Alcova Contaminada

A alcova contaminada é o local intrafísico-extrafísico, não tratado conscientemente com as próprias energias conscienciais (ECs), onde o casal íntimo, ou a dupla evolutiva (DE), dorme e descoincide, de modo inevitável, os veículos de manifestação toda noite, ao dormir, e tem, ali, as sessões afetivo-sexuais.

Você mantém, com autodeterminação lúcida, a alcova pessoal energeticamente blindada? Já considerou, alguma vez, a possibilidade da alcova estar contaminada?

      ALCOVA CONTAMINADA
                                     (INTRAFISICOLOGIA)


                                          I. Conformática

         Definologia. A alcova contaminada é o local intrafísico-extrafísico, não tratado conscientemente com as próprias energias conscienciais (ECs), onde o casal íntimo, ou a dupla evolutiva (DE), dorme e descoincide, de modo inevitável, os veículos de manifestação toda noite, ao dormir, e tem, ali, as sessões afetivo-sexuais.
         Tematologia. Tema central nosográfico.
         Etimologia. O termo alcova deriva do idioma Árabe, al-qubba, “abóboda; cúpula; aposento; recâmara; quarto de dormir”. Surgiu no Século XVII. A palavra contaminada vem do idioma Latim, contaminatus, “manchado; maculado; impuro”. Apareceu no Século XVI.
         Sinonimologia: 1. Quarto de dormir energeticamente poluído. 2. Quarto de dormir doentio. 3. Alcova com revólver dentro. 4. Ninho de amor despreparado. 5. Brinquedoteca de adulto.
         Neologia. As 3 expressões compostas alcova contaminada, alcova contaminada profissional e alcova contaminada marginal são neologismos técnicos da Intrafisicologia.
         Antonimologia: 1. Alcova energeticamente blindada. 2. Quarto de dormir encapsulado. 3. Quarto de dormir sadio. 4. Ninho de amor preparado. 5. Recesso residencial da conscin. 6. Fisiopodium.
         Atributologia: predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento quanto à sexualidade.


                                            II. Fatuística

         Pensenologia: o holopensene pessoal doméstico; os patopensenes; a patopensenidade.
         Fatologia: o quarto de dormir; o recheio decorativo; os móveis; os aparelhos eletroeletrônicos; as mesas de cabeceira; as leituras; os pesadelos; a antiprimener; o anticipriene; a recuperação energética da alcova; a autorreeducação energética.
         Parafatologia: a alcova contaminada; os parafenômenos hipnagógicos; o entorno extrafísico; o heterassédio; as chantagens extrafísicas; a falta da sinalética energética e parapsíquica pessoal; o comprometimento emocional; o sexo compartilhado com consciex; o orgasmo compartilhado; o orgasmo frustro; a vida multidimensional desprezada; a ausência das parapesquisas domésticas; o travão projetivo; a desassedialidade ambiental.


                                          III. Detalhismo

         Principiologia: o princípio da atração dos afins.
         Codigologia: a necessidade do código pessoal de Cosmoética (CPC).
         Colegiologia: o Colégio Invisível da Duplologia; o Colégio Invisível da Energossomatologia; o Colégio Invisível da Parafenomenologia; o Colégio Invisível da Sexossomatologia.
         Efeitologia: os efeitos nocivos das energias conscienciais gravitantes quando patológicas ou anticosmoéticas; os efeitos das evocações conscientes e inconscientes.
         Interaciologia: a interação carência afetiva–alcova contaminada; a interação íncubo-ginossoma; a interação súcubo-androssoma.
         Crescendologia: o crescendo desejo-intrusão.
         Politicologia: a baratrosferocracia.
         Legislogia: a lei de causa e efeito.
          Holotecologia: a brinquedoteca; a energossomatoteca.
          Interdisciplinologia: a Intrafisicologia; a Energossomatologia; a Extrafisicologia; a Parafenomenologia; a Parapercepciologia; a Parassociologia; a Sexossomatologia; a Duplologia; a Heterassediologia; a Parapatologia.


