Afronta

A afronta é o ato ou efeito de heterenfrentamento ofensivo, podendo despertar em conscins e consciexes de perfil psicossomático reações instintivas de indignação, desprezo, cólera e revide.

Você, leitor ou leitora, ainda utiliza ou sofre o afrontamento parapatológico? Quais medidas vem adotando para qualificar o posicionamento pessoal visando à convivência pacífica?

      AFRONTA
                                     (PARAPATOLOGIA)


                                         I. Conformática

          Definologia. A afronta é o ato ou efeito de heterenfrentamento ofensivo, podendo despertar em conscins e consciexes de perfil psicossomático reações instintivas de indignação, desprezo, cólera e revide.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. O prefixo a provém do idioma Grego, a, “negação; privação”. O termo fronte deriva do idioma Latim, frons, “testa; rosto; cara; frente”. Surgiu no Século XIII. A palavra afronta apareceu no Século XIV.
          Sinonimologia: 1. Afrontamento. 2. Ofensa. 3. Insulto. 4. Ultraje. 5. Desacato. 6. Injúria.
          Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 21 cognatos derivados do vocábulo afronta: afrontação; afrontada; afrontadiça; afrontadiço; afrontado; afrontador; afrontadora; afrontamento; afrontante; afrontar; afrontável; afrontosa; afrontoso; desafronta; desafrontada; desafrontado; desafrontador; desafrontadora; desafrontamento; desafrontar; inafrontável.
          Antonimologia: 1. Acolhimento. 2. Concordância. 3. Receptividade. 4. Consideração. 5. Empatia.
          Estrangeirismologia: as convenções da high society; o temperamento selfish; o estar sempre no front de batalha; o modus operandi confrontador; os ditames do status; o rapport assediador; o modus operandi imperialis.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à convivialidade pacífica.
          Megapensenologia. Eis megapensene trivocabular contributivo ao tema: – Toda afronta assedia.
          Coloquiologia: a prontidão em chegar às vias de fato; a disposição em viver no campo de batalhas; a interpretação dos fatos tal qual a gota d’água; a postura faca na bota; a facilidade em subir o sangue para a cabeça; o ato de não levar desaforo para casa; a falta de jogo de cintura; a prontidão em colocar lenha na fogueira; a constância no sentir o bolo no estômago.
          Proverbiologia. Eis 3 provérbios relativos ao tema: – Quem com ferro fere, com ferro será ferido. A melhor defesa é o ataque. Se não está comigo, está contra mim.


