Ortodecisão

      ORTODECISÃO (DECIDOLOGIA)
I. Conformática Definologia. A ortodecisão é o ato ou efeito de a conscin, homem ou mulher, refletir, posicionar-se e tomar resoluções prioritárias e corretas, expressando discernimento, cosmoética e inteligência evolutiva (IE) aplicada. Tematologia. Tema central homeostático. Etimologia. O elemento de composição orto vem do idioma Grego, orthós, “reto; direto; correto; normal; justo”. Surgiu, na Linguagem Científica Internacional, a partir do Século XIX. O vocábulo decisão deriva do idioma Francês, décision, “ação de decidir, resultado dessa ação”, derivado do idioma Latim, decisio, “decrescimento; diminuição; transação; acordo; ajuste; acomodação; ação de resolver alguma questão debatida”, e este de decidere, “cair; perecer; morrer; decair; afastar-se; sucumbir; sair de”. Apareceu no Século XVI. Sinonimologia: 1. Decisão cosmoética. 2. Escolha pró-evolutiva. 3. Deliberação acertada. 4. Opção pelo melhor. 5. Decisão discernida. 6. Uso cosmoético do livre arbítrio. Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 25 cognatos derivados do vocábulo decisão: decidibilidade; decidida; decidido; decididor; decididora; decidir; decidível; decidofilia; decidofobia; decisiva; decisível; decisivo; decisor; decisória; decisório; indecidismo; indecisa; indecisão; indeciso; maxiortodecisão; megadecisão; megaortodecisão; minidecisão; miniortodecisão; ortodecisão. Neologia. Os 4 vocábulos ortodecisão, miniortodecisão, maxiortodecisão e megaortodecisão são neologismos técnicos da Decidologia. Antonimologia: 1. Decisão equivocada. 2. Decisão irrefletida. 3. Escolha anticosmoética. 4. Escolha imatura. 5. Posicionamento antidiscernido. 6. Patodecisão. Estrangeirismologia: o upgrade evolutivo; o turning point decisivo; o strong profile no enfrentamento das decisões difíceis; a selfperformance ortodecisória; o turn on para as decisões evolutivas; as good choices nas decisões evolutivas; a postura ortodecisória caracterizada pela positive decision-making; a Sophie’s choice evidenciando as escolhas difíceis; o power of positive decision na consecução da autoproéxis. Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à importância das escolhas para o autocompletismo existencial. Megapensenologia. Eis 10 megapensenes trivocabulares relativos ao tema: – Façamos escolhas cosmoéticas. Façamos nossas escolhas. Aprendamos a escolher. É preciso escolher. Jamais decidamos zangados. Ortodecisão é autolibertação. Evolução: escolha diária. Indecisão: paralisia consciencial. Indecisão: pior decisão. Decidamos viver bem. Coloquiologia: o ato de bater o martelo; a postura profilática ao pensar duas vezes antes de decidir; o julgamento declarado ao dar o veredito; a precipitação demonstrada ao queimar a largada; o ato de quebrar a cabeça antes de determinada decisão; a postura de bater de frente ao explicitar determinada decisão; a indecisão expressa ao permanecer em cima do muro; a decisão tomada com base na confiança em outrem ao botar a mão no fogo; o ato de não chorar o leite derramado após determinada decisão; a indecisão demonstrada ao manter 1 pé em cada barco. Citaciologia: – São nossas escolhas, mais do que nossas capacidades, que mostram quem realmente somos (J. K. Rowling, 1965–). Ortopensatologia. Eis 3 ortopensatas, citadas na ordem alfabética, pertinentes ao tema: 1. “Acertos. Antes do Curso Intermissivo (CI), o nosso passado foi marcado por grandes erros e pequenos acertos. Depois do CI, o futuro tende a ser marcado por grandes acertos e pequenos erros. Aí, nessa inversão evolutiva, sobressai o valor extraordinário das instruções ministradas pelos paramestres do CI”. 2. “Autodeterminologia. Na hora em que a pessoa decidiu cosmoeticamente, decidiu mesmo. Que chova canivetes, não volta atrás porque confia na própria decisão. Assim começa

