Caça-Talentos Interassistencial

  • Tertúlia 3609
  • Data:
  • Especialidade: Liderologia
  • Tema central: Homeostático

O caça-talentos interassistencial é a consciência, intra ou extrafísica, empenhada na tarefa de identificar, abordar, orientar e encaminhar personalidades capazes de contribuir com o trabalho das equipes de interassistência tarística, sendo epicentro cosmoético cultivador multidimensional de trafores.

Você, leitor ou leitora, já é capaz de discernir com clareza os talentos das consciências do grupo evolutivo? Conhece alguma tarefa interassistencial onde esses talentos se fazem necessários?

      CAÇA-TALENTOS INTERASSISTENCIAL
                                        (LIDEROLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O caça-talentos interassistencial é a consciência, intra ou extrafísica, empenhada na tarefa de identificar, abordar, orientar e encaminhar personalidades capazes de contribuir com o trabalho das equipes de interassistência tarística, sendo epicentro cosmoético cultivador multidimensional de trafores.
          Tematologia. Tema central homeostático.
          Etimologia. O termo caçar vem do idioma Latim, captiare, “tomar; apanhar; agarrar”. Surgiu no século XI. A palavra talento também procede do idioma Latim, talentum, “certo peso de matéria preciosa; soma de dinheiro; tesouro, riquezas”, e esta do idioma Grego, tálanton, “moeda greco-romana; inteligência excepcional; aptidão natural ou habilidade adquirida”. Apareceu no Século XIV. O prefixo inter provém do idioma Latim, inter, “no interior de 2; entre o espaço de”. O vocábulo assistência deriva também do Latim, assistentia, “ajuda; socorro”, e este de assistens ou adsistens, particípio presente de assistere ou adsistere, “estar ou conservar-se de pé junto a; estar presente; comparecer; assistir em juízo; assistir à cabeceira; estar ao pé do leito; estar à porta de alguém”. Surgiu no Século XVI.
          Sinonimologia: 1. Caça-conscins talentosas interassistenciais. 2. Caçador cosmoético de talentos. 3. Olheiro evolutivo.
          Neologia. As 3 expressões compostas caça-talentos interassistencial, minicaça-talentos interassistencial e maxicaça-talentos interassistencial são neologismos técnicos da Liderologia.
          Antonimologia: 1. Caça-talentos anticosmoético. 2. Olheiro baratrosférico. 3. Líder amaurótico. 4. Megassediador.
          Estrangeirismologia: o mastermind das equipes de interassistência; o headhunter evolutivo; o recruteur.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto ao olhar tarístico dos heterotrafores.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal traforista; o materpensene pessoal convergente com o megatrafor; os ortopeneses; a ortopensenidade; os cosmoeticopensenes; a cosmoeticopensenidade; o holopensene pessoal proexológico atrator de consciências afins à maxiproéxis grupal.
          Fatologia: a liderança interassistencial cosmoética; a condição de atrator ressomático interassistencial; o fato de toda consciência possuir trafores; o fato de toda proéxis ser embasada em talentos pessoais; o fato de toda consciência exercer algum tipo de liderança; o fato de o líder complementar os próprios trafais com os trafores da equipe de trabalho; a capacidade de o líder despertar na consciência talentosa o desejo de ajudar; o talento do líder na identificação das qualidades das consciências; a inteligência do líder no direcionamento do indivíduo para as tarefas compatíveis aos talentos; a necessidade de o líder fazer convergir os interesses de muitas pessoas para o interesse comum; as qualificações cosmoéticas enquanto recursos imprescindíveis ao compléxis; a identificação dos talentos a partir das experiências pessoais; a ampliação e qualificação gradual do acervo de trafores; a impossibilidade de o líder evoluir no lugar do liderado; a vivência da singularidade interassistencial pessoal enquanto força de atração da equipe de interassistência; o fato de as pessoas normalmente não estarem prontas para o trabalho, mas se desenvolverem no processo da consecução do mesmo; a inteligência evolutiva (IE) enquanto qualificadora dos traços-força; o fato de a consciência ser mais produtiva aplicando os autotalentos; o fato de o maior potencial de crescimento da pessoa estar nos trafores; a autopesquisa apontando os autotrafores ociosos; a cosmovisão demonstrando as qualificações ociosas do grupo evolutivo; a vivência da satisfação de aplicar os talentos pessoais; o autocomprometimento proexológico convertendo trafores em resultados interassistenciais; os talentos desperdiçados nos desvios de proéxis; o Conscienciograma; a qualificação dos trafores através do uso de técnicas e aquisição de conhecimento; a superação dos trafares através da aplicação dos trafores; a aptidão cosmoética de extrair o máximo dos liderados em prol deles próprios; a identificação das necessidades interassistenciais do Cosmos; a identificação das consciências com talentos para a interassistência; a orientação das consciências nas tarefas de interassistência.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático sustentando a automanifestação traforista; a escolha do elenco da maxiproéxis vindoura pelo evoluciólogo do grupo evolutivo; o Curso Intermissivo (CI) enquanto celeiro de talentos interassistenciais; a consciex líder de equipe extrafísica interassistencial; o Maximecanismo Multidimensional Interassistencial enquanto sementeira multissecular de trafores.