                                           II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal do afrontamento; o holopensene da agressividade; o holopensene do retruque; o holopensene da reatividade; o holopensene da provocação; o holopensene da vingança; o holopensene monárquico; o holopensene atrator de acidentes; os retropensenes; a retropensenidade; os nosopensenes; a nosopensenidade; os patopensenes; a patopensenidade; os baratropensenes; a baratropensenidade; a fôrma holopensênica viciada; o holopensene de autodesassédio; o holopensene da mudança de patamar evolutivo; o holopensene da serenidade.
          Fatologia: a afronta; o senso de superioridade; o senso de inferioridade; a insegurança afetiva; o autoritarismo; a necessidade e expectativa de reconhecimento; a ameaça de perda do poder; a pretensão de ser sempre e prontamente bem atendido; o sentimento de merecer tratamento diferenciado; o incômodo pela falta de gentileza no tratamento recebido; as coleiras do ego; a desconsideração sobre a imaturidade ou o descuido alheio; a arrogância dissimulada; a confrontação de saberes; o trafor do outro sendo trafal pessoal; as relações pautadas na hierarquia de cargos, patentes e antiguidades; a subjugação da conscin mais velha sobre a mais nova; os heterenfrentamentos dispensáveis nas relações afetivas, familiares e profissionais; a satisfação malévola de sentir-se “por cima”; as seduções da feminilidade e da masculinidade; a indignação com o assédio do outro; o incômodo com a atitude imatura do parceiro; a malcriação infantil gerando desconforto desmedido; a pretensa superioridade intelectual; o comportamento bélico evidenciando o porão consciencial; as reações instintivas; os mecanismos de defesa do ego (MDEs); a intransigência explícita na argumentação; a falta de autocrítica; a ausência de autocontrole; a heterocrítica desmedida indicando vontade de agredir; a contrariedade da rigidez desafiada; o temperamento agressivo enquanto nó górdio da evolução pessoal; o embate desnecessário; a transgressão proposital de regras; o desafio à autoridade paterna e materna; o esquema de merecimento; os agrupamentos sociais a partir da identificação das posturas de afrontamento; as mágoas ruminantes do cônjuge nos casos designados como traição; os queloides emocionais demandando autorreciclagens; o sentimento de humilhação; o retruque enquanto imaturidade crassa; as classificações de desrespeito nas relações familiares; a dificuldade em promover conciliações; o rancor como fator propulsor de doenças holossomáticas; os impulsos reativos gerando estresse somático; o sentimento de ultraje limitando os processos cognitivos; o temperamento colérico diminuindo a lucidez e dificultando o desenvolvimento parapsíquico; os crimes por motivos passionais; a reatividade instintiva comprometendo a heterocrítica assistencial; a reação de rejeitar a revisão da escrita evidenciando o ego do autor; a desobediência indicando autafirmação consciencial; os embates criados e alimentados mentalmente; a vontade decidida de aprofundar na autopesquisa; a omissão premeditada nas situações críticas; a admissão da imaturidade no pedido de desculpas; o mapeamento dos fatores geradores de indignação; o ato de assumir a responsabilidade dos autodesconfortos; a desconsideração às convenções sociais atravancadoras; a opção pela anticonflituosidade; a meta da desperticidade.
          Parafatologia: a falta de autovivência do estado vibracional (EV) profilático; o autassédio; a preponderância do umbilicochacra; a afinidade e conexão com consciexes de padrão monárquico; a paragenética de retrovidas em corte monárquica; a memória energética gerando sensações não identificadas; o assédio extrafísico intensificador da revolta; as consciexes instigando a competição; as relações do pretérito ditando as relações do presente; as interprisões grupocármicas; a mágoa gerando desgastes energéticos desnecessários; a ausência de autoconscientização multidimensional (AM) permitindo a potencialização do assédio; a assimilação simpática (assim)
de padrões baratrosféricos; as vampirizações energéticas extrafísicas; a compreensão da influência dos fatores multidimensionais nas interrelações cotidianas; a projeção vexaminosa enquanto instrumento de paraeducação; as projeções conscientes desmascarando o pseudequilíbrio.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo afrontar–sentir-se afrontado; a sinergia descontrole emocional–falta de controle energético; o sinergismo afronta–insegurança pessoal; a sinergismo posicionamento sadio–postura desarmada.
          Principiologia: o princípio de não se deixar afetar negativamente pelo outro; o princípio de não precisar provar nada para ninguém; a afronta enquanto comprometimento do princípio da convivialidade sadia; o princípio cosmoético de ser fonte de energias fraternas; o princípio da descrença (PD) aplicado à autopesquisa.
          Codigologia: a insuficiência do código pessoal de Cosmoética (CPC); o comportamento natural alheio ferindo o código de conduta pessoal.
          Teoriologia: as dificuldades de relacionamento embasando a teoria das interprisões grupocármicas; a teoria da evolução consciencial indicando ser o afrontamento auto-herança baratrosférica; a teoria da inteligência emocional.
          Tecnologia: a técnica da madrugada; a técnica da Consciencioterapia; a técnica de contar até 10; a técnica da conscin-cobaia; o reconhecimento expresso da imaturidade enquanto técnica de autossuperação; o autodesassédio na técnica da tenepes; a técnica do Conscienciograma; a técnica do mapeamento de conflitos.