a autodeterminação cosmoética, prioritária, teática, vivida. Contudo, não adianta ser apenas determinado. É necessário qualificar a própria determinação”. 3. “Enumeração. Os grandes atos evolutivos da consciência são compostos por meio da enumeração pensenizar, sentir, falar, ouvir, ler, escrever e decidir”. Unidade: a unidade de medida da ortodecisão é o acerto evolutivo. II. Fatuística Pensenologia: o holopensene pessoal ortodecisório; os ortopensenes; a ortopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os invexopensenes; a invexopensenidade; os cosmoeticopensenes; a cosmoeticopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os prioropensenes; a prioropensenidade; os benignopensenes; a benignopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os heuristicopensenes; a heuristicopensenidade; os proexopensenes; a proexopensenidade; os voliciopensenes; a voliciopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; o pen dos pensenes; o holopensene pacificador a partir da ortodecisão; o holopensene autocrítico; a identificação do padrão pensênico das companhias extrafísicas; a reciclagem da fôrma autopensênica pessoal; a ortodecisão explicitada a partir da paradesvinculação de bolsões holopensênicos pretéritos enquanto consequência das recins pessoais. Fatologia: a ortodecisão; a autorreflexão precedendo as decisões; a profilaxia de interprisões ou acumpliciamentos anticosmoéticos; a maxidissidência; a identificação das ideias inatas favorecendo a ortodecisão; o critério de escolha; a aplicação interassistencial da tridotação consciencial; o investimento na autopesquisa potencializando as escolhas maduras; a autoconsciencioterapia mitigando a apriorismose; as reciclagens intraconscienciais realizadas de modo deliberado pela conscin autodeterminada; o posicionamento pessoal; a manutenção das escolhas cosmoéticas pessoais; a ampliação das opções de escolha a partir da valorização do estudo; os valores evolutivos vivenciados nas pequenas decisões; o abertismo consciencial no recebimento de feedbacks oportunizando autocorreções; o respeito aos compassageiros evolutivos; a escolha ponderada da carreira profissional; as avaliações para mudança de carreira profissional; a escolha do parceiro afetivo-sexual; a assunção das responsabilidades interassistenciais; a priorização da mentalsomaticidade; a eliminação das decisões impulsivas; a retribuição interassistencial; a recomposição grupocármica; a atuação enquanto minipeça interassistencial; a Eitologia do intermissivista aplicada às ortodecisões; a ortodecisão individual impactando os demais membros do grupo evolutivo; o viés cognitivo na tomada de decisão; as escolhas profiláticas; os riscos calculados; a profilaxia dos autenganos; a busca por equilíbrio pessoal; o contato com a Natureza predispondo a ampliação da lucidez; a autexperimentação capacitando a conscin a acertar mais; a recuperação de cons enquanto alavanca para as ortodecisões; a experiência pessoal oferecendo subsídio para a ampliação do acerto; a avaliação autocrítica das ortodecisões ao longo do tempo; os posicionamentos lúcidos perante o grupocarma; as crises pessoais interferindo nas decisões; a assunção do megatrafor e megatrafar; a gesconografia; a opção pelo autodesassédio enquanto ortodecisão perene; a superação da recalcitrância nas recins; a postura de abrir mão do próprio ego em prol da assistência; o sobrepairamento do Zeitgeist; o estabelecimento de limites cosmoéticos; o maxiplanejamento existencial; a consecução da autoproéxis visando a ampliação do acerto; a conquista de metas evolutivas; a sustentação do trabalho tarístico por longo período de tempo. Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático precedendo a ortodecisão; o parapsiquismo lúcido viabilizando a ampliação do acerto; as parapercepções atentamente consideradas nas tomadas de decisões críticas; o grupo extrafísico afetado pelo autoposicionamento ortodecisório; o exemplarismo pessoal multidimensional enquanto repelente às cobranças extrafísicas assediadoras; as inspirações extrafísicas amparadas no momento de decisão.



