Trafarão

O trafarão é a conscin, homem ou mulher (trafarona), imatura, acrítica, vegetalizada, vacilante, egoica, debiloide e autassediada, dominada por megatraços fardos (megatrafares) óbvios.

Você, leitor ou leitora, se depara, na convivialidade comum, com alguém classificável como sendo trafarão? Consegue reagir cosmoeticamente perante tal personalidade?

      TRAFARÃO
                                     (PARAPATOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O trafarão é a conscin, homem ou mulher (trafarona), imatura, acrítica, vegetalizada, vacilante, egoica, debiloide e autassediada, dominada por megatraços fardos (megatrafares) óbvios.
          Tematologia. Tema central nosográfico.
          Etimologia. O vocábulo traço procede do idioma Latim, tractiare, e este de trahere, “tirar; puxar; arrastar; mover dificultosa ou lentamente; rolar; levar de rojo; puxar para si; atrair”. Surgiu no Século XV. O termo fardo é de origem controversa, provavelmente do idioma Francês Antigo, fardel, hoje, fardeau, “peso”. Apareceu no Século XV.
          Sinonimologia: 1. Subcerebrão. 2. Subadulto. 3. Egão.
          Neologia. O vocábulo trafarão e as duas expressões compostas trafarão masculino e trafarão feminino são neologismos técnicos da Parapatologia.
          Antonimologia: 1. Strong profile. 2. Cosmoeticista. 3. Ser desperto.
          Estrangeirismologia: o background multiexistencial patológico; o Melexarium; o Trafarium; a dirty mind; a má performance evolutiva; o lifework anticosmoético; a nódoa no curriculum vitae multidimensional.
          Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento quanto à holomaturescência da psicossomaticidade.
          Megapensenologia. Eis 3 megapensenes trivocabulares sintetizando o tema: – Inexiste trafarzinho inofensivo. Os trafares crescem. Trafar: fraqueza íntima.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal do trafarismo; os estultopensenes; a estultopensenidade; os entropopensenes; a entropopensenidade; os esquizopensenes; a esquizopensenidade; os narcopensenes; a narcopensenidade; os nosopensenes; a nosopensenidade; os patopensenes; a patopensenidade; a autopensenização trafarística; o aspecto da personalidade afeita ao holopensene baratrosférico.
          Fatologia: o umbilicossoma; a autofossilização; o autovegetalismo; a incompreensibilidade; a protoconsciencialidade; a hipocerebração; o subdiscernimento; o simploísmo; a minivisão ideológica; a autopredisposição à alienação intrafísica; o domínio avançado do porão consciencial; o fato lastimável da conscin atolada nas próprias imaturidades evidentes; as futilidades; as volubilidades; a conjunção de trafores necessária para a extinção das condições patológicas do trafarão.
          Parafatologia: a falta da autovivência do estado vibracional (EV) profilático; o acervo holobiográfico de empreendimentos equivocados.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo de trafares na gênese do trafarão; o sinergismo megarregressivo megatrafar-trafarão.
          Principiologia: o princípio do exemplarismo pessoal (PEP) abrangendo o mau exemplo.
          Codigologia: a falta do código pessoal de Cosmoética (CPC).
          Teoriologia: os endividamentos progressivos da teoria das interprisões grupocármicas.
          Tecnologia: as técnicas espúrias de manipulação interconsciencial.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Cosmoética.
         Colegiologia: o Colégio Invisível dos Conscienciometrologistas.
         Efeitologia: os efeitos do holopensene mesológico no agravamento ou atenuação de retrotrafares; os efeitos danosos da boca torta multiexistencial; os efeitos regressivos da Paragenética Patológica atuando sobre a Genética; os efeitos interpresidiários das apologias anticosmoéticas; os efeitos halo do trafarão gerando pertúrbios no grupocarma.
         Enumerologia: o traço-mor redutor da autolucidez; o traço-mor indutor de autocorrupções; o traço-mor alimentador de subcerebralidades; o traço-mor promotor de irracionalidades; o traço-mor anulador de trafores; o traço-mor fundador de megafraquezas; o traço-mor travador da autevolução.
         Binomiologia: o binômio megafardo-miniforça; o binômio egão-orgulho na raiz da condição do trafarão; o binômio capricho-teimosia na perpetuação do estado do trafarão; o binômio defeito consciencial–prejuízo evolutivo; o binômio ignorância evolutiva–derrota consciencial.
         Interaciologia: a interação autocrítica falha–monovisão sectária.
         Crescendologia: o crescendo patológico trafares reiterados–trafarão; o crescendo regressivo patopensenização consciente–desequilíbrio psíquico–doença mental cronicificada; o crescendo amoralidade-imoralidade-moralidade-Cosmoética; o crescendo patológico ectopia consciencial–melin–melex; o crescendo Parapatologia-Transmigraciologia; o crescendo negligência-catástrofe; o crescendo fracasso-melin; o crescendo abordagem preambular–abordagem avançada; o crescendo monovisão-cosmovisão.
         Trinomiologia: a obnubilação resultante do trinômio sexo-dinheiro-poder; o deslumbramento pelo trinômio poder-prestígio-posição; a cronicidade do trinômio erro-engano-omissão.
         Legislogia: a lei do maior esforço aplicada da forma evolutivamente ectópica em múltiplas existências humanas; a lei do menor esforço aplicada às recins evolutivas.
         Fobiologia: a intelectofobia; a bibliofobia; a criticofobia; a gnosiofobia; a cainofobia; a epistemofobia; a hedonofobia.
         Sindromologia: a síndrome da dispersão consciencial; a síndrome da abstinência da Baratrosfera (SAB); a síndrome depressiva; a síndrome da distorção imaginativa intencional; a síndrome da distorção da realidade; a síndrome da catástrofe iminente; a síndrome do pânico; a síndrome da mediocrização; a síndrome da autopatopensenidade.
         Maniologia: a nosomania; a esquizomania; a patomania; a egomania; a flagelomania; a riscomania; a fracassomania.
         Mitologia: a autossujeição milenar aos mitos em geral.
         Holotecologia: a conflitoteca; a psicossomatoteca; a abstratoteca; a infortunioteca; a nosoteca; a oniroteca; a pensenoteca.
         Interdisciplinologia: a Parapatologia; a Intrafisicologia; a Autenganologia; a Perdologia; a Autevoluciologia; a Autopriorologia; a Autoproexologia; a Autocogniciologia; a Homeostaticologia; a Harmoniologia; a Holomaturologia.


