Achado Formal

O achado formal é a identificação e aplicação de recursos redacionais capazes de melhorar a apresentação do texto, principalmente em relação aos cortes dos parasitas de linguagem, expressões inconvenientes e cacófatos.

Você, leitor ou leitora, emprega os recursos dos achados formais nos textos? Você se utiliza de quais técnicas?

      ACHADO FORMAL
                                  (CONFORMATICOLOGIA)


                                          I. Conformática

          Definologia. O achado formal é a identificação e aplicação de recursos redacionais capazes de melhorar a apresentação do texto, principalmente em relação aos cortes dos parasitas de linguagem, expressões inconvenientes e cacófatos.
          Tematologia. Tema central homeostático.
          Etimologia. A palavra achar vem do idioma Latim, afflare, “soprar sobre; assoprar; exalar; derramar-se; espalhar-se; transpirar”, de adflare, “soprar”; por se tratar de termo usado em caça, adquiriu as acepções, “sentir pelo olfato ou farejar a pista da caça; descobrir; achar (a caça); encontrar”. Surgiu no Século X. O vocábulo formal deriva do mesmo idioma Latim, formalis, “relativo a ou que serve de molde ou forma; formal”. Apareceu no Século XIV.
          Sinonimologia: 1. Achado redacional. 2. Achado textual. 3. Texto reflexivo.
          Cognatologia. Eis, na ordem alfabética, 18 cognatos derivados do vocábulo achado: achada; achadão; achádego; achadeira; achadeiro; achadiço; achádigo; achadio; achadismo; achadista; achadoiro; achador; achadouro; achamento; achar; achável; achismo; achista.
          Neologia. As 3 expressões compostas achado formal, achado formal elementar e achado formal evoluído são neologismos técnicos da Conformaticologia.
          Antonimologia: 1. Desleixo formal. 2. Redação primária. 3. Texto simplista.
          Estrangeirismologia: os links intelectivos; o didactical link of ideas; o Argumentarium; a open mind; o finding; a trouvaille; o coniunctio oppositorum; o breakthrough mentalsomático; o Mentalsomarium.
          Atributologia: predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento quanto à holomaturidade da comunicação escrita.


                                            II. Fatuística

          Pensenologia: o holopensene pessoal dos grupopensenes; a grupopensenidade; os neopensenes; a neopensenidade; os didactopensenes; a didactopensenidade; os lateropensenes; a lateropensenidade; os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os grafopensenes; a grafopensenidade; a flexibilidade autopensênica; a acumulação de associações pensênicas; a descoberta de representação estética mais adequada para a explicitação pensênica; a melhor forma expositiva para a condução retilínea da pensenidade do ouvinte ou leitor.
          Fatologia: o achado formal; a inversão da posição dos vocábulos na formação da frase funcionando na eliminação de significativo universo de minicacófatos; as inconveniências de linguagem; os termos inadequados; os idiotismos idiomáticos (idiomatismos); as palavras evitáveis; as gramatiquices dispensáveis; os cacófatos elimináveis; o texto simplório; o autodidatismo técnico; a estilística; o padrão da comunicação; o gabarito do confor; as louçanias de linguagem; o Manual de Redação da Conscienciologia.
          Parafatologia: a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a comunicação no rumo do conscienciês; a pessoa polímata; a parapreceptoria funcional presente na elaboração de comunicação tarística.