III. Detalhismo Sinergismologia: o sinergismo posicionamento autodiscernido–ação cosmoética; o sinergismo discernimento–acerto evolutivo; o sinergismo intenção cosmoética–autodeterminação evolutiva; o sinergismo vontade-decisão; o sinergismo visão-ação; o sinergismo ortodecisão-autopacificação; o sinergismo higidez holopensênica–ortodecisão; o sinergismo reflexão-ponderação-ortodecisão; o sinergismo ortodecisão-persistência; o sinergismo crise de crescimento–ortodecisão. Principiologia: o posicionamento quanto ao princípio cosmoético da busca do melhor para todos explicitado nas energias pessoais; o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio de não repetição dos mesmos erros; o princípio de decidir evolutivamente; o princípio pessoal de ampliação do acerto; o princípio de aplicar o autodiscernimento no momento da decisão; o acróstico metafórico ACEPIPE enquanto princípio ortodecisório. Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) balizador das ortodecisões. Teoriologia: a teoria da inteligência evolutiva; a teoria da autorresponsabilidade; a teoria da escolha racional. Tecnologia: a técnica da autorreflexão de 5 horas; a técnica da invéxis; a técnica da recéxis; a opção por aplicar a técnica de viver evolutivamente; a aplicação de técnicas energéticas e projetivas na ampliação da lucidez pessoal. Voluntariologia: a priorização do voluntariado conscienciológico; as ortodecisões aplicadas ao voluntariado interassistencial. Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico do estado vibracional; o laboratório conscienciológico da Autossinaleticologia; o laboratório conscienciológico da Tenepessologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da Autorganizaciologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico da Autoproexologia; o laboratório conscienciológico da Autorretrocogniciologia; o laboratório conscienciológico da Autevoluciologia; o laboratório consienciológico da Automentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil (IFV). Colegiologia: o Colégio Invisível da Decidologia; o Colégio Invisível da Autodiscernimentologia; o Colégio Invisível da Cosmoeticologia; o Colégio Invisível de Invexologia; o Colégio Invisível da Recexologia; o Colégio Invisível da Evoluciologia; o Colégio Invisível da Assistenciologia; o Colégio Invisível da Mentalsomatologia; o Colégio Invisível dos Proexistas. Efeitologia: o efeito das ortodecisões no alinhamento proexológico; o efeito desassediador e autopacificador das ortodecisões; o efeito das ortodecisões na força presencial; o efeito da construção da identidade interassistencial a partir das ortodecisões; o efeito do binômio leitura-debate nas ortodecisões. Neossinapsologia: as ortodecisões advindas das neossinapses evolutivas. Ciclologia: o ciclo reflexão-ortodecisão; o ciclo recin-ortodecisão; o ciclo tentativa-erro. Enumerologia: a ortodecisão em ingressar no CI; a ortodecisão em concluir o CI; a ortodecisão em aplicar técnica evolutiva na vida intrafísica; a ortodecisão em ser completista existencial; a ortodecisão para atingir a desperticidade; a ortodecisão em compor ofiex no contexto do curso grupocármico; a ortodecisão em desenvolver a liderança interassistencial na Pré-Intermissiologia. Binomiologia: o binômio admiração-discordância nas decisões acertadas; o binômio intuição-parapercepção. Interaciologia: a interação amparando-amparador; a interação conscin-consciex; a interação retrovida crítica–vida atual. Crescendologia: o crescendo autoconflito-ortodecisão; o crescendo decisão equivocada–reflexão–correção–ortodecisão; o crescendo anticosmoeticidade-cosmoeticidade; o crescendo erro-retratação.