                                         IV. Perfilologia

         Elencologia: a consciênçula; a consréu ressomada; a conscin baratrosférica; a isca humana inconsciente.
         Masculinologia: o trafarão; o pré-serenão vulgar; o apedeuta evolutivo.
         Femininologia: a trafarona; a pré-serenona vulgar; a apedeuta evolutiva.
         Hominologia: o Homo obtusus; o Homo stultus; o Homo sapiens idolatra; o Homo sapiens apaedeutas; o Homo sapiens autobsidiatus; o Homo sapiens pathopensenicus; o Homo sapiens interobsessor.


                                        V. Argumentologia

          Exemplologia: trafarão masculino = o homem sobremodo autassediado; trafarão feminino = a mulher sobremodo autassediada (trafarona).
          Culturologia: a cultura do Ignorantismo Evolutivo; a cultura do Traforismo Cosmoético.
          Caracterologia. Sob a ótica da Parapatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 7 traços personalísticos caracterizadores do ser trafarão:
          1. Abulia antievolutiva.
          2. Apriorismose.
          3. Autorretardamento.
          4. Cascagrossismo parapsíquico.
          5. Fossilização.
          6. Hipocerebralização.
          7. Robotização existencial.


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o trafarão, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Acídia: Parapatologia; Nosográfico.
          02. Acrasia: Experimentologia; Nosográfico.
          03. Acriticismo: Parapatologia; Nosográfico.
          04. Alienação: Intrafisicologia; Nosográfico.
          05. Antiparapsiquismo: Parapercepciologia; Nosográfico.
          06. Autassédio: Parapatologia; Nosográfico.
          07. Autocastração: Consciencioterapia; Neutro.
          08. Autodecisor: Evoluciologia; Homeostático.
          09. Autodesorganização: Parapatologia; Nosográfico.
          10. Consciênçula: Conscienciometrologia; Nosográfico.
          11. Encolhimento consciencial: Parapatologia; Nosográfico.
          12. Escapismo: Experimentologia; Neutro.
          13. Momento da megadecisão: Recexologia; Neutro.
          14. Porão consciencial: Intrafisicologia; Nosográfico.
          15. Subadultidade: Parapatologia; Nosográfico.
        A ÚNICA MODALIDADE DE CONVÍVIO SADIO COM
   O TRAFARÃO, SEJA HOMEM OU MULHER, É A DA INTERASSISTENCIALIDADE PACIENTE E DEDICADA COM
   A INTENÇÃO DE MELHORAR A EVOLUÇÃO DO GRUPO.
          Questionologia. Você, leitor ou leitora, se depara, na convivialidade comum, com alguém classificável como sendo trafarão? Consegue reagir cosmoeticamente perante tal personalidade?