Laboratório Conscienciológico da IFV

O laboratório conscienciológico da IFV – imobilidade física vígil

Você, leitor ou leitora, já experimentou repetidas vezes a técnica da imobilidade física vígil? Admite o resultado do autodiagnóstico?

      LABORATÓRIO CONSCIENCIOLÓGICO                             DA    IFV
                                   (LABORATORIOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O laboratório conscienciológico da IFV – imobilidade física vígil
– é o ambiente otimizado para a aplicação da técnica de manutenção do soma imóvel na condição de vigília física ordinária (VFO), pela conscin, homem ou mulher, visando o assentamento da psicomotricidade e a acalmia necessária à ampliação da autoperceptibilidade e o desenvolvimento de experimentos multidimensionais potencializadores de fenômenos parapsíquicos.
          Tematologia. Tema central homeostático.
          Etimologia. O vocábulo laboratório provém do idioma Latim Medieval, laboratorium, “local de trabalho”, provavelmente através do idioma Francês, laboratoire, “lugar, o qual são feitas experiências”. Apareceu no Século XVIII. A palavra consciência deriva do idioma Latim, conscientia, “conhecimento de alguma coisa comum a muitas pessoas; conhecimento; consciência; senso íntimo”, e esta do verbo conscire, “ter conhecimento de”. Surgiu no Século XIII. O elemento de composição logia procede do idioma Grego, lógos, “Ciência; arte; tratado; exposição cabal; tratamento sistemático de 1 tema”. O termo imobilidade vem do Latim, immobilitas, “qualidade ou estado que é imóvel”. Apareceu em 1813. O vocábulo físico provém do mesmo idioma Latim, physicus, e este do idioma Grego, physikós, “relativo à Natureza ou ao estado da mesma”. Surgiu no século XIII. A palavra vígil é proveniente do idioma Latim, vigilis, “que não dorme; que vigia; desperto; atento; vigilante”. Apareceu em 1899.
          Sinonimologia: 1. Laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil. 2. Ambiente energeticamente blindado para o domínio da psicomotricidade.
          Neologia. As 3 expressões compostas experimento inicial no laboratório conscienciológico da IFV, experimento mediano no laboratório conscienciológico da IFV e experimento avançado no laboratório conscienciológico da IFV são neologismos técnicos da Laboratoriologia.
          Antonimologia: 1. Palco de inquietação incontrolável. 2. Ambiente de agitação holossomática. 3. Gabinete de aguçamento cerebelar. 4. Laboratório de movimentação corporal.
          Estrangeirismologia: o self tuning paraperceptivo; o know-how parapsíquico; o modus operandi do holossoma; o background parapsíquico; o Pacificarium; o continuum extrafisicalidade-intrafisicalidade.
          Atributologia: predomínio das percepções extrassensoriais, notadamente do autodiscernimento quanto à autoparaperceptibilidade holossomática.
          Ortopensatologia. Eis duas ortopensatas, citadas na ordem alfabética, pertinentes ao tema:
          1. “Autoculpa. Existem atitudes autodiagnósticas. A pessoa que evita praticar a técnica da autorreflexãode 5 horas, a técnica da imobilidade física vígil e a técnica da imersão no laboratório conscienciológico Serenarium, evidencia que padece de alguma autoculpa séria”.
          2. “Cerebelologia. Quando preciso, antes da autorreflexão, use o laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil a fim de pacificar a psicomotricidade, e entender mais profundamente as abordagens às reações pessoais”.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: a holopensene pessoal do autodomínio psicomotor; o holopensene do local favorável à autopesquisa; o holopensene pessoal da autopesquisa cosmoética; o holopensene pessoal da autoinvestigação dos fenômenos parapsíquicos; o receptáculo de retilineariedade pensênica; a autoimunidade holossomática frente às pressões holopensênicas espúrias; os harmonopensenes; a harmonopensenidade; o holopensene pessoal do detalhismo; o desenvolvimento da paraperceptibilidade aprofundando a cognição instantânea do padrão pensênico pessoal; a higidez holossomática refletindo a higidez pensênica; os ortopensenes; a ortopensenidade; a homeostase holossomática derivada da ortopensenização habitual.