                                           III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo trafor–inteligência evolutiva; o sinergismo trafor-cosmoética; o sinergismo trafor-interassistência; o sinergismo megatrafor-materpensene; o sinergismo trafor-autodiscernimento; o sinergismo dos trafores da equipe de interassistência; o sinergismo orientador-orientando; o sinergismo equipin-equipex; o sinergismo trafores intelectivos–trafores parapsíquicos.
          Principiologia: o princípio do exemplarismo pessoal (PEP); o princípio do exemplarismo grupal; o princípio de os fatos corroborarem os argumentos na pesquisa dos autotrafores; o princípio de o mais lúcido liderar o menos lúcido; o princípio de o mais maduro liderar o menos maduro; o princípio de o mais cosmoético liderar o menos cosmoético.
          Codigologia: o código pessoal de cosmoética (CPC) qualificando os autotrafores; o código grupal de Cosmoética (CGC) orientando os trabalhos da equipe interassistencial.
          Teoriologia: a teoria dos Cursos Intermissivos enquanto escola de líderes interassistenciais da próxima intermissão; a teoria dos Serenões apontando a existência de trafores ainda ignorados pelos pré-serenões.
          Tecnologia: a técnica da inversão existencial promovendo a conquista antecipada de trafores; a técnica do maxiplanejamento invexológico; a técnica da autorreflexão de 5 horas dedicada à descoberta do megatrafor pessoal; a técnica das 50 vezes mais aplicada à qualificação dos autotrafores; as técnicas de conscienciometria; a técnica dos 50 dicionários no estudo dos trafores; as técnicas de autopesquisa.
          Voluntariologia: o setor de voluntariado da Instituição Conscienciocêntrica (IC) gerindo o conjunto de trafores da equipe de voluntários; o resultado interassistencial do somatório de trafores dos voluntários da Conscienciologia; a atividade de voluntariado convergente com o megatrafor pessoal; o voluntário veterano orientando o voluntário jejuno; a catalogação dos trafores dos voluntários da IC; o voluntariado conscienciocêntrico enquanto fonte de autopesquisa para descoberta dos auto e heterotrafores; o voluntário descontente por estar na atividade errada.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Autoconscienciometrologia; o laboratório conscienciológico da Autevoluciologia; o laboratório conscienciológico da Automentalsomatologia; o laboratório conscienciológico da Autorganizaciologia; o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório conscienciológico da Autopensenologia; o laboratório conscienciológico da Autoparageneticologia.
          Colegiologia: o Colégio Invisível dos Evoluciólogos.
          Efeitologia: o efeito interassistencial da aplicação dos trafores; o efeito positivo da descoberta dos trafores sobre a autestima; o efeito tarístico dos autexemplos sadios nas consciências do grupo evolutivo; o efeito da verbação na prática da liderança; o efeito da teática sobre a força presencial do líder; os efeitos multidimensionais da liderança interassistencial cosmoética; o efeito da assunção do megatrafor sobre a autoproéxis.
          Neossinapsologia: as neossinapses geradas pelas experiências pessoais assentando a conquista de neotrafores.
          Ciclologia: o ciclo descoberta-desenvolvimento-domínio de trafores; o ciclo descoberta-enfrentamento-autossuperação de trafares; o ciclo multiexistencial pessoal (CMP) enquanto laboratório de desenvolvimento de trafores.
          Enumerologia: o talento; a habilidade; o dom; a capacidade; a aptidão; a vocação; o trafor.
          Binomiologia: o binômio líder-liderado; o binômio saber ser líder–saber ser liderado; o binômio talentos pessoais–necessidades do Cosmos; o binômio admiração-discordância; o binômio interdependência-liberdade; o binômio trafor-trafar; o binômio cosmovisão-conscienciometria; o binômio megatrafor-materpensene; o binômio megatrafor-megafoco; o binômio megatrafor–singularidade interassistencial; o binômio megatrafor-megagescon; o binômio megatrafor-autoproéxis; o binômio patológico líder fortalecido–liderados enfraquecidos.