          Voluntariologia: o propósito da heterocrítica no voluntariado conscienciológico; o voluntariado propulsor na posição de coordenador de Instituição Conscienciocêntrica (IC); o aproveitamento máximo das devolutivas dos colegas de voluntariado na docência conscienciológica.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Parageneticologia; o laboratório conscienciológico da Automentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da Autorretrocogniciologia; o laboratório conscienciológico da Grupocarmologia; o laboratório conscienciológico da Autevoluciologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico Serenarium; a vivência na plenitude do laboratório da convivialidade diária.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Conviviologia; o Colégio Invisível dos Parageneticistas; o Colégio Invisível da Desassediologia; o Colégio Invisível da Paraprofilaxia; o Colégio Invisível da Holomaturologia; o Colégio Invisível da Interassistenciologia; o Colégio Invisível da Homeostaticologia.
          Efeitologia: o efeito do embotamento da lucidez; o efeito da predominância repentina do psicossoma sobre os demais veículos; o efeito espelho do trafar do outro; o efeito latente do embate energético a cada confrontação; o efeito desagregador do revide; os melindres cotidianos enquanto efeitos da imaturidade afetiva; o efeito das mágoas nas interprisões; a agressividade enquanto efeito da baixa autestima; o efeito não dimensionado das retrovidas na existência atual; o efeito da indiferença alheia; o efeito da falta de cumprimento, saudação; o efeito do papel coadjuvante na realização da proéxis; o efeito dos exercícios de respiração; o efeito de abrir mão de ter razão e de direitos; o efeito positivo da vergonha; o efeito da compreensão da afronta alheia.
          Neossinapsologia: as neossinapses resultantes das reciclagens a partir das heterocríticas; a construção de neossinapses comportamentais; o constrangimento gerando reflexão profunda e neossinapses temperamentais; os aprendizados nos diferentes ambientes de trabalho contribuindo para as neossinapses.
          Ciclologia: o ciclo contínuo provocação-revide; a energia combativa alimentando o ciclo reatividade da conscin–conexão de consciexes energívoras; o ciclo de descontroles emocionais alimentado pela falta de domínio energético; o ciclo nosográfico da ação e reação; o ciclo interprisional ofensa-rancor; o ciclo afronta-reflexão-reciclagem-acolhimento.
          Enumerologia: a conduta de não aceitar a argumentação do outro; a conduta de provocar afrontas propositais; a conduta descuidada de gerar melindres inadvertidamente; a conduta de afrontar verbalmente; a conduta de afrontar energeticamente; a conduta energívora de promover embates para chamar atenção; a conduta de desqualificação do posicionamento do filho interpretada como afronta pelos pais.
          Binomiologia: o binômio afrontador-afrontado; o binômio rigidez pensênica–falta de flexibilidade energossomática; a falta de vivência do binômio admiração-discordância; o binômio autassédio-heterassédio; o binômio agressividade–aceitação social; o binômio respeito-discordância; o binômio infantilidade-antagonismo.
          Interaciologia: a interação chefe-subordinado; a interação bloqueio afetivo–afronta ostensiva; a interação autocrítica insipiente–heterocrítica mordaz.
          Crescendologia: o crescendo competição-cooperação.
          Trinomiologia: a energia nosográfica pessoal no trinômio comunicativo emissor-mensagem-receptor; o trinômio atos-fatos-parafatos enquanto registro dos embates desnecessários na holobiografia pessoal.
          Polinomiologia: a permanência no primeiro estágio do polinômio interprisão-vitimização-recomposição-libertação-policarmalidade; o polinômio escuta atenta–acolhimento–diálogo–autoposicionamento sadio.
          Antagonismologia: o antagonismo afrontamento desnecessário / firmeza tarística; o antagonismo temperamento de revide / liberdade da paz íntima; o antagonismo afronta / autoposicionamento sadio; o antagonismo temperamento belicista / temperamento pacificador.
          Paradoxologia: o paradoxo de a demonstração de superioridade esconder o sentimento de inferioridade; o paradoxo de o afrontador ser dependente das energias dos afrontados; o paradoxo da inabilidade afetiva ao precisar entrar no estado emocional da afronta para sair da condição de afrontado.
          Politicologia: a belicosocracia; a egocracia; a vulgocracia; a assediocracia; a autocracia; a aristocracia; a tirania; a política de atacar primeiro, ouvir depois.
          Legislogia: a lei do mais forte; a lei da causa e efeito; a lei da ação e reação; a lei do ricochete energético; a lei de talião.
          Filiologia: a emocionofilia; a egofilia; a palcofilia; a criticofilia; a aristocraciofilia.
          Fobiologia: a fobia de demonstrar fraqueza; a fobia da autexposição; a heterocriticofobia; a coerenciofobia; a evoluciofobia; a sociofobia; a conviviofobia.
          Sindromologia: a síndrome da ectopia afetiva (SEA); a síndrome do ph.Deus; a síndrome do pequeno poder; a síndrome da realeza; a síndrome da superioridade exposta no questionamento “Você sabe com quem está falando?”; a síndrome do justiceiro como reação à afronta pessoal e alheia.
          Maniologia: a mania de estar sempre na defensiva; a mania de se sobressair; a mania de dar a última palavra; a mania de considerar todos serem do contra; a mania de afrontar superiores hierárquicos; a mania de ser dono da verdade; a megalomania; a tiranomania; a egomania.
          Mitologia: o mito de a admissão de fraquezas enfraquecer; o mito de o vencedor ter a última palavra; o mito da verdade absoluta; os mitos da realeza; o mito da superioridade pelos recursos materiais.
          Holotecologia: a nosoteca; a convivioteca; a belicoteca; a cosmoeticoteca; a trafaroteca; a consciencioteca; a patopensenoteca; a evolucioteca.
          Interdisciplinologia: a Parapatologia; a Intrafisicologia; a Falaciologia; a Conviviologia; a Teaticologia; a Experimentologia; a Coerenciologia; a Sociologia; a Parassociologia; a Autassediologia; a Psicossomatologia; a Subcerebrologia; a Holomaturologia.