                                            IV. Perfilologia

          Elencologia: a consciênçula; a consréu ressomada; as consciexes baratrosféricas; as conscins baratrosféricas; as conscins duplistas displicentes; as conscins eletronóticas; as iscas humanas inconscientes; as consciexes penetras; as testemunhas extrafísicas ou paratestemunhas; as conseneres.
          Masculinologia: o acoplamentista; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o duplista; o duplólogo; o escritor; o evoluciente; o intelectual; o pré-serenão vulgar; o tertuliano; o voluntário; o partícipe extrafísico; os íncubos.
          Femininologia: a acoplamentista; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a duplista; a duplóloga; a escritora; a evoluciente; a intelectual; a pré-serenona vulgar; a tertuliana; a voluntária; a partícipe extrafísica; os súcubos.
          Hominologia: o Homo obtusus; o Homo sapiens consreu; o Homo sapiens vulgaris; o Homo sapiens credulus; o Homo sapiens incautus; o Homo sapiens negligens; o Homo sapiens alienatus; o Homo sapiens obsidiatus.


                                          V. Argumentologia

          Exemplologia: alcova contaminada profissional = o quarto de dormir da residência do policial na ativa; alcova contaminada marginal = o quarto de dormir da moradia do narcotraficante.
          Culturologia: a cultura da contravenção; a cultura da violência; a cultura da promiscuidade; a cultura hollywoodiana do horror.
          Taxologia. Sob a ótica da Parassociologia, as alcovas humanas, ou os quartos de dormir das pessoas, podem ser racionalmente classificados em duas categorias básicas:
          1. Defendida. A alcova energeticamente blindada ou invulnerável às intrusões de assediadores, satélites de assediadores ou guias extrafísicos amauróticos.
          2. Indefesa. A alcova comum, devassada, vulnerável ou desprotegida ante os assédios das consciexes energívoras.
          Intimidades. Pela Extrafisicologia, a alcova energeticamente blindada é o local de maior intimidade social da dupla evolutiva, mas também o local de maior intimidade parassocial com os amparadores extrafísicos de função, por exemplo, no caso dos praticantes da tenepes, homens e mulheres.
          Bagulho. Como esclarece a Intrafisicologia, é inteligente retirar da alcova todo objeto portador de energias suspeitas, ou bagulho energético, capaz de sugerir ideias negativas, seja qual for, mesmo quando aparentemente inocente ou inofensivo – por exemplo, o poster de filme de horror carregado – a fim de otimizar o holopensene do quarto de dormir. Isso é feito pela psicometrização direta do recheio decorativo do cômodo.
          Heterassediologia. No universo da Parapatologia, o pior da alcova contaminada é quando a conscin incauta predispõe, aninha e a mantém com o assediador extrafísico dentro, impedindo o acesso ao amparador extrafísico personalidade capaz de ajudar a assepsiar o ambiente doméstico.
            Triângulo. De acordo com a Psicossomatologia, a alcova contaminada é o “falso ninho de amor” do pior triângulo amoroso existente, constituído por duas conscins e a consciex intrusiva, enferma, energívora ou vampirizadora. Sem falar nos casos compostos nos quais é formado o “quarteto romântico” ou o “quinteto amoroso”.


                                                       VI. Acabativa

            Remissiologia. Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabética, 7 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas centrais, evidenciando relação estreita com a alcova contaminada, indicados para a expansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
            1. Abordagem bioenergética: Energossomatologia; Neutro.
            2. Alcova blindada: Intrafisicologia; Homeostático.
            3. Ausência energética: Energossomatologia; Neutro.
            4. Autodiscernimento energético: Energossomatologia; Homeostático.
            5. Autossuperação específica: Experimentologia; Homeostático.
            6. Mesméxis: Intrafisicologia; Nosográfico.
            7. Vida humana: Intrafisicologia; Neutro.
   A ALCOVA PODE SER CONTAMINADA PELA PRESENÇA
   DE OBJETOS PORTADORES DE ENERGIAS MALÉFICAS,
  INCLUSIVE ATÉ MESMO, DE MANEIRA INOCENTE, PELO
   COLORIDO POSTER DE FILME DE HORROR ENROLADO.
            Questionologia. Você mantém, com autodeterminação lúcida, a alcova pessoal energeticamente blindada? Já considerou, alguma vez, a possibilidade da alcova estar contaminada?
            Bibliografia Específica:
            1. Vieira, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.; 8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; página 371.