          Interaciologia: a interação positiva entre consciências talentosas; a interação entre os trafores; a interação patológica trafor-trafar; a interação recuperação de cons–recuperação de trafores.
          Crescendologia: o crescendo solução de problema menor–solução de problemas maiores; o crescendo Curso Intermissivo–proéxis–compléxis–segundo curso intermissivo.
          Trinomiologia: o trinômio talento-técnica-conhecimento; o trinômio autorganização-vontade-intenção; o trinômio intercompreensão-intercooperação-interassistencialidade; o trinômio engajamento-entrosamento-integração; o trinômio trafor-trafar-trafal; o trinômio (trio) Evoluciólogo–Serenão–Consciex Livre; o trinômio orientação-incentivo-feedback.
          Polinomiologia: o polinômio identificação-acolhimento-orientação-encaminhamento da conscin intermissivista para tarefa interassistencial.
          Antagonismologia: o antagonismo chefete / líder interassistencial cosmoético; o antagonismo trafor / trafar; o antagonismo mini-peça do maximecanismo / maxipeça do minimecanismo; o antagonismo egocentrismo / altruísmo na aplicação de trafores; o antagonismo conscin-problema / conscin-solução; o antagonismo amparabilidade / assedialidade; o antagonismo proatividade / inativadade.
          Paradoxologia: o paradoxo de a pessoa não valorizar o próprio trafor por considerá-lo óbvio demais; o paradoxo de a individualidade se expressar melhor na coletividade.
          Politicologia: a lucidocracia; a cosmoeticocracia; a proexocracia; a evoluciocracia; a meritocracia.
          Legislogia: a lei do maior esforço na aplicação dos autotrafores.
          Filiologia: a conscienciofilia; a traforofilia; a proexofilia.
          Fobiologia: a fobia de assumir os próprios trafores frente as consequentes responsabilidades; a fobia dos trafares inibindo o desenvolvimento dos trafores; a fobia de ficar em evidência ao aplicar os trafores; a superação da autopesquisofobia; a fracassofobia inibindo a assunção dos trafores.
          Sindromologia: a síndrome da ectopia afetiva (SEA) gerando desperdício de talentos; a síndrome do coitadismo.
          Mitologia: o mito da consciência insubstituível.
          Holotecologia: a traforoteca; a evolucioteca; a conscienciometroteca; a parapsicoteca.
          Interdisciplinologia: a Liderologia; a Traforologia; a Evoluciologia; a Maxiproexologia; a Conscienciometrologia; a Conscienciocentrologia; a Holomaturologia; a Conviviologia; a Interassistenciologia; a Pré-Intermissiologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: a consciência-bússola; o ser desperto; o ser interassistencial; a conscin enciclopedista.
          Masculinologia: o caça-talentos interassistencial; o preceptor evolutivo de assistentes; o atrator ressomático; o epicentro consciencial; o atrator ressomático; o epicentro consciencial; o acoplamentista; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico; o atacadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o macrossômata; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o inversor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o orientador evolutivo; o parapercepciologista; o pesquisador; o projetor consciente; o sistemata; o tertuliano; o verbetólogo; o voluntário; o tocador de obra; o homem de ação.
           Femininologia: a caça-talentos interassistencial; a preceptora evolutiva de assistentes; a atratora ressomática; a epicentro consciencial; a acoplamentista; a agente retrocognitora; a amparadora intrafísica; a atacadista consciencial; a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a completista; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a macrossômata; a convivióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epicon lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a inversora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a orientadora evolutiva; a parapercepciologista; a pesquisadora; a projetora consciente; a sistemata; a tertuliana; a verbetóloga; a voluntária; a tocadora de obra; a mulher de ação.
           Hominologia: o Homo sapiens epicentricus; o Homo sapiens evolutiologus; o Homo sapiens singularis; o Homo sapiens orientatus; o Homo sapiens traforisticus; o Homo sapiens perquisitor; o Homo sapiens pettiunicus.