                                             IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin afrontadora; a consciêncula; a consréu ressomada; a conscin baratrosférica; a conscin eletronótica; a autoridade autoritária; a consciex assediadora; a isca humana inconsciente.
          Masculinologia: o afrontável; o insultador; o agressivo; o beligerante; o desaforado; o ofensor; o injuriador; o justiceiro; o briguento; o maleducado; o insolente; o desrespeitador; o impertinente; o ofendido; o humilhado; o autocrata; o autocorrupto.
          Femininologia: a afrontável; a insultadora; a agressiva; a beligerante; a desaforada; a ofensora; a injuriadora; a justiceira; a briguenta; a maleducada; a insolente; a desrespeitadora; a impertinente; a ofendida; a humilhada; a autocrata; a autocorrupta.
          Hominologia: o Homo sapiens hostilis; o Homo sapiens acriticus; o Homo sapiens egocarmicus; o Homo sapiens egocentricus; o Homo sapiens barathrosphericus; o Homo sapiens narcissus; o Homo sapiens anticosmoethicus; o Homo sapiens mediocris; o Homo sapiens subcerebralis; o Homo sapiens vulgaris.


                                           V. Argumentologia

          Exemplologia: afronta imprevista = a reincidência de comportamentos ofensivos, rudimentares e primitivos, não planejados, decorrentes do temperamento; afronta premeditada = a repetição sistemática proposital do comportamento hostil já identificado, resultado de ruminação mental, rigidez, autoritarismo e falta de recin, comprometendo o autoposicionamento sadio.
          Culturologia: a supremacia permeando a cultura da argumentação; a cultura da apriorismose; a cultura do holossoma, com ênfase no psicossoma; a cultura passional da vingança; a cultura pessoal do autoritarismo.
          Taxologia. Do ponto de vista da Psicossomatologia, a afronta indica a ocorrência de trafares tais como os 40 listados abaixo, em ordem alfabética:
          01. Agressividade.
          02. Arbitrariedade.
          03. Arrogância.
          04. Autoritarismo.
          05. Ciúme.
          06. Competitividade.
          07. Conflitividade.
          08. Contundência.
          09. Desconsideração.
          10. Desprezo.
          11. Empáfia.
          12. Exacerbação.
          13. Frieza.
          14. Hostilidade.
          15. Humilhação.
          16. Impulsividade.
          17. Indiferença.
          18. Insegurança.
          19. Intolerância.
          20. Intransigência.
          21. Irritação.
          22. Melindre.
          23. Menosprezo.
          24. Militarismo.
          25. Monarquismo.
          26. Narcisismo.
          27. Orgulho.
          28. Petulância.
          29. Prepotência.
          30. Raiva.
          31. Rancor.
          32. Reatividade negativa.
          33. Religiosidade.
          34. Rispidez.
          35. Soberba.
          36. Truculência.
          37. Vaidade.
          38. Vanglória.
          39. Vergonha.
          40. Vitimização.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a afronta, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
           01.   Antagonismo: Autodiscernimentologia; Neutro.
           02.   Arrogância: Parassociologia; Nosográfico.
           03.   Audição seletiva: Autodiscernimentologia; Neutro.
           04.   Autoposicionamento sadio: Comunicologia; Homeostático.
           05.   Conflituosidade: Conflitologia; Nosográfico.
           06.   Egocentrismo: Egologia; Neutro.
           07.   Esquema de merecimento: Patopensenologia; Nosográfico.
           08.   Honra ectópica: Cosmoeticologia; Nosográfico.
           09.   Incivilidade: Parapatologia; Nosográfico.
           10.   Inconvivialidade: Autoconviviologia; Nosográfico.
           11.   Intempestividade: Parapatologia; Nosográfico.
           12.   Prova do orgulho: Autoconscienciometrologia; Nosográfico.
           13.   Raiva: Parapatologia; Nosográfico.
           14.   Recalcitrância temperamental: Temperamentologia; Neutro.
           15.   Sarcasmo: Parapatologia; Nosográfico.
    O AFRONTAMENTO INDICA IMATURIDADE EMOCIONAL,
    AUSÊNCIA DE AUTOCRÍTICA E BELIGERÂNCIA. A IDENTIFICAÇÃO DAS AFRONTAS DIÁRIAS É TÉCNICA EFICIENTE PARA O AUTODESASSÉDIO E A PACIFICAÇÃO ÍNTIMA.
           Questionologia. Você, leitor ou leitora, ainda utiliza ou sofre o afrontamento parapatológico? Quais medidas vem adotando para qualificar o posicionamento pessoal visando à convivência pacífica?
           Bibliografia Específica:
           1. Vieira, Waldo; Conscienciograma: Técnica de Avaliação da Consciência Integral; revisor Alexander Steiner; 344 p.; 150 abrevs.; 106 assuntos das folhas de avaliação; 3 E-mails; 11 enus.; 100 folhas de avaliação; 1 foto; 1 microbiografia; 100 qualidades da consciência; 2.000 questionamentos; 100 títulos das folhas de avaliação; 1 website; glos. 282 termos; 7 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1996; páginas 226 e 227.
                                                                                                                   R. A. P.