          Fatologia: o teste da imobilidade pessoal; o local preparado para autexperimentações de controle somático; o local otimizado para vivências interdimensionais; o local intrafísico com ampla conexão extrafísica; a imobilidade apenas somática; a atenção a cada veículo de manifestação; a poltrona adequada ao relaxamento somático do pesquisador; a introspecção imóvel evolutiva; o estado de semiletargia no período de 3 horas; a minimização da psicomotricidade e do cerebelo por interesses evolutivos superiores; o combate à ansiedade; o controle da psicomotricidade e do sistema nervoso autônomo (SNA); o caminho da extinção da impulsividade; a roupa confortável; a alimentação leve; os questionários pré e pós-experimento; o megaentendimento do autoprognóstico; a ativação da voliciolina; a imperturbabilidade por meio da autocognição; a autoimagem real; o automegafoco; a bússola interna sendo condutora da mudança comportamental; a autocuroterapia; o autodesassédio; o ato de saber levar de eito os próprios veículos de manifestação; a saúde somática influenciada pelos demais corpos; o excessivo condicionamento somático ofuscando a realidade multiveicular; o desejo de se mexer; a confluência dos esforços pesquisísticos; o relaxamento psicofisiológico; a reflexão quanto ao conteúdo da inspiração; o emprego da autorreflexão profunda fixado no pensamento concentrado; a posição mais confortável para realização da técnica; a pacificação íntima; a vontade educada e inquebrantável; a Higiene Mental; o sobrepairamento analítico; a atenção dividida.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático no decorrer do experimento; o transe parapsíquico; a base interdimensional da homeostase holossomática; a montagem do campo energético; o balanço do autodesempenho parapsíquico; o balanço pessoal da assistência do amparador extrafísico; a relação da conscin com próprio Curso Intermissivo (CI); a sinalética energética e parapsíquica pessoal; os insights extrafísicos a partir do experimento; o local multidimensional amparado por equipes extrafísicas; a plateia extrafísica específica de cada experimento; a impressão de ser consciex; as Centrais Extrafísicas; a ação intrafísica enquanto reflexo da ação extrafísica; o preço da autoparaperceptibilidade; a pressão das consciexes assediadoras contrárias ao experimento; a vontade da conscin predominando sobre a influência da vontade das consciexes; a desamarração energética; os desassédios interconscienciais; as assimilações simpáticas (assins); as desassimilações simpáticas (desassins); a parafisiologia dos chacras; a parafisiologia do paracérebro; o neuroectoplasma; a expansão paracerebral através de paratécnicas alinhadas à Holossomatologia; a assepsia da psicosfera quanto aos heterassédios; os fenômenos da projeção; os estados alterados da consciência; as fases da projeção consciente; as relações da consciência projetada; a Parafenomenologia; a dimener enquanto janela parafenomenológica; o energossoma sendo a interface interdimensional interveicular; os inúmeros pontos de paraconexão energética entre o soma e o energossoma; a autoinvestigação quanto à tarefa energética pessoal (tenepes) diária; a recuperação de cons; a Ficha Evolutiva Pessoal (FEP) direcionando a autexperimentação; a coleta, análise e conclusão dos parafatos; o extrapolacionismo parapsíquico; a tares do amparador extrafísico de função; a autofocalização holossomática; a autopercepção através da autofocalização nos 4 veículos de manifestação; as comprovações do autoparapsiquismo e parafatos; a autofocagem multidimensional nas ações e reações conscienciais; a autassistência; a heterassistência; a compreensão do holossoma.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo cérebro-paracérebro; o sinergismo técnica-paratécnica; o sinergismo energossoma-psicossoma-mentalsoma; o sinergismo autoparapsiquismo-autocosmoética; o sinergismo hiperacuidade-autodiscernimento; o sinergismo consciex amparadora–conscin autopesquisadora parapsíquica.
         Principiologia: o princípio de toda pesquisa conscienciológica ser cosmoética e evolutivamente útil; o princípio do refinamento do holossoma através da sutilização das energias conscienciais (ECs); o princípio de os fatos e parafatos orientarem a autopesquisa.
         Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) no emprego das autopesquisas holossomáticas e multidimensionais; o código pessoal de priorização evolutiva.
         Teoriologia: a teoria e a prática da Paracerebrologia; a teoria da manifestação multidimensional da consciência; a teoria do holossoma; a teoria da Bioenergética; a teoria da recuperação de cons; a teoria da estabilização pensênica.
         Tecnologia: a técnica da imobilidade física vígil; a técnica da checagem holossomática; a técnica da auscultação pensênica; a técnica da desassim; a técnica da Higiene Consciencial; a técnica da passividade alerta; a antessala de paratecnologias.