                                          V. Argumentologia

           Exemplologia: minicaça-talentos interassistencial = o epicentro consciencial de empreendimento cosmoético interassistencial atuando na condição de atrator e orientador de consciências traforistas; maxicaça-talentos interassistencial = o orientador evolutivo, gestor exemplar dos trafores das consciências do grupo evolutivo.
           Culturologia: a cultura do traforismo.
           Líder. Sob a ótica da Liderologia, há pelo menos 4 ações inteligentes a serem praticadas pelo epicentro consciencial de tarefa interassistencial, visando a manutenção da homeostase do trabalho em equipe, enumerados a seguir em ordem lógica:
           1. Objetivos: informar a equipe de trabalho quanto aos objetivos do empreendimento a ser realizado. O líder faz convergir os talentos de todos para a meta, evitando dispersões.
           2. Expectativas: definir claramente quais as expectativas quanto ao desempenho de cada membro da equipe de trabalho. O líder não dá margem para dúvidas sobre as intenções pessoais.
           3. Feedback: oferecer, periódica e individualmente, avaliações de desempenho de cada membro da equipe. A insegurança de muitos repousa sobre as palavras não ditas.
           4. Incentivo: elogiar e comemorar o bom desempenho a cada nova conquista, seja individual ou grupal. Felicitar-se pelas conquistas do grupo também faz parte dos empreendimentos, inclusive os mais sérios.
           Trafores. Os traços-força das consciências não nascem prontos, são lapidados e melhorados pela experimentação constante. Conhecer teoricamente os próprios trafores não leva ninguém ao serenismo, é preciso teática.
           Qualificação. Os trafores da consciência podem ser qualificados utilizando, pelo menos, 2 recursos:
          1. Conhecimento: as informações, os estudos, os conceitos, sejam factuais ou empíricos, capazes de elucidar as variáveis envolvidas na manifestação de determinado trafor.
          2. Técnica: os procedimentos, os modos, as maneiras, as ações estruturadas e padronizadas para a realização de determinada atividade da forma mais otimizada possível.
          Tabelologia. Sob a ótica da Traforologia, eis, por exemplo, 14 trafores, listados em ordem alfabética, e respectivas técnicas otimizadoras dos talentos pessoais:
                                    Tabela – Trafor / Técnica
      Nos              Trafor                                    Técnica
      01.   Assistencialidade               Tenepes; docência conscienciológica
      02.   Autoparaperceptibilidade        Clarividência facial; assim-desassim; EV
      03.   Autoprojetabilidade lúcida      Técnicas projetivas
      04.   Autorganização                  Técnica de mais 1 ano de vida; pensenograma
      05.   Comunicabilidade                Escrita conscienciológica; técnicas de oratória
      06.   Cosmanálise                     Cosmograma
      07.   Cosmoeticidade                  Código pessoal de cosmoética
                                            EV; tenepes; invéxis; recéxis; técnica do
      08.   Desperticidade
                                            mitridatismo interassistencial
                                            Técnica da retribuição pessoal; assimilação
      09.   Empatia
                                            simpática das energias
      10.   Energossomaticidade             EV; exteriorização e absorção de energias
      11.   Intelectualidade                Verbetografia; autorado
                                            Técnica da impactoterapia; técnica da
      12.   Liderança
                                            Cosmoética Destrutiva
      13.   Paradiplomacia                  Técnicas de convivência grupal cosmoética
      14.   Precocidade sadia               Inversão existencial


                                          VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o caça-talentos interassistencial, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Atrator ressomático: Ressomatologia; Homeostático.
          02. Bitraforologia: Traforologia; Homeostático.
          03. Consciência de equipe: Grupocarmologia; Neutro.
          04. Conscin-solução: Interassistenciologia; Homeostático.
          05. Empatia traforista: Holocarmologia; Homeostático.
          06. Evoluciólogo: Evoluciologia; Homeostático.
          07. Identificação do trafor: Conscienciometrologia; Homeostático.
          08. Liderologia: Politicologia; Neutro.
          09. Megatrafor: Homeostaticologia; Homeostático.
          10. Qualificação dos trafores: Conscienciometrologia; Homeostático.
          11. Reagrupamento evolutivo: Evoluciologia; Homeostático.
              12.  Somatório de esforços: Maxiproexologia; Neutro.
              13.  Subsunção proexológica: Maxiproexologia; Neutro.
              14.  Trafor consequente: Traforologia; Homeostático.
              15.  Trafor ocioso: Traforologia; Neutro.
  A PROÉXIS CONECTA OS TRAFORES DA CONSCIN, HOMEM OU MULHER, À SOLUÇÃO DAS NECESSIDADES
    EVOLUTIVAS. CADA PEÇA DO MAXIMECANISMO INTERASSISTENCIAL TEM O LUGAR DECISIVO DE ENCAIXE.
              Questionologia. Você, leitor ou leitora, já é capaz de discernir com clareza os talentos das consciências do grupo evolutivo? Conhece alguma tarefa interassistencial onde esses talentos se fazem necessários?
              Bibliografia Específica:
              1. Buckingham, Marcus; & Clifton, Donald O.; Descubra seus Pontos Fortes: Um Programa Revolucionário que mostra como Desenvolver seus Talentos Especiais e os das Pessoas que você lidera (Now, discover your Strenghs); trad. Mário Molina; 272 p.; 3 seções; 8 caps.; 61 enus.; 1 teste; 12 refs.; 1 apênd.; 21 x 14 cm; br.; Sextante; Rio de Janeiro, RJ; 2008; páginas 47 a 69 e 89 a 123.
              2. Vieira, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 442, 443, 699 e 736.
                                                                                                                    D. L. S.