Polinomiologia: o polinômio volição-intenção-ortodecisão-determinação; o polinômio autorreflexão–ortodecisão–autocoerência–força presencial; o polinômio autoconflito–crise de crescimento–ortodecisão–recin. Antagonismologia: o antagonismo dispersão / autorreflexão; o antagonismo ansiedade / ortodecisão; o antagonismo perfeccionismo / ortodecisão. Paradoxologia: o paradoxo de a ortodecisão pessoal poder ser considerada atitude desinteligente do ponto de vista de outra conscin ilúcida. Politicologia: a lucidocracia; a proexocracia; a autocriticocracia; a evoluciocracia; a cosmoeticocracia. Legislogia: a lei do maior esforço evolutivo; a lei do livre arbítrio; a lei do determinismo evolutivo; a lei de causa e efeito. Filiologia: a ortodecidofilia; a fatofilia. Fobiologia: a decidofobia. Sindromologia: a síndrome da indecisão; a síndrome do ansiosismo; a síndrome do infantilismo; a síndrome de Poliana; a síndrome do sapo fervido; a síndrome do canguru. Maniologia: a mania de adiar ortodecisões; a mania de terceirizar responsabilidades; a mania de fugir da autoproéxis; a mania de autovitimizar-se. Mitologia: o mito de atingir o compléxis sem ortodecisões. Holotecologia: a coerencioteca; a logicoteca; a mentalsomatoteca; a conflitoteca; a cosmoeticoteca; a erroteca; a proexoteca; a recinoteca; a volicioteca. Interdisciplinologia: a Decidologia; a Cosmoeticologia; a Definologia; a Determinologia; a Discernimentologia; a Invexologia; a Proexologia; a Recexologia; a Recinologia; a Voliciologia; a Evoluciologia. IV. Perfilologia Elencologia: a conscin lúcida; a isca humana lúcida; o ser interassistencial. Masculinologia: o autodecisor; o decisor consciente; o pré-serenão; o inversor existencial; o reciclante existencial; o tenepessista; o projetor consciente; o epicon lúcido; o conscienciólogo; o maxidissidente; o teleguiado autocrítico. Femininologia: a autodecisora; a decisora consciente; a pré-serenona; a inversora existencial; a reciclante existencial; a tenepessista; a projetora consciente; a epicon lúcida; a consciencióloga; a maxidissidente; a teleguiada autocrítica. Hominologia: o Homo sapiens autodecisor; o Homo sapiens decisophilicus; o Homo sapiens autodeterminator; o Homo sapiens evolutivus; o Homo sapiens proexista; o Homo sapiens prioritarius; o Homo sapiens autolucidus. V. Argumentologia Exemplologia: miniortodecisão = a atitude de chegar com antecedência no compromisso agendado, conduta profilática à interassedialidade; maxiortodecisão = o ato de aproveitar sabiamente determinada oportunidade evolutiva, na condição de semperaprendente interassistencial, favorável à consolidação de recins; megaortodecisão = o posicionamento de materializar a megagescon pessoal, rumo ao completismo existencial. Culturologia: a cultura da Ortodecidologia; a cultura da recinofilia; a cultura da Cosmoeticologia; a cultura do autenfrentamento; a cultura da autorreflexão; a cultura do autoposicionamento.

Facilitadores. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, 10 elementos facilitadores da ortodecisão: 01. Amparabilidade. 02. Autoconfiança parapsíquica. 03. Autodesassédio. 04. Autodiscernimento. 05. Autopesquisa. 06. Autorganização. 07. Bússola consciencial calibrada. 08. Interassistencialidade. 09. Megafoco proexológico. 10. Tecnicidade evolutiva. Dificultadores. Eis, por exemplo, em ordem alfabética, 10 elementos dificultadores da ortodecisão: 01. Apego. 02. Apriorismo. 03. Autoconflito. 04. Autovitimização. 05. Carência. 06. Egoísmo. 07. Imaturidade emocional. 08. Medo. 09. Teimosia. 10. Vaidade. Tabelologia. Sob a ótica da Decidometrologia, eis, em ordem alfabética, 3 exemplos de ortodecisões no contexto das técnicas evolutivas da invéxis e da recéxis: Tabela – Confronto Critério / Ortodecisão Invexogênica / Ortodecisão Recexogênica Nos Critério Ortodecisão Invexogênica 01. Autodiscernimento Aplicado desde a juventude Planejamento de vida Reciclagem intraconsciencial Programação evolutiva no início da vida Autorrenovação precoce e profilática 02. 03. Ortodecisão Recexogênica Aplicado na reorganização da vida Reperspectivação evolutiva tardia Mudança a posteriori e corretiva Vontade. Sob a ótica da Voliciologia, a vivência de técnica evolutiva oferece potencial para a conscin ampliar os autesforços rumo ao completismo existencial. Em ambos os cenários, a conscin poderá qualificar as ortodecisões. Contudo, na invéxis, a mudança é cosmoeticamente visceral ainda na juventude. VI. Acabativa Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a ortodecisão, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados: 01. Autodecidibilidade: Decidologia; Neutro. 02. Autodecisão crítica: Autodecidologia; Neutro.