         Voluntariologia: o voluntariado e o paravoluntariado do setor de Laboratórios do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC).
         Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da IFV; o laboratório conscienciológico da Autorganizaciologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da Automentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da Reeducaciologia; o laboratório conscienciológico da Autoconscienciometrologia; o laboratório conscienciológico Serenarium.
         Colegiologia: o Colégio Invisível da Parafisiologia; o Colégio Invisível da Parageneticologia; o Colégio Invisível da Parapatologia; o Colégio Invisível da Parassemiologia; o Colégio Invisível da Holossomatologia; o Colégio Invisível da Paracirurgia; o Colégio Invisível da Parapercepciologia; o Colégio Invisível da Paratecnologia.
         Efeitologia: o efeito da vontade inquebrantável; o efeito organizador da elaboração pensênica; o efeito crítico da voliciolina na reestruturação parafisiológica; a homeostase holossomática enquanto efeito da imperturbabilidade consciencial; o efeito da desintoxicação energética no aumento da lucidez consciencial; os efeitos tangíveis e intangíveis da ectoplastia; o efeito do autodesassédio; os efeitos das autovivências dos parafenômenos; o efeito da autopesquisa na profundidade intraconsciencial.
         Neossinapsologia: as neossinapses recicladoras promovidas pelo desassédio no momento da realização da técnica da IFV; as neossinapses geradas a partir do uso lúcido da vontade; os extrapolacionismos parapsíquicos permitindo neossinapses interassistenciais; as neossinapses mantenedoras do padrão de saúde homeostática.
         Ciclologia: o ciclo consciencioterápico autoinvestigação-autodiagnóstico-autenfrentamento-autossuperação; o ciclo evolutivo reflexão-conclusão-extrapolação; o ciclo multiexistencial pessoal (CMP) depurando a parafisiologia do próprio holossoma; o ciclo autexame-autopesquisa-autoconhecimento; o ciclo contínuo das autopesquisas por meio da técnica da checagem holossomática.
         Binomiologia: o binômio ansiedade-impaciência; o binômio paciência-persistência; o binômio começo fácil–manutenção difícil; o binômio repetição-renovação; o binômio paracicatrização-pararregeneração; o binômio autexperimentação-autocriticidade; o binômio animismo-parapsiquismo; o binômio percepção-parapercepção; o binômio suposição-Descrenciologia.
         Interaciologia: a interação técnica da IFV–organização mental; a interação pesquisador-amparador; a interação domínio da psicomotricidade–intelectualidade; a interação Fisiologia-Parafisiologia; a interação Parafisiologia-Paratecnologia; a interação interchacral; a interação realidade intraconsciencial–realidade extrafísica; a interação autopesquisador-equipex; a interação análises-sínteses.
         Crescendologia: o crescendo autodomínio físico–autodomínio holossomático; o crescendo devaneio-reflexão-neoideia; a autexperimentação laboratorial promovendo o crescendo convicção teórica–convicção vivencial; o crescendo conscin cascagrossa–conscin parapsíquica.
         Trinomiologia: o trinômio vontade-intencionalidade-autodisciplina; o trinômio autoverificação-autorrefutação-autorreinvestigação; o trinômio autointeração multiveicular–autopercepção–autorreflexão; o trinômio autofocalização-autocognição-autocura.
          Polinomiologia: o polinômio autocrítica-autopesquisa-autocognição-autorrealismo; a autopesquisa aplicada ao polinômio holossomático soma-energossoma-psicossoma-mentalsoma; o polinômio pró-saúde autocriticidade-autoincorruptibilidade-autodesassedialidade-autocosmoeticidade.
          Antagonismologia: o antagonismo vontade débil / vontade inquebrantável; o antagonismo autacomodação / autodeterminação; o antagonismo atenção monodimensional / atenção multidimensional; o antagonismo dispersão / atenção; o antagonismo ansiosismo / paciência; o antagonismo apedeutismo / autodidatismo; o antagonismo matéria / consciência; o antagonismo hipocondria / serenismo; o antagonismo antiparafisiológico canga assediadora / nucalchacra livre; o antagonismo laboratório conscienciológico / laboratório eletronótico.
          Paradoxologia: o paradoxo de a conquista da homeostase holossomática de determinada conscin poder representar a melhoria direta e indireta na qualidade de vida de várias outras consciências, intra e extrafísicas; o paradoxo de ser o pesquisador o próprio objeto pesquisado; o paradoxo da passividade ativa.