                                          III. Detalhismo

          Sinergismologia: o sinergismo criatividade comunicativa–racionalidade estilística; o sinergismo das palavras perfeitamente encaixadas no sentido pretendido; o sinergismo apuro intelectual–precisão técnica; o sinergismo confor-verbação.
          Principiologia: o princípio da descrença.
          Codigologia: o código pessoal de Cosmoética (CPC) sensibilizando sobre a autorresponsabilidade pela clareza comunicativa.
          Teoriologia: as teorias semânticas; a teoria da conotação; a teoria semântica pragmática; a teoria dos atos da fala; a teoria conversacional; a teoria de enunciação; a teoria do discurso.
          Tecnologia: a técnica da compactação; a técnica da comunicabilidade; a técnica da escolha das entradas enciclopédicas; a técnica da cosmossíntese; a técnica da taxologia do cosmograma; a técnica de codificação; a técnica da exaustividade comunicativa; as técnicas da Conformática; as técnicas de explicitação precisa dos pensamentos; a composição técnica de modelos mentaissomáticos avançados.
          Voluntariologia: o voluntariado prático da tares.
          Laboratoriologia: o laboratório conscienciológico da Proéxis; o laboratório conscienciológico da Mentalsomatologia; o laboratório conscienciológico Acoplamentarium; o laboratório conscienciológico da Pensenologia; o laboratório conscienciológico da grupalidade; o laboratório conscienciológico Serenarium; o laboratório conscienciológico da Paraeducação; o laboratório conscienciológico do cosmograma.
          Colegiologia: o Colégio Invisível da Comunicologia; o Colégio Invisível dos Escritores Conscienciológicos.
          Efeitologia: os efeitos formais na força tarística; os efeitos jocosos dos cacófatos desviando a atenção e denegrindo a mensagem transmitida; os efeitos sonoros desagradáveis dos vícios de linguagem fonéticos fatigando os ouvintes.
          Neossinapsologia: a descoberta da forma favorecedora da formação neossináptica.
          Ciclologia: o ciclo investigativo perguntas-respostas; o ciclo analítico autavaliação-heteravaliação; o ciclo pesquisístico debates-consensos-refutações; o ciclo cognitivo autodidaxia-heterodidaxia; o ciclo informacional coleta de dados–ponderações técnicas–tratamento didático–difusão tarística; o ciclo permanente ler-escrever.
          Enumerologia: a modulação vocal mais acurada; a fórmula formal mais completa; a aliteração afixal mais didática; a repetição vocabular mais elucidativa; a construção frasal mais concisa; a estrutura argumentativa mais racional; a manifestação expressiva mais inequívoca.
          Binomiologia: o binômio significado-significante; o binômio função-forma; o binômio acepção-palavra; o binômio sentido-vocábulo; o binômio subjetividade-objetividade; o binômio psiquismo-parapsiquismo; o binômio nocivo malentendido-desinformação.
          Interaciologia: a interação professor-aluno; a interação pesquisador-cobaia; a interação ação local–visão global; a interação autor-leitor; a interação cientista-paracientista; as interações interdisciplinares; a interação comunidade científica–mídia; a interação conteúdo-forma indissociável intrafisicamente.
          Crescendologia: o crescendo funcional; o crescendo cronológico; o crescendo de melhoramento; o crescendo da forma (continente superficial e débil); o crescendo do conteúdo (significado profundo e denso); o crescendo sadio; o crescendo patológico.
          Trinomiologia: o trinômio comunicação visual–comunicação verbal–comunicação gráfica; o trinômio detalhismo-exaustividade-circularidade.
          Polinomiologia: o polinômio coesão-coerência-concisão-compreensibilidade; a conjugação expressiva potencializada pelo polinômio postura-olhar-voz-gesto; o polinômio artigo-palestra-verbete-livro-megagescon.
          Antagonismologia: o antagonismo multidimensionalidade / intrafisicalidade; o antagonismo paracerebralidade lúcida / subcerebralidade inconsciente; o antagonismo raciocínio expandido / raciocínio restringido; o antagonismo Conscienciologia / Eletronótica; o antagonismo Ciência / Arte; o antagonismo linguagem erudita / linguagem popular; o antagonismo texto técnico / texto poético; o antagonismo palavras nobres / palavras chulas; o antagonismo confor / conscienciês.
          Paradoxologia: o paradoxo do detalhe formal capaz de enriquecer ou empobrecer todo o conteúdo.
          Politicologia: a cientificocracia; a democracia; a discernimentocracia; a paracienciocracia; a paradireitocracia; a lucidocracia; a culturocracia.
          Legislogia: a lei do maior esforço comunicativo.
          Filiologia: a bibliofilia; a raciocinofilia; a cienciofilia; a intelectofilia; a comunicofilia; a assistenciofilia; a parapsicofilia.
          Holotecologia: a argumentoteca; a comunicoteca; a definoteca; a grafopensenoteca; a pedagogoteca; a intelectoteca; a cognoteca; a lexicoteca; a encicloteca.
          Interdisciplinologia: a Conformaticologia; a Comunicologia; a Filologia; a Linguística; a Criteriologia; a Autorganizaciologia; a Paratecnologia; a Estilisticologia; a Mentalsomatologia; a Lexicologia; a Neologia; a Parapedagogiologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: a conscin lúcida; a isca humana lúcida; o ser desperto; o ser interassistencial; a conscin intelectual; a conscin enciclopedista.
          Masculinologia: o acoplamentista; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico; o atacadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta; o macrossômata; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o inversor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o parapercepciologista; o pesquisador; o pré-serenão vulgar; o projetor consciente; o sistemata; o tertuliano; o verbetólogo; o verbetógrafo; o voluntário; o tocador de obra; o homem de ação.
          Femininologia: a acoplamentista; a agente retrocognitora; a amparadora intrafísica; a atacadista consciencial; a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a completista; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a consciencioterapeuta; a macrossômata; a convivióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epicon lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a inversora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a parapercepciologista; a pesquisadora; a pré-serenona vulgar; a projetora consciente; a sistemata; a tertuliana; a verbetóloga; a verbetógrafa; a voluntária; a tocadora de obra; a mulher de ação.
          Hominologia: o Homo sapiens scriptor; o Homo sapiens perquisitor; o Homo sapiens communicator; o Homo sapiens mentalsomaticus; o Homo sapiens neologus; o Homo sapiens intellectualis; o Homo sapiens auctor; o Homo sapiens communicativus; o Homo sapiens rationabilis.