03. Autodecisor: Evoluciologia; Homeostático. 04. Binômio decidofilia-proéxis: Proexologia; Homeostático. 05. Critério de escolha: Criteriologia; Neutro. 06. Decisão equivocada: Experimentologia; Nosográfico. 07. Escolha evolutiva: Experimentologia; Homeostático. 08. Inteligência evolutiva: Autevoluciologia; Homeostático. 09. Momento da megadecisão: Recexologia; Neutro. 10. Ortodecisão reiterada: Autodeterminologia; Homeostático. 11. Personalidade decidofílica: Decidologia; Homeostático. 12. Sábia: Autevoluciologia; Homeostático. 13. Técnica da firmeza decisória: Proexologia; Homeostático. 14. Técnica de autorganização: Autorganizaciologia; Homeostático. 15. Trade-off evolutivo: Evoluciologia; Homeostático. A INTELIGÊNCIA EVOLUTIVA SE DESENVOLVE A PARTIR DAS MINIORTODECISÕES COTIDIANAS E SE SOLIDIFICA COM A SOMATÓRIA DE MEGAORTODECISÕES CRÍTICAS, FUNDAMENTAIS AO AUTOCOMPLETISMO EXISTENCIAL. Questionologia. Você, leitor ou leitora, já realizou o mapeamento com autocrítica dos efeitos das decisões pessoais? Qual o saldo das ortodecisões?
Bibliografia Específica: 1. Daou, Dulce; Vontade: Consciência Inteira; revisores Equipe de Revisores da Editares; 288 p.; 6 seções; 44 caps.; 23 E-mails; 226 enus.; 1 foto; 1 minicurrículo; 1 seleção de verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia; 3 tabs.; 21 websites; glos. 140 termos; 1 nota; 133 refs.; 17 webgrafias; 1 apênd.; alf.; ono.; 23 x 16 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 76 a 84. 2. Fontenele, Antonio; Decisões Evolutivas; pref. Mabel Teles; revisores Dulce Daou; et al.; 252 p.; 6 Seções; 26 caps.; 22 enus; 37 frases enfáticas; 5 questionários; glos. 138 termos; 1 apênd.; 24 refs.; 100 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia; 16 filmes; alf.; ono; 21 x 14 cm; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2019; páginas 25, 65 e 115. 3. Manfroi, Eliana; Antidesperdício Consciencial: Escolhas Evolutivas na Era da Fartura; apres. Mabel Teles; 230 p.; 3 seções; 21 caps.; 22 citações; 2 E-mails; 41 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 1 tab.; 4 testes; 30 notas; 104 refs.; 2 webgrafias; 1 anexo; alf.; geo.; ono.; 23 x 16 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2017; páginas 155 a 163. 4. Robson, David; Por que Pessoas Inteligentes cometem Erros Idiotas? O que a NASA, Thomas Edison, Benjamin Franklin e Daniel Kahneman nos ensinam sobre como Tomar Boas Decisões; trad. Maria Cecilia Brandi; 364 p.; 23 x 16 cm; br.; Sextante; Rio de Janeiro, RJ; 2021; páginas 112 a 117 e 130 a 154. 5. Vieira, Waldo; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vol. I; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 45, 189 e 595. 6. Idem; Manual dos Megapensenes Trivocabulares; revisores Adriana Lopes; Antonio Pitaguari; & Lourdes Pinheiro; 378 p.; 3 seções; 49 citações; 85 elementos linguísticos; 18 E-mails; 110 enus.; 200 fórmulas; 2 fotos; 14 ilus.; 1 microbiografia; 2 pontoações; 1 técnica; 4.672 temas; 53 variáveis; 1 verbete enciclopédico; 16 websites; glos. 12.576 termos (megapensenes trivocabulares); 9 refs.; 1 anexo; 27,5 x 21 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2009; páginas 157, 177, 178, 183, 216, 263, 306 e 347. 7. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; página 711. G. C. P.