          Politicologia: a discernimentocracia; a cosmoeticocracia; a paracienciocracia; a parapsicocracia; a autopesquisocracia; a parapercepciocracia; a conscienciocracia.
          Legislogia: a lei do maior esforço autopesquisístico; as leis da Parafisiologia.
          Filiologia: a neofilia; a decidofilia; a voliciofilia; a atenciofilia; a descrenciofilia; a experimentofilia; a cienciofilia.
          Fobiologia: a autenergofobia; a autoparapsicofobia; a tanatofobia; a consciexofobia.
          Sindromologia: o combate à síndrome da vontade débil; a eliminação da síndrome da apriorismose; a síndrome do ansiosismo atropelando etapas e comprometendo a qualidade dos resultados almejados; a síndrome da distorção imaginativa intencional.
          Maniologia: a superação da mania das autojustificativas; a mania de deturpar os fatos; a mania do “achismo”.
          Mitologia: o mito de a vida ser feita de emoções; o mito da falta de tempo; o mito da mudança de patamar evolutivo sem autesforço; o mito da autopesquisa sem reflexão e discernimento.
          Holotecologia: a recexoteca; a pensenoteca; a autopesquisoteca; a experimentoteca; a fenomenoteca; a parapsicoteca; a energeticoteca; a tecnoteca; a interassistencioteca.
          Interdisciplinologia: a Laboratoriologia; a Exaustivologia; a Somatologia; a Autodesassediologia; a Homeostaticologia; a Autorreflexologia; a Ortopensenologia; a Parapercepciologia; a Metodologia; a Autodiscernimentologia; a Amparologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin parapsíquica; a conscin cobaia; a isca humana lúcida; a isca humana inconsciente; o ser interassistencial; a conscin autodecisora; a conscin autopesquisadora; a conscin cerebelar; a personalidade psicomotriz; a equipex.
          Masculinologia: o acoplamentista; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico; o atacadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o macrossômata; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o inversor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o parapercepciologista; o pesquisador; o pré-serenão vulgar; o projetor consciente; o sistemata; o tertuliano; o teletertuliano; o verbetólogo; o voluntário; o tocador de obra; o homem de ação.
          Femininologia: a acoplamentista; a agente retrocognitora; a amparadora intrafísica; a atacadista consciencial; a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a completista; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a macrossômata; a convivióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epicon lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a inversora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a parapercepciologista; a pesquisadora; a pré-serenona vulgar; a projetora consciente; a sistemata; a tertuliana; a teletertuliana; a verbetóloga; a voluntária; a tocadora de obra; a mulher de ação.
          Hominologia: o Homo sapiens experimentator; o Homo sapiens orthopensenicus; o Homo sapiens sapiens; o Homo sapiens autolucidus; o Homo sapiens intellegens; o Homo sapiens pacificus; o Homo sapiens parapsychicus; o Homo sapiens despertus; o Homo sapiens evolutiologus.


                                          V. Argumentologia

          Exemplologia: experimento inicial no laboratório conscienciológico da IFV = a vivência tateante estabelecendo o autodomínio da psicomotricidade e do cerebelo com a promoção do estado de semiletargia ao longo de 3 horas ininterruptas; experimento mediano no laboratório conscienciológico da IFV = a vivência lúcida, autoconvincente do autodomínio sem esforço da psicomotricidade, dos parafenômenos, a partir da autoconscientização teática das próprias ECs e da hiperacuidade autopensênica; experimento avançado no laboratório conscienciológico da IFV = a vivência lúcida, autoconvincente do autodomínio maduro da psicomotricidade, do autoparapsiquismo cosmovisiológico, capaz de acessar pararrealidades cósmicas.
          Culturologia: a cultura da Autorrecexologia; a cultura das autopesquisas evolutivas; a cultura da Voliciologia; a cultura do autodidatismo; a cultura do aproveitamento do tempo; a cultura multidimensional; a cultura da retilinearidade pensênica.
          Histórico. O laboratório conscienciológico da imobilidade física vígil foi o primeiro laboratório construído no Centro de Altos Estudos da Conscienciologia. Inaugurado em 13.09.1997, marcou o início da autopesquisa da consciência pautada no paradigma consciencial.
          Estrutura. O espaço físico do laboratório conscienciológico da IFV mede 50 m², é composto por mesa, cadeira, despertador, poltrona, travesseiros, luminária, caneta e papel. Destina-se ao uso individual de aplicação da técnica na imobilidade física vígil onde o pesquisador senta na poltrona posicionada de frente à parede na cor branca com fundo infinito.