                                          V. Argumentologia

          Exemplologia: achado formal elementar = a identificação e aplicação de recursos redacionais, capazes de melhorar a apresentação do texto, por parte do articulista principiante; achado formal evoluído = a identificação e aplicação de recursos redacionais, capazes de melhorar a apresentação do texto, por parte do autor de livro publicado.
          Culturologia: a cultura da Comunicologia; a cultura da Conformaticologia.
          Taxologia. Sob a ótica da Conformaticologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 categorias de achados formais simples, relacionados aos cacófatos surgidos entre palavras, com os respectivos recursos ou possibilidades de melhoria da forma do texto escrito no idioma Português:
          01. A rota (“roteiro”; “rumo”; “trilha”; “previsível”). Tratamento gastrintestinal.
          02. As no (“inversão”; “em”). Melhoria da inteligência.
          03. Ça co (“da”; “a partir de”).
          04. Cas pa (“na”; “de”; “a fim de”). Tratamento anticaspa.
          05. Co ca (“descaso”). Terapêutica antitóxica.
          06. Com mais (“novas”).
          07. Com passo (“de”).
          08. Da Nação (“país”). Trabalho desassediador.
          09. De forma (“bem”). Melhoria consciencial.
          10. De formada (“bem”).
          11. Já ca (“de nível”; “exausto”; “pesquisar”).
          12. Por ta (“igualmente”).
          13. Por tais (“de”).
          14. Se tenta (“intenciona”; “pretende”; “decide”).
          15. Tra que (“expressiva”).


                                           VI. Acabativa

          Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com o achado formal, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
          01. Autexpressão: Comunicologia; Neutro.
          02. Autoconsciência verbal: Comunicologia; Neutro.
          03. Coesão textual: Grafopensenologia; Homeostático.
          04. Conformática: Comunicologia; Neutro.
          05. Contraponto técnico: Mentalsomatologia; Neutro.
          06. Ferramenta de comunicação: Comunicologia; Neutro.
          07. Fórmula formal: Conformática; Neutro.
          08. Frase enfática: Comunicologia; Homeostático.
          09. Louçania estilística: Taristicologia; Homeostático.
          10. Orismologia: Comunicologia; Neutro.
          11. Palavra: Comunicologia; Neutro.
          12. Prioridade da escrita: Comunicologia; Homeostático.
          13. Técnica da segunda redação: Conformática; Neutro.
          14. Variação vernacular: Conformática; Neutro.
          15. Verbete: Comunicologia; Neutro.
   O EMPREGO PACIENTE DOS ACHADOS FORMAIS ENRIQUECE E POTENCIALIZA O CONTEÚDO DA MENSAGEM
  ESCRITA FAZENDO GRAVITAR A ESTRUTURA DO TEXTO
 DA LINGUAGEM SIMPLÓRIA PARA A LINGUAGEM CULTA.
          Questionologia. Você, leitor ou leitora, emprega os recursos dos achados formais nos textos? Você se utiliza de quais técnicas?
           Bibliografia Específica:
           1. Thomaz, Marina; & Pitaguari, Antonio; Redação e Estilística Conscienciológica (Inclui 2 vocabulários: novos termos do acordo ortográfico e neologismos da Conscienciologia discordantes do Português corrente); pref. de Augusto Freire, Cathia Caporali e Eliane Wojslaw, coordenadores do Conselho Internacional de Neologística (CINEO); 188 p.; 38 enus.; glos. 1.373 termos; glos. 721 neologismos; 35 refs.; 14 x 21 cm; enc.; 2a Ed.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2010; páginas 108 a 138.
           2. Vieira, Waldo; Manual de Redação da Conscienciologia; 272 p.; 152 abrevs.; 274 estrangeirismos; glos. 300 termos; 21 x 28 cm; 2a Ed. revisada; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2002 (Edição em Português); páginas 166 a 175.