A cadência intercomunicativa é a qualidade, capacidade ou propriedade da ordenação sequencial das informações prestadas pela conscin, homem ou mulher, nas interrelações multidimensionais, apresentando clareza cosmoética, modulação, equilíbrio e harmonia a partir da convergência de autesforços técnicos interassistenciais.
Você, leitor ou leitora, admite a importância da fala com cadência para promover a tares nas interrelações multidimensionais? Com qual frequência faz uso dessa ferramenta interassistencial?
En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a 1 CADÊNCIA INTERCOMUNICATIVA (CADENCIOLOGIA) I. Conformática Definologia. A cadência intercomunicativa é a qualidade, capacidade ou propriedade da ordenação sequencial das informações prestadas pela conscin, homem ou mulher, nas interrelações multidimensionais, apresentando clareza cosmoética, modulação, equilíbrio e harmonia a partir da convergência de autesforços técnicos interassistenciais. Tematologia. Tema central homeostático. Etimologia. O vocábulo cadência vem do idioma Latim, cadentia, de cadens, particípio presente de cadere, “cair; declinar; cessar”. Surgiu no Século XVI. O prefixo inter deriva também do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre; no espaço de”. O termo comunicativo procede do mesmo idioma Latim, communicativus, “próprio para comunicar; comunicativo”. Apareceu no Século XV. Sinonimologia: 1. Encadeamento intercomunicativo. 2. Concatenamento intercomunicativo. 3. Sucessão regular intercomunicativa. Antonimologia: 1. Desencadeamento intercomunicativo. 2. Interlocução ininteligível. 3. Incoerência comunicativa. 4. Falha comunicativa. Estrangeirismologia: o rapport interconsciencial; o timing assistencial; a intuitive expertise várias vezes ao dia. Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à comunicabilidade cosmoética evolutiva. Megapensenologia. Eis megapensene trivocabular relativo ao tema: ‒ Sejamos cosmoeticamente calculistas. Citaciologia: – Demóstenes, cujo talento, recebido pela natureza e desenvolvido com o exercício, foi usado na oratória, chegou a exceder em energia e veemência todos os que competiram com ele na tribuna e no foro (Plutarco, 46‒120). Ortopensatologia: ‒ “Comunicabilidade. A comunicabilidade sonora começa pelo sibilo da serpente, a sua singularidade comunicativa”. II. Fatuística Pensenologia: o holopensene pessoal da Comunicologia; os ortopensenes comunicativos; a ortopensenidade; os harmonopensenes; a harmonopensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os fluxopensenes; a fluxopensenidade; a adequação da expressão pensênica. Fatologia: a cadência intercomunicativa; a coerência intercomunicativa; a arte da interlocução técnica; a dicção; a fala; a locução expressiva; a acuidade sensorial; a exata noção da mensagem a transmitir; o ato de falar com clareza para alcançar os assistidos; a exposição objetiva e clara; o esforço em expor as ideias no ritmo adequado; o impacto da exposição; a força da palavra certa; a sinceridade, sem tom lacrimogênico; a adequação da mensagem à bagagem cultural do ouvinte; a eliminação da jactância exaltando a assistência cognitiva; a superação do estado de tensão ao falar; os excessos do discurso prolixo; a explicitação clara das neoverpons; a mensagem conscienciológica sendo informação democrática; a busca da locução sistemática; a exposição racionalmente positiva; a serenidade comunicativa evitando a eloquência desmedida. Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a acuidade parapsíquica; a sinalética energética e parapsíquica pessoal enquanto instrumento de comunicação cotidiana; a paraconfirmação do acerto nas abordagens; a conexão com o amparo extrafísico; as captações extrafísicas expressas com equilíbrio cosmoético; as energias do laringochacra na dosagem do tom; o excesso de energias conscienciais (ECs) comprometendo a locução; as parainformações 2 En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a apresentadas com clareza e ordenação; o ato de falar cadenciado como possível recurso para atingir consciex com reduzido dicionário paracerebral. III. Detalhismo Sinergismologia: a comunicação sinérgica; o sinergismo autexposição evolutiva–autolucidez