          Intrafisicologia. Sob a ótica da Intrafisicologia, eis, por exemplo, na ordem funcional, 11 variáveis para otimizar os experimentos no laboratório conscienciológico da IFV:
          01. Conscin: a pessoa sinceramente interessada em promover interassistência.
          02. Horário: o ideal é das 8h30 às 12 horas, depois do terceiro sono.
          03. Isolamento: o ambiente isolado, sem quaisquer instrumentos de ligação com o exterior.
          04. Holopensene: o ambiente permanentemente silencioso.
          05. Local: a base intrafísica isolada e energeticamente blindada.
          06. Vestimenta: o ideal é usar roupas folgadas, sem pressão em nenhuma parte do corpo.
          07. Acomodação: o ideal é sentar-se em poltrona confortável, com os braços apoiados.
          08. Relaxe: o ideal é, de início, empregar a técnica da relaxação muscular progressiva.
          09. Estado vibracional: o ideal é promover o EV antes, durante e após a autorreflexão prolongada.
          10. Psicomotricidade: o olhar fixo para a parede lisa mantendo-se de pálpebras descerradas e sem piscar, o máximo possível.
          11. Duração: o estado de semiletargia durante 3 horas ininterruptas e a meia hora final destinada às anotações.


                                                       VI. Acabativa

             Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o laboratório conscienciológico da IFV, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
             01. Ausculta pensênica: Pesquisologia; Neutro.
             02. Autocrítica parafenomenológica: Autocriticologia; Neutro.
             03. Autodiscernimento parapsíquico: Descrenciologia; Homeostático.
             04. Autodomínio da vontade: Voliciologia; Homeostático.
             05. Autofocalização holossomática: Autoparapercepciologia; Neutro.
             06. Autopesquisologia: Experimentologia; Homeostático.
             07. Autorganização psicomotora: Autexperimentologia; Neutro.
             08. Autorreflexão de 5 horas: Autoconscienciometrologia; Homeostático.
             09. Imobilidade física vígil reciclogênica: Autorrecexologia; Homeostático.
             10. Interação Fisiologia-Parafisiologia: Holossomatologia; Neutro.
             11. Laboratório conscienciológico: Experimentologia; Homeostático.
             12. Laboratório conscienciológico da ectoplasmia: Energossomatologia; Homeostático.
             13. Paracérebro receptivo: Paracerebrologia; Homeostático.
             14. Silêncio cosmoetificador: Cosmoeticologia; Homeostático.
             15. Vigilância extrassensorial: Autopercucienciologia; Neutro.
                O LABORATÓRIO CONSCIENCIOLÓGICO DA IFV
       É RECURSO DE PACIFICAÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE
        E REDUÇÃO DO NÍVEL DE ANSIEDADE, PROPICIANDO
              AUTORREFLEXÃO CRÍTICA EM PROL DE RECINS.
             Questionologia. Você, leitor ou leitora, já experimentou repetidas vezes a técnica da imobilidade física vígil? Admite o resultado do autodiagnóstico?
             Bibliografia Específica:
             1. Borges, Pedro; Repercurssões Holossomáticas da Imobilidade Física Vígil; Artigo; Conscientia; Revista; Trimestral; Vol. 17; N.4, 20 refs.; Centro de Altos Estudos da Consciência (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; Outubro-Dezembro, 2013; páginas 503 a 510.
             2. Vieira, Waldo; 200 Teáticas da Conscienciologia: Especialidades e Subcampos; revisores Alexander Steiner; et al.; 260 p.; 200 caps.; 15 E-mails; 8 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 2 websites; 13 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; páginas 44, 47, 53, 54, 100, 126, 130 e 132.
             3. Idem; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 sessões; 413 caps.; 403 abrevs.; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 25 pinacografias; 103 musicografias; 24 discografias; 20 cenografias; 240 filmes; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3a Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas 271 e 272.
             4. Idem; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vols. 1 e 2; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; gloss. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 126 a 130, 185 e 299.
             5. Vugman, Ney V.; Imobilidade Física Vígil e a Síndrome da Vontade Débil; Artigo; Conscientia; Revista; Trimestral; Vol. 8; N. 4; 10 refs; Centro de Altos Estudos da Consciência (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; Outubro-Dezembro, 2004; páginas 236 a 239.
                                                                                                                     R. D. C.