismo multicultural: Universalismologia; Homeostático.
             02. Aceleração da História Pessoal: Evoluciologia; Homeostático.
             03. Autoconsciência verbal: Comunicologia; Neutro.
             04. Autoportfolio linguístico: Inventariologia; Neutro.
             05. Comunicação interassistencial: Comunicologia; Homeostático.
             06. Conscienciês: Paracomunicologia; Homeostático.
             07. Ferramenta de comunicação: Comunicologia; Neutro.
             08. Flexibilidade cognitiva: Multiculturologia; Neutro.
             09. Língua materna: Comunicologia; Neutro.
             10. Palavra: Comunicologia; Neutro.
             11. Poliglotismo: Comunicologia; Neutro.
             12. Poliglotismo interassistencial: Interassistenciologia; Homeostático.
             13. Poliglotopensene: Pensenologia; Neutro.
             14. Universalismo conviviológico: Universalismologia; Homeostático.
             15. Via expressa do pensamento: Comunicologia; Homeostático.
            A FLEXIBILIDADE EXPRESSIVA INTERIDIOMÁTICA
      DA CONSCIN INTERMISSIVISTA INTERNACIONAL COM
        VISÃO INTERASSISTENCIAL É IMPULSIONADA PELA
        VIVÊNCIA TEÁTICA DO PARADIGMA CONSCIENCIAL.
             Questionologia. Você, leitor ou leitora, já se posicionou perante a internacionalização da neociência Conscienciologia? Como está se empenhando no conhecimento de línguas estrangeiras para participar deste movimento com maior flexibilidade expressiva interidiomática?
             Bibliografia Específica:
             1. Vieira, Waldo; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vol. II; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas léxicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 999 e 1.576.
             2. Idem; Manual da Proéxis: Programação Existencial; 172 p.; 40 caps.; 15 E-mails; 86 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 2 websites; 17 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; 3 a Ed. rev.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2003; páginas 31, 95 e 102.
             3. Idem; Manual dos Megapensenes Trivocabulares; revisores Adriana Lopes; Antonio Pitaguari; & Lourdes Pinheiro; 378 p.; 3 seções; 49 citações; 85 elementos linguísticos; 18 E-mails; 110 enus.; 200 fórmulas; 2 fotos; 14 ilus.; 1 microbiografia; 2 pontoações; 1 técnica; 4.672 temas; 53 variáveis; 1 verbete enciclopédico; 16 websites; glos. 12.576 termos (megapensenes trivocabulares); 9 refs.; 1 anexo; 27,5 x 21 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2009; páginas 187, 232 e 218.
             4. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 211, 372, 558, 624 e 716.
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