gradativa; o sinergismo autoposicionamento verbal–autoposicionamento multidimensional; o sinergismo dicionarização cerebral–taquipsiquismo–fluência comunicativa. Principiologia: o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio dos autesforços evolutivos; o princípio da adequação da fala ao contexto; o princípio de falar somente o necessário; o princípio do silêncio cosmoético. Codigologia: as cláusulas interacionais do código pessoal de Cosmoética (CPC); o código grupal de Cosmoética (CGC) vivenciado nos contatos multidimensionais; o código de etiqueta social. Teoriologia: a teoria da intercomunicação; a teoria da inteligência comunicativa; a teoria da tares. Tecnologia: a técnica da fala terapêutica; a técnica da autexposição verbal; a técnica de falar na frente do espelho; a técnica da diminuição dos estímulos emocionais. Voluntariologia: o voluntariado conscienciológico favorecendo a comunicação homeostática. Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Comunicologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico do estado vibracional. Colegiologia: o Colégio Invisível da Comunicologia; o Colégio Invisível da Grupocarmologia; o Colégio Invisível da Assistenciologia; o Colégio Invisível da Evoluciologia; o Colégio Invisível da Cosmoeticologia; o Colégio Invisível da Parapedagogiologia; o Colégio Invisível da Paradiplomacia. Efeitologia: o efeito da organização interna das ideias na clareza comunicativa; o efeito da associação de ideias ampliando as achegas dos amparadores; o efeito da comunicabilidade na evolução consciencial; o efeito halo das comunicações cadenciadas, claras e objetivas, alcançando consciências com dicionário cerebral restrito; o ato de falar lentamente para obter o efeito desejado na comunicação. Neossinapsologia: as neossinapses resultantes do exercício da síntese na fala; as neossinapses do comunicador gerando neossinapses no receptor; as neossinapses geradas pela teática; as neossinapses oriundas do autenfrentamento das dificuldades comunicativas; as neossinapses necessárias para aceitar novas abordagens da realidade; as neossinapses geradas a partir do abertismo e acolhimento; as neossinapses da renovação pensênica. Ciclologia: o ciclo dialógico emissor-receptor; o ciclo falar-escutar; o ciclo zona de conforto patológica–autenfrentamento. Enumerologia: a cadência intercomunicativa verbal; a cadência intercomunicativa clara; a cadência intercomunicativa assertiva; a cadência intercomunicativa empática; a cadência intercomunicativa impactante; a cadência intercomunicativa desassediadora; a cadência intercomunicativa tarística. Binomiologia: o binômio recepção-distribuição; o binômio saber falar‒saber calar; o binômio sinceridade-docilidade; o binômio verdade-limite; o binômio liberdade-responsabilidade; o binômio autolucidez‒expressão cosmoética; o binômio realidade-fidedignidade; o binômio realidades-pararrealidades. Interaciologia: a interação palavra-ideia; a interação ideia-linguagem; a interação linguagem-contexto. Crescendologia: o crescendo comunicação-paracomunicação; o crescendo captação-compreensão-compactação-locução; o crescendo evolutivo ouvinte jejuno‒ouvinte esclarecido; o crescendo lucidez-coerência; o crescendo autoinsegurança‒autexposição‒desinibição‒autolocução sadia; o crescendo comunicação intrafísica‒comunicação multidimensional. En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a 3 Trinomiologia: o trinômio comunicabilidade-intelectualidade-parapsiquismo; o trinômio captar-perscrutar-falar; o trinômio abertismo-ousadia-comunicação; o trinômio nosográfico prolixidade-desperdício-dispersão. Polinomiologia: o polinômio compreensão rápida–raciocinação clara–ponderação profunda–ideação heurística–comunicação exata; o polinômio emissor-mensagem-receptor-assistência. Antagonismologia: o antagonismo detalhismo / verborragia; o antagonismo prolixidade / objetividade. Paradoxologia: o paradoxo de poder esclarecer muito com poucas palavras; o paradoxo de o ato de falar muito poder não esclarecer nada. Politicologia: a democracia comunicativa; a interassistenciocracia; a lucidocracia; a paradireitocracia; a exemplocracia; a cosmoeticocracia; a discernimentocracia. Legislogia: a lei universal de ação e reação aplicada nas comunicações. Filiologia: a comunicofilia; a reeducaciofilia; a coerenciofilia; a conviviofilia; a mentalsomatofilia; a evoluciofilia; a neofilia. Fobiologia: a comunicofobia; a cognofobia; a neofobia; a autocriticofobia; a fobia da autexposição. Sindromologia: a evitação da síndrome do ansiosismo. Maniologia: a reeducação da mania de falar para dentro; a evitação da mania da verborragia. Mitologia: o mito do dom da palavra sem autesforços. Holotecologia: a comunicoteca; a linguisticoteca; a eloquencioteca; a pacificoteca; a paradiplomacioteca; a evolucioteca; a cosmoeticoteca. Interdisciplinologia: a Cadenciologia; a Comunicologia; a Fonoaudiologia; a Pensenologia; a Cogniciologia; a Mentalsomatologia; a Discernimentologia; a Coloquiologia; a Evoluciologia; a Coerenciologia; a Parapedagogiologia; a Parapercepciologia; a Paraconviviologia; a Parapoliticologia; a Paradireitologia. IV. Perfilologia Elencologia: a conscin comunicadora; a conscin lúcida; a isca humana lúcida; a personalidade comunicativa; o ser desperto; a conscin enciclopedista. Masculinologia: o assessor de comunicação; o coadjutor energético; o informador tarístico; o fonoaudiólogo; o espectador; o interlocutor; o acoplamentista; o parapercepciologista; o voluntário. Femininologia: a assessora de comunicação; a coadjutora energética; a informadora tarística; a fonoaudióloga; a espectadora; a interlocutora; a acoplamentista; a parapercepciologista; a voluntária. Hominologia: o Homo sapiens vocalis; o Homo sapiens communicator; o Homo sapiens reflexivus; o Homo sapiens energisator; o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens paradiplomaticus; o Homo sapiens cosmoethicus. V. Argumentologia Exemplologia: cadência intercomunicativa primária = aquela em fase de aprendizagem apresentando oscilações na assertividade; cadência intercomunicativa avançada = aquela promotora de interação satisfatória e interassistencial com as conscins e consciexes. Culturologia: a cultura da comunicação oral; a cultura da Ortocomunicologia; a cultura da intercomunicação tarística; a cultura da interlocução mentalsomática; a cultura da comu4 En c i c l o pé d i a d a Co n sc i en c i o lo g i a nicação interconsciencial máxima; a cultura da multidimensionalidade; a cultura da Paradiplomacia. VI. Acabativa Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a cadência intercomunicativa, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados: 01. Antiprolixidade: Comunicologia; Homeostático. 02. Assessoria de comunicação conscienciológica: Comunicologia; Neutro. 03. Associação didática: Comunicologia; Neutro. 04. Autenticidade consciencial: Comunicologia; Neutro. 05. Autexpressão: Comunicologia; Neutro. 06. Autoconsciência verbal: Comunicologia; Neutro. 07. Autoposicionamento sadio: Comunicologia; Homeostático. 08. Autorganização comunicativa: Comunicologia; Homeostático. 09. Categoria de comunicação: Comunicologia; Neutro. 10. Comunicação interassistencial: Comunicologia; Homeostático. 11. Comunicação lacunada: Comunicologia; Nosográfico. 12. Comunicação modular: Comunicologia; Neutro. 13. Desdramatização da autexposição pública: Comunicologia; Homeostático. 14. Desinibição laringochacral: Comunicologia; Neutro. 15. Detalhismo comunicativo: Comunicologia; Homeostático. A CADÊNCIA INTERCOMUNICATIVA EXIGE DA CONSCIN AUTESFORÇOS TÉCNICOS, NA ELABORAÇÃO E EXPRESSÃO DE IDEIAS, COM CLAREZA E RITMO VISANDO ESCLARECER MAIOR QUANTIDADE DE CONSCIÊNCIAS. Questionologia. Você, leitor ou leitora, admite a importância da fala com cadência para promover a tares nas interrelações multidimensionais? Com qual frequência faz uso dessa ferramenta interassistencial? Bibliografia Específica: 1. Vieira, Waldo; Dicionário de Argumentos da Conscienciologia; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.572 p.; 1 blog; 21 E-mails; 551 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 18 fotos; glos. 650 termos; 19 websites; alf.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; página 477. 2. Idem; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vol. I; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; página 